domingo, 31 de maio de 2015
Nº. 1291 - Portal Comunalista
1. O debate das ideias do grupo CECIM é realizado fora deste espaço, sendo a visita do escriba, bem como dos coadjuvantes, evitada a fim de não viciar as respectivas estatísticas.
2. Com muita tristeza verificamos que o apontamento com maior audiência (cerca de 41%) tem por tema a aristocracia & a nobreza que, embora recidivo, apenas na versão sujeita a um comentário externo, tem sido visitado.
3. Daqui se infere que o único comentarista do referido tema se apraz em reler as doutas lucubrações por si realizadas há muito tempo, sem se ter apercebido dos desenvolvimentos posteriores, bem como da doutrina aqui expressa demonstrando que, tanto a nobreza como a aristocracia, são coisas do passado, sem qualquer relevância política numa hodierna Monarquia.
4. Há mais de três anos que o CECIM apareceu em casa própria, depois das primeiras intervenções realizadas no "Monárquicos.com" e "Realistas.org" pela gentileza e mão, respectivamente, de Paulo Especial e Diogo Ventura que, embora críticos quanto à doutrina exposta, a suportaram com galhardia.
5. O cooperativismo monárquico-comunalista opõe: a cooperação determinada ao doentio espírito apropriador; o governo e administração do Povo (fundamento da Monarquia) articulado com a figura do Rei por este obviar disputas partidárias no topo da Comunidade; a multiplicação das unidades cooperativas em uniões, federações e confederações a fim de dirimir os ímpetos liberais plutocráticos, bem como dos socialistas burocratizantes; o comunalismo apartidário ao centralismo redutor.
6. Segundo parece, a maioria dos monárquico continua arraigada à Monarquia Parlamentar, embora contra o espírito partidocrático; defende a figura do Rei, hereditária e vitalícia, contra o soberano a prazo, ainda que recorra à eleitorite para a designação do soberano; pretenda a convocação de Cortes em plena República.
7. Claro que os cooperativistas apenas aceitam a prática da votação quando esta responsabiliza directamente o votante, tal como se verifica nas unidades cooperativas, procurando democraticamente satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais próprias, sem qualquer discriminação social, racial, política ou religiosa.
Nau
sábado, 30 de maio de 2015
Nº. 1290 - Psyche
1. Tudo quanto existe no espaço e no tempo é pura energia.
2. Porém, homogénico no espaço, não é no tempo, afastando-se as galáxias uma das outras por continuada expansão.
3. A energia tem a capacidade de produzir efeitos em presença da matéria - cinéticos, mecânicos, electricos, térmicos, nucleares, radiantes e outras coisas mais.
4. Imprevisível nos efeitos, mantém a grandeza na transformação.
5. Pressentimo-la no minuto, mas ficamos desarmados perante a eternidade do momento.
6. A consciência é a materialização desse momento e a ideia desconhecida.
7. Logo, a ideia de felicidade é algo tão íntimo que só nesse sector poderá ser encontrada, um universo em regressão.
Nau
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Nº. 1289 - Fim de Semana 22
1. Pancadas fortuitas na parte frontal da cabeça podem afectar o comportamento do acidentado, provocando uma progressiva perda de memória e acentuados impulsos libidinosos.
2. Monárquicos diletantes não participam neste espaço devido ao facto do mesmo dar abrigo a ateus e mostrar simpatia por movimentos marxistas-leninistas de inspiração maoísta, isto é, o sempre jovem PCTP/MRPP, sem compreenderem que o importante é o despertar da consciência comunalista; é o robustecer do espírito cooperativo que, reunindo a acção de várias pessoas numa plataforma comum, através da multiplicação destas, será um escudo eficaz contra os ímpetos dos plutocratas liberais e dos burocráticos socialistas.
3. O fundamento da doutrina defendida neste espaço é a cooperação; conjecturar acerca das suas raízes é o propósito deste, bem como dos apontamentos seguintes, sempre na expectativa do vosso contributo.
4. Pesadas e/ou inseguras consciências aumentam em número na sociedade portuguesa dando azo a uma atmosfera de medo - medo de ser espoliado dos seus haveres por desconhecidos; medo de não poder ocorrer às necessidades próprias e/ou de dependentes desempregados; medo pelo futuro incerto - espelhada na agressividade verificada no relacionamento público.
5. Autor de mérito crescente, Domingos Amaral tem deliciado os seus leitores com tramas surpreendentes, amores desbragados e, sobretudo, uma escrita muito leve. Porém, aqui não há qualquer dúvida - Domingos Amaral já é um escritor de êxitos editoriais na moderna literatura portuguesa.
