terça-feira, 12 de maio de 2015
Nº. 1272 - RAC
1. Embora a selecção das unidades cooperativas aqui apresentadas tenha sido aleatória, muitos foram aqueles que presumiram existir inconfessadas razões partidárias.
2. Convidamos os cooperativistas, por iniciativa própria, a relatarem as suas actividades e/ou novos projectos - tanto na optica da oferta de serviços/produtos, como no aliciamento de novos associados - mas as suspeitas de conotações partidárias parece terem refreado até os mais afoitos.
3. Sob falsa capa de cooperativista muitas organizações medram por aí fora como unidades de ensino; grupos de trabalho temporário; agremiações políticas, etc.; não passando - pelo tipo de gestão adoptado - de meras corporações, sem qualquer espírito cooperativo.
4. Procuramos incentivar as gentes da diáspora portuguesa - com saberes todos de experiências feitos e, sobretudo, sem os preconceitos cultivados no rectângulo do Velho Continente - a adestrar-se na prática cooperativista, estabelecendo unidades cooperativas nas comunidades em que se encontrem integrados; mantendo, por essa via, contactos com o seu torrão natal.
5. Mensagens de apreço têm chovido de todos os lados, mas os rodriguinhos do agrado da gente lusa parecem constar da bagagem dos emigrantes pelo que tem prevalecido mais a intrigalhada ao necessário empreendedorismo.
6. Voltamos a sublinhar que, na actividade cooperativista, discriminações raciais, políticas ou religiosas não têm razão de existir porquanto o objectivo dos associados é meramente de satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais, através da prática cooperativa.
7. O aumento em número das unidades cooperativas; o entretecer de redes nas unidades com actividades afins; o normal robustecer de laços com as comunidades em que estão integradas cedo provocará o regresso do Rei por este ser o garante da Democracia das gentes responsáveis.
Nau
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