domingo, 31 de maio de 2015

Nº. 1291 - Portal Comunalista


1. O debate das ideias do grupo CECIM é realizado fora deste espaço, sendo a visita do escriba, bem como dos coadjuvantes, evitada a fim de não viciar as respectivas estatísticas.

2. Com muita tristeza verificamos que o apontamento com maior audiência (cerca de 41%) tem por tema a aristocracia & a nobreza que, embora recidivo, apenas na versão sujeita a um comentário externo, tem sido visitado.

3. Daqui se infere que o único comentarista do referido tema se apraz em reler as doutas lucubrações por si realizadas há muito tempo, sem se ter apercebido dos desenvolvimentos posteriores, bem como da doutrina aqui expressa demonstrando que, tanto a nobreza como a aristocracia, são coisas do passado, sem qualquer relevância política numa hodierna Monarquia.

4. Há mais de três anos que o CECIM apareceu em casa própria, depois das primeiras intervenções realizadas no "Monárquicos.com" e "Realistas.org" pela gentileza e mão, respectivamente, de Paulo Especial e Diogo Ventura que, embora críticos quanto à doutrina exposta, a suportaram com galhardia.

5. O cooperativismo monárquico-comunalista opõe: a cooperação determinada ao doentio espírito apropriador; o governo e administração do Povo (fundamento da Monarquia) articulado com a figura do Rei por este obviar disputas partidárias no topo da Comunidade; a multiplicação das unidades cooperativas em uniões, federações e confederações a fim de dirimir os ímpetos liberais plutocráticos, bem como dos socialistas burocratizantes; o comunalismo apartidário ao centralismo redutor.

6. Segundo parece, a maioria dos monárquico continua arraigada à Monarquia Parlamentar, embora contra o espírito partidocrático; defende a figura do Rei, hereditária e vitalícia, contra o soberano a prazo, ainda que recorra à eleitorite para a designação do soberano; pretenda a convocação de Cortes em plena República.

7. Claro que os cooperativistas apenas aceitam a prática da votação quando esta responsabiliza directamente o votante, tal como se verifica nas unidades cooperativas, procurando democraticamente satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais próprias, sem qualquer discriminação social, racial, política ou religiosa.

Nau

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