6.Lutar é ter consciência das limitações próprias; é esforçar-se por manter uma independência pessoal que não ofenda a liberdade de cada um; é o acto de cooperar - real concorrência de auxílio, de forças, de meios - para satisfazer necessidades comuns, tendo por objectivo a construção de uma comunidade mais sã e justa.
7. Somos cooperativistas monárquico-comunalistas; não queremos regressar ao passado, nem tão-pouco manter o statu quo.
Nau
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Nº. 1288 Luta Popular
1. Lutar é ter consciência das limitações próprias; é esforçar-se por manter uma independência pessoal que não ofenda a liberdade de cada um; é o acto de cooperar - real concorrência de auxílio, de forças, de meios - para satisfazer as necessidades comuns, tendo por objectivo a construção de uma comunidade mais sã e justa.
2. O 1º de Maio foi comemorado pelo PCPT/MRPP numa Sessão Pública realizada na sede Regional de Lisboa, tendo Arnaldo de Matos sublinhado a importância histórica daquela data que para todos deverá servir como estímulo para o combate ao bloco central que tem por eixo o PS/PSD/CDS, além das franjas - tanto à esquerda, como à direita - empenhadas em garantir a segurança dos plutocratas, bem como a partidocracia vigente.
3. Num outro apontamento do "Luta Popular", órgão oficial do PCPT/MRPP, publicado em 11 do corrente, é incentivada a continuação das greves na TAP, contra a privatização desta e a gestão subitamente danosa de Fernando Pinto, embora nós aqui continuaremos a não compreender a razão pela qual deverão os contribuintes portugueses continuar a pagar os desvarios administrativos, bem como a defender os privilégios dos pilotos e a participação destes nos lucros da empresa, cientes que esta é buraco financeiro, em tudo semelhante ao verificado na administração pública.
4. Integrado nas Jornadas de Direito do Trabalho, teve lugar no dia 13 do corrente, no ISEG - Instituto Superior de Economia e Gestão - Auditório 3, Quelhas - uma comunicação de Garcia Pereira subordinada ao tema "O Legado da Troica" acerca da qual voltaremos ao assunto logo que o relato tenha chegado ao nosso conhecimento.
5. A violência policial nas ruas - imediações do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, e na Praça Marquês do Pombal em Lisboa - é veementemente denunciada pelo "Luta Popular" da última semana e largamente divulgada, por vídeos e mensagens, na Internet, com um inteligente apontamento de Espártaco, publicado no órgão oficial do PCTP/MRPP de 21 do corrente.
6. Visualização obrigatória são os vídeos disponibilizados pelo "Luta Popular", designadamente o depoimento de João Alexandre, na qualidade de preso político do COPCON no dia 28 de Maio de 1975.
7. Ler, comentar e divulgar os apontamentos acerca do bloco central e dos sociais-fascistas denunciados no "Luta Popular" é exercício indispensável para a manutenção de boa sanidade mental.
Nau
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Nº. 1287 - PR: Assim Nasceu Portugal
1. "Assim nasceu Portugal" - enredo de amores contrariados, intrigas políticas, homicidas a soldo, etc. - é a mais recente obra de Domingos Amaral. Edição Casa das Letras.
2. Centrado na infância e adolescência do primeiro rei português - Afonso, filho do Conde Henrique de Borgonha - e nas lutas que este travou contra sua mãe, Teresa de Leão , regente do Condado Portucalense, Domingos Amaral surpreende pela revivificada narrativa.
3. Autor de mérito crescente, Domingos Amaral tem deliciado os seus leitores com tramas surpreendentes, amores desbragados e, sobretudo, uma escrita muito leve.
4. O desfile de vultos históricos, a par de prisioneiras mouras, relíquias sagradas, bruxas misteriosas e pequenas figuras intemporais tornam esta obra de leitura obrigatória.
5. Drama, onde não falta o sexo; emoção produzida pelos nomes sonantes estereotipados; bom-humor na sucessão de quadros imprevistos, levanta a questão - tema histórico, porquê?.
6. A febre de escrever, sem floreados, parece ser a justificação da prolificidade deste autor, sendo ainda cedo para uma avaliação da sua multifacetada obra.
7. Porém, aqui não há qualquer dúvida - Domingos Amaral já é um escritor de êxitos editoriais na moderna literatura portuguesa.
Nau
terça-feira, 26 de maio de 2015
Nº. 1286 - RAC
1. O receio ou apreensão de que aconteça algo contrário ao que se deseja - mera perturbação angustiosa do ânimo por um risco ou mal que se imagina - continua a grassar na mente lusa.
