domingo, 24 de maio de 2015

Nº. 1284 - Portal Comunalista


1. A profusão de ideias - sem fundamento sério e a obrigação de obediência inflexível a certas normas de procedimento, convencional ou tradicionalmente estabelecidas - não permite um sereno dialogar no espaço internáutico.

2. São mais as agressões verbais e os cultivados rancores sectários e/ou clubísticos do que uma real tentativa de compreensão das ideias contrárias, não permitindo uma avaliação das vantagens e desvantagens das posições em confronto.

3. Embora a Internet esteja a ser frequentemente utilizada para denúncias públicas de violências policiais e/ou desacatos praticados por desconhecidos, esta moderna arma dos cidadãos não está a ser devidamente explorada, na linha dos constantes apelos aqui expostos, a fim de combater os abusos de prevaricadores anti-sociais.

4. O Portal Comunalista, à semelhança do que há muito tempo se faz no Novo Mundo, tem procurado motivar os cidadãos responsáveis a utilizar os portáteis para o registo de imagens, bem como os vídeos próprios e/ou os disponibilizados por outrem, expressamente denunciando os atentados contra os direitos de todos nós.

5. Preconceitos absurdos e/ou insegurança nas convicções doutrinárias perfilhadas,  apenas assumidas em privado ou no meio de confortável número de correligionários, demonstram falta de coerência e pouca firmeza moral para expor as suas ideias - sem clubismos aviltantes ou ronhentos sectarismos devidos a inconfessáveis interesses particulares.

6. Monárquicos incongruentes não participam neste espaço, devido ao facto do mesmo dar abrigo a ateus e mostrar simpatia por movimentos marxistas-leninistas de inspiração maoísta, isto é, o sempre jovem PCTP/MRPP, sem compreenderem que o importante é o despertar da consciência comunalista; é o robustecer do espírito cooperativo que, reunindo a acção de várias pessoas numa plataforma comum, através da multiplicação destas, será um escudo eficaz contra os ímpetos dos plutocratas liberais e dos burocráticos socialistas.

7. Não somos pelo totalitarismo estatal - tanto o fascista, como o social-fascista - dado que nos afirmamos convictamente cooperativistas; comunalistas pelo recurso às uniões, federações e confederações; monárquicos porquanto a figura do Rei obvia disputas partidárias no topo da Comunidade.

Nau

Nenhum comentário:

Postar um comentário