segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Nº. 1376 - Doutrina Cooperativista
1. Tentar dialogar com monárquicos acerca da doutrina cooperativa é como recomendar o uso de faca e garfo a trogloditas.
2. O facto de, muitos simpatizantes monárquicos - ultrapassando a Idade Média e rondando o absolutismo divinal - fixam-se no parlamentarismo vintista que, a largos passos descambou nos desequilíbrios orçamentais que duraram até à primeira década do século transacto.
3. Claro que os republicanos cá do burgo, orquestrados pelas Lojas Maçónicas de inspiração burguesoide e um anarquismo messiânico, não tolerando outros credos religiosos, afirmavam libertar o povo ignaro quando o último frade tivesse sido enforcado nas tripas do último padre.
4. A assustadiça classe média, sem grande burguesia de apoio, procurou o suporte de caudilhos militares indo cair nos braços de um ditadorzeco civil e provinciano que prometia ordem nas ruas, santos nos altares e equilíbrios orçamentais, carecendo todas as despesas administrativas da sua aprovação prévia, coincidindo esta com a entrada de contrapartidas nos cofres da Fazenda Pública.
5. Tarde a Europa compreendeu as vantagens do neo-colonialismo - submissão das economias débeis aos interesses das grandes economias industriais - comandado por oligarcas apátridas que tanto financiam a produção como o consumo, manipulando centros decisórios com parte dos lucros arrecadados.
6. Novas fontes energéticas e amigas do ambiente encontram-se em fase de aperfeiçoamento podendo tornar a vida do homem menos penosa e mais confortável, sem a tendência da exploração tradicional do homem pelo homem.
7. O que importa é abjurar a apropriação e optar pela cooperação.
Nau
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