2. Pesadas e/ou inseguras consciências aumentam em número na sociedade portuguesa dando azo a uma atmosfera de medo - medo de ser espoliado dos seus haveres por desconhecidos; medo de não poder ocorrer às necessidades próprias e/ou de dependentes desempregados; medo pelo futuro incerto - espelhada na agressividade manifestada no relacionamento público.
3. A violência é adoptada por oportunistas e audazes brigões que chegam a mascarar a atitude criminosa, por si indecorosamente manifestada, como justa irritação de vítima sujeita a ultrajes indevidos, partindo para outros cenários onde irão pôr em prática os mesmíssimos esquemas viciosas.
4. Salve-se quem puder!. Portugal está a saque por corja plutocrática e uma classe política que, à semelhança de um campeonato desportivo, procura marcar pontos, subornando árbitros, mantendo agressivos e intimidantes bandos de apoio, bem como comentadores nos meios de comunicação que vão dourando a pílula a contento dos dirigentes do clube.
5. Só o despertar e fortalecimento de uma força conscienciosa e verdadeiramente popular será capaz de dirimir o medo irracional vigente, sendo as unidades cooperativas uma boa acha para esse efeito, dado que a cooperação significa concorrência de auxílio, de forças de meios, isto é, solidariedade - responsabilidade mútua.
6. Os convites à divulgação neste espaço das actividades das cooperativas - tanto as do Velho Continente, como as da África, Ásia, Oceânia e Novo Mundo - será uma tentativa para o estreitamento das relações entre agentes do mesmo ramo, bem como a publicidade adequada para a colocação dos seus produtos e/ou informação conveniente acerca dos serviços, além da angariação de potenciais associados.
7. Basta a apresentação (nome, contactos, actividades e/ou produtos) em sete sucintos parágrafos aqui na íntegra graciosamente reproduzidos, tão cedo quanto os mesmos nos sejam disponibilizados.
Nau
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Nº. 1285 - D.C.: Fundamentos, I
1. O fundamento da doutrina defendida neste espaço é a cooperação; conjecturar acerca das suas raízes é o propósito deste, bem como dos apontamentos seguintes, sempre na expectativa do vosso contributo.
2. Pai, mãe e filho é a Trindade que vem da noite dos tempos personificada nas figuras antropomórficas egípcias de Osíris, irmão e esposo de Ísis, esta mãe devotada de Hórus, presente em todos o templos do mundo romano com o filho ao colo.
3. Os cristãos, no Concílio de Niceia (325), adoptaram o dogma que impôs a união de três pessoas distintas em um só Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) escamoteando a figura feminina de Ísis, embora não dispensando a imagem da Virgem com o Filho ao colo.
4. Nos grupos sociais primitivos, a figura masculina era muito importante pela sua capacidade em executar trabalhos árduos - defesa, caça, arroteamento da terra - além de ser dotado de órgãos para a fecundar as fêmeas da sua espécie, estas dependentes dos ciclos menstruais, além de dedicadas ao tratamento da prole.
5. O largo número de braços varonis disponíveis para garantir a subsistência da tribo era suposto corresponder à abastança desta, servindo a fêmea obviamente como unidade reprodutora e dote negociável para o estabelecimento de novos grupos sociais.
6. Mudaram-se os tempos, mas o cerne do problema mantém-se: subsistência igual a trabalho; realização pessoal igual a trabalho; prole igual a agravados trabalhos que vão desde a satisfação sexual ao casamento, isto é, levar para casa própria uma ou mais pessoas, conforme ambos se comportarem.
7. Logo, o trabalho significa concorrência de auxílio, de forças, de meios para a satisfação própria, em suma - cooperação.
Nau
domingo, 24 de maio de 2015
Nº. 1284 - Portal Comunalista
1. A profusão de ideias - sem fundamento sério e a obrigação de obediência inflexível a certas normas de procedimento, convencional ou tradicionalmente estabelecidas - não permite um sereno dialogar no espaço internáutico.
2. São mais as agressões verbais e os cultivados rancores sectários e/ou clubísticos do que uma real tentativa de compreensão das ideias contrárias, não permitindo uma avaliação das vantagens e desvantagens das posições em confronto.
3. Embora a Internet esteja a ser frequentemente utilizada para denúncias públicas de violências policiais e/ou desacatos praticados por desconhecidos, esta moderna arma dos cidadãos não está a ser devidamente explorada, na linha dos constantes apelos aqui expostos, a fim de combater os abusos de prevaricadores anti-sociais.
