domingo, 3 de maio de 2015

Nº. 1263 - Portal Comunalista


1. Segundo os bons amigos que, na qualidade de observadores, vigiam este espaço, há um apontamento que tem tido o condão de ser muito visitado - apontamento nº. 268, de 1 de Agosto de 2012.

2. O tema do referido apontamento limita-se à definição das palavras aristocracia e nobreza, sublinhando o arcaísmo de ambas na política dos nossos dias, tendo o dito apontamento merecido o único comentário dos visitantes que, diariamente, aqui entram mudos e saem calados.

3. Presumindo que a virgínea intervenção era motivada por interesses genealógicos, procurei dar o meu contributo alongando-me em sete apontamentos (nºs. 1095 a 1101) nos quais salientei que, tanto a classe presuntuosa dos melhores (aristocracia) como a dos cismados dirigentes (partidocratas) eram patologias recidivas do mundo da política.

4. aparentemente, o aspecto relativo à ciência ou arte de governar os povos ficou esclarecida porém, o interesse genealógico persiste e a família em questão parece ter numerosos ramos e descendentes, justificando-se a visita diária que os mesmos da dita fazem na expectativa de descobrirem laudatórios e/ou pecuniários valores.

5. Sem dúvida que o indómito contestante - aliás, concertante - apresentou insofismáveis qualidades, bastando dar o passo seguinte, isto é, justificar a importância e a técnica para a selecção dos melhores (aristocratas) que promoverão a reforma da tacanha mentalidade dos governantes que, até à data, se têm refestelado nas cadeiras do poder.

6. Claro que os homens, felizmente, nem todos são iguais - sendo justamente a conjugação dessas diferenças, em associações sob a sigla APC (amizade, proximidade, capacidade) que poderão formatar comunidades mais sãs e equilibradas.

7. A figura do rei - indispensável numa almejada democracia - será a solução racional por esta obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.

Nau

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