quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Nº. 1372 - Luta Popular
1. Os partidos do arco governamental disputam a primazia nas próximas eleições.
2. A esquerda, em funções de serviço doméstico na Assembleia da República, arrepia-se com a ideia de maiorias absolutas, fazendo negaças ao PS.
3. Claro que a sobrevivência do Bloco de Esquerda reside numa eventual sangria para ajudar o PS o que, como facilmente se compreende, desagrada ao quinteto directivo.
4. O PCP resistirá nos fortins habituais, dado que a população lá do sítio está ciente que o trabalho precário disponibilizado apenas será mantido enquanto se verificar apoio indefectível ao partido.
5. Por outro lado, de pés e mãos atados em Bruxelas - secretamente aguardando substanciais promessas estadunidenses - os maiorais dos partidos sabem que pouco ou nada poderão fazer, para lá do que foi imposto.
6. Logo, o que importa é dar acesso a novas correntes políticas na Assembleia da República, sem correr o risco de votar em alegados movimentos cívicos que, por falta de ideias e disciplina, se esboroarão em meras capelinhas.
7. No próximo acto eleitoral o voto da esperança tem por nome PCTP/MRPP.
Nau
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