4. O Portal Comunalista, à semelhança do que há muito tempo se faz no Novo Mundo, tem procurado motivar os cidadãos responsáveis a utilizar os portáteis para o registo de imagens, bem como os vídeos próprios e/ou os disponibilizados por outrem, expressamente denunciando os atentados contra os direitos de todos nós.
5. Preconceitos absurdos e/ou insegurança nas convicções doutrinárias perfilhadas, apenas assumidas em privado ou no meio de confortável número de correligionários, demonstram falta de coerência e pouca firmeza moral para expor as suas ideias - sem clubismos aviltantes ou ronhentos sectarismos devidos a inconfessáveis interesses particulares.
6. Monárquicos incongruentes não participam neste espaço, devido ao facto do mesmo dar abrigo a ateus e mostrar simpatia por movimentos marxistas-leninistas de inspiração maoísta, isto é, o sempre jovem PCTP/MRPP, sem compreenderem que o importante é o despertar da consciência comunalista; é o robustecer do espírito cooperativo que, reunindo a acção de várias pessoas numa plataforma comum, através da multiplicação destas, será um escudo eficaz contra os ímpetos dos plutocratas liberais e dos burocráticos socialistas.
7. Não somos pelo totalitarismo estatal - tanto o fascista, como o social-fascista - dado que nos afirmamos convictamente cooperativistas; comunalistas pelo recurso às uniões, federações e confederações; monárquicos porquanto a figura do Rei obvia disputas partidárias no topo da Comunidade.
Nau
sábado, 23 de maio de 2015
Nº. 1283 - Psyche
1. Pancadas fortuitas na parte frontal da cabeça podem afectar o comportamento do acidentado.
2. Tanto a capacidade de discernimento como eventuais inibições poderão ocorrer ao paciente sem a percepção deste.
3. Um recatado idoso que sofreu uma lesão no córtex pré-frontal, passou a manifestar acentuados impulsos libidinosos.
4. Os distúrbios mentais que pareciam denunciar uma continuada perda de memória deram azo a fabuladas ilusões acerca do sexo oposto.
5. Memórias verosímeis foram criadas na mente do aludido idoso que passou a vivenciar uma inusitada sexualidade
6. A transposição da personalidade do idoso pareceu ocorrer em paralelo com a esquizofrenia ou o distúrbio bipolar, mas de modo pouco consistente.
7. Embora irritante para os membros da família, os distúrbios físicos do cérebro do paciente foram progressivamente compensados por períodos de vida normal.
Nau
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Nº. 1282 - Fim de Semana 21
1. O motivo - pensamento centrado - justifica a causa, dá forma ao raciocínio e desperta a adequada memória.
2. Num mundo de atropelos constantes - vingançazinhas soezes, expectativas goradas - ser feliz é desejo que obriga a muito trabalho e de alcance imprevisto, embora motivo bastante para a prática cooperativista.
3. Monárquicos somos todos nós quando rejeitamos os esquemas de classe minoritária dirigente, de um lado, e, do outro, de classe maioritária dirigida, dado que tais funções intrinsecamente nos pertencem.
4. Talvez os nossos regulares visitantes se sintam motivados para criar elos de base cooperativista, envolvendo gentes do Novo Mundo, África, Ásia, Oceânia , bem como da decrépita Europa, tendo por plataforma um linguajar comum.
5. A transgressão de qualquer lei a que, por vontade própria, nos submetemos, resulta da dúvida que robustece o credo intuído e, em rumo incerto, resolutamente avançamos.
6. Para atenuar os efeitos do instinto clubístico da partidocracia, bem como o diktat dos indivíduos que, colectivamente, dirigem os interesses da Comunidade, apenas a multiplicação das unidades cooperativas poderão, democraticamente, satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos associados cooperativamente organizados.
7. Monárquicos somos todos nós ao ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, governo e administração do Povo, servindo a figura do Rei para obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
Nau
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Nº. 1281 - Luta Popular
1. Cada vez mais são aqueles que condenam a partidocracia vigente, responsável pela corrupção impante e pelos viciosos desequilíbrios orçamentais.
2. Porém, esperançosamente, aguardam que a classe média burguesa continue a oferecer candidatos de formação académica impecável, superioridade moral, brio, valor e determinação para se afirmarem como governantes modelares e responsáveis.
3. Embora os podres dos grandes estadistas sejam bem evidentes nas quedas dos pedestais onde os colocaram para protecção de interesses de plutocratas, de clientelas sôfregas e apaniguados imoderados, o maralhal continua alienável, apegado às eleitorites.
