sexta-feira, 8 de maio de 2015
Nº. 1268 - Fim de Semana 19
1. As estratégias do mundo capitalista e dos pertinentes jogos de guerras apenas poderão ser contrariadas por um forte espírito cooperativista, apoiado numa Economia Social de rosto humanístico.
2. Nefelibatas tradicionalistas e radicais canhenhos apostam em aristocracias hereditárias ou autopromovidas, ambas supostas serem o escol indispensável para o governo da comunidade, tanto na versão do senhor e dependentes como na hodierna versão de dirigentes e dirigidos.
3. De facto, na luta pela sobrevivência actuamos como grupo porquanto não é possível cooperar sozinho, preocupando-nos com os outros (até com o infortúnio de desconhecidos) mesmo quando não são geneticamente próximos.
4. Por outro lado, o poder político não está nas mãos daqueles que presumem ser os protagonistas, devido às características apátridas dos centros decisórios, estes envoltos num véu diáfano de cretinice.
5. Somos monárquicos porquanto a figura do rei - hereditária, vitalícia e consensual - é o garante da Democracia, evitando disputas partidárias no topo da Comunidade, estas proporcionadas pelos soberanos a prazo de génese facciosa.
6. Provavelmente, os centros de decisão foram retirados das comunidades tradicionais e, de mão beijada, entregues a deuses temerosos, caudilhos temerários e apaniguados tenebrosos que, das altas esferas por onde pairam, dificilmente se apercebem das carências das populações jacentes.
7. Bom é ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, Governo e Administração do Povo, pelo que é urgente preparar o regresso do Rei por este obviar disputas, no topo da Comunidade, de génese partidária.
Nau
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