domingo, 23 de agosto de 2015

Nº. 1375 - Portal Comunalista


1. Fizemos uma peregrinação a espaços assumidos como monárquicos na Internet e ficamos com a impressão que estes existem por desejos doentios de merecer a admiração dos outros.

2. A lista dos nomes dos que se propõem manter em funções tais espaços é impressionante, porém a intervenção destes vai escasseando após o solene aparecimento até ao silêncio sepulcral.

3. Os raros comentadores que por lá passam limitam-se a blasonar fidalguias - nomes sonantes e heráldicas anacrónicas - sem expor uma tese consistente; sem acrescentar uma ideia factível.

4. Largo número de monárquicos defende a instituição política da sua opção como se um clube desportivo fosse, com um apoio incondicional aos representantes da sua cor preferida; sem avançar com projectos reformadores.

5. Contra o parlamentarismo e a partidocracia do regímen vigente defendem os monárquicos um parlamentarismo e uma partidocracia esperançosamente incorruptível; outros defendem o governo do rei em que este se comprometeria a substituir os ministros caídos em desgraça.

6. A confusão no campo monárquico é tão grande que há também aqueles que perdem tempo a espingardear o herdeiro da Coroa Portuguesa esquecendo que o soberano hereditário é o garante da Democracia por obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.

7. O bom senso recomenda mais ponderação e menos aleivosias. Para quando discutir o CMC, isto é, o cooperativismo monárquico-comunalista?.

Nau

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