4. A capacidade de decidir, de tomar decisões exige alguma coragem, intrepidez e determinação que falta à maioria das pessoas que, por norma, reage mais emocional do que racionalmente aos desafios com que é confrontada.
5. Cobras e lagartos são ditos ao processo piramidal em que, por via de múltiplas assembleias, delegados são eleitos para órgãos similares mais restritos, desaguando estes numa corporação onde os seus membros amesendam o poder como alternativa à partidocracia.
6. Para atenuar os efeitos do instinto clubístico da partidocracia, bem como o diktat dos indivíduos que, colectivamente, dirigem os interesses da Comunidade, apenas a multiplicação das unidades cooperativas poderão, democraticamente, satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados.
7. As uniões, federações e confederações são, de facto, o escudo eficaz, tanto para os excessos da partidocracia liberal, bem como para os burocráticos centros decisórios socialistas.
Nau
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Nº. 1280 - CÍRIO
1. "Caminho em busca do santo da minha devoção". Esta é, no recente livro do poeta José Travaços Santos, a meditação central da sua obra.
2. Sendo o caminhar o impulso vital, a consciência do mesmo levanta a questão das metas a atingir - na hipótese destas existirem - embora a caminhada seja inexorável.
3. A transgressão de qualquer lei a que, por vontade própria, nos obrigamos a observar, resulta da dúvida que robustece o credo intuído e, em rumo incerto, resolutamente avançamos.
4. O arrependimento por ter optado (ou sido forçado) em seguir por ínvios caminhos dura, enquanto a vida dura - coisa que não se fez, mas que se poderia ter feito - porém o retrocesso é inviável.
5. Embora anunciado no preâmbulo de "Círio", duvidamos que esta seja a última obra do poeta José Travaços Santos, porquanto sentimos que o círio dificilmente se extinguirá.
6. Edição publicada em Fevereiro de 2015 pela "Folheto Edições e Design", Praça Madre Teresa Calcutá, Lote 115, Loja 1, 2410-363 Leiria.
7. Foi com muita satisfação que temos compulsado esta "última" obra do poeta José Travaços Santos.
Nau
terça-feira, 19 de maio de 2015
Nº. 1279 - RAC
1. Segundo parece, há um cavalheiro do Cruzeiro do Sul que regularmente visita este espaço a fim de reler o único comentário aqui expresso acerca de um apontamento que tem por tema: Nobreza & Aristocracia.
2. Outros apontamentos têm versado o mesmo assunto, mas apenas aquele tem merecido a atenção do persistente comentarista, apesar dos espraiados desenvolvimentos feitos ao longo da existência deste ponto de encontro, sem, aparentemente, ter satisfeito a curiosidade do nosso inveterado e silencioso visitante.
3. Presumimos ter deixado ficar bem claro que numa moderna instituição monárquica, tanto a Aristocracia (suposta classe governamental superior pelo saber e merecimento), como a Nobreza (antigo grupo social a que as leis consuetudinárias ou escritas reconheciam certas prerrogativas transmissíveis por herança) não têm qualquer função política, suscitando um eventual interesse a curiosos, semelhante ao dos filatelistas ou dos numismatólogos.
4. O próprio conceito de propriedade está a evoluir e nos grandes centros urbanos do Velho Continente, os bens imobiliários (herdados e/ou adquiridos), apenas são mantidos na posse do adquirente ou herdeiro por um número limitado de anos.
5. Por outro lado, a mundialização continua a impor centros de controlo escamoteados num emaranhado de organismos burocráticos que protegem os interesses de plutocratas, tanto no sector da produção dos bens essenciais, como na área especulativa e/ou financeira.
6. Apenas uma Economia Social eficaz, opondo a cooperação e o apoio mútuo à competitividade entre pessoas, poderá moderar a devastação operada pelos capitalistas e desbragados consumistas, tornando-se urgente a multiplicação das células cooperativistas a fim de motivar os seus associados a satisfazerem racionalmente as suas necessidades económicas, sociais e culturais.
7. Talvez o nosso regular visitante do Cruzeiro do Sul se sinta capaz de criar elos de base cooperativista - envolvendo o Novo Mundo, África, Ásia, Oceânia, bem como a decrépita Europa
- tendo por ferramenta um linguajar comum.
Nau
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Nº. 1278 - Doutrina Cooperativista
1. Monárquicos somos todos nós quando convictamente afirmamos que a administração e o governo ao Povo pertence.
2. Monárquicos somos todos nós quando opomos a concertação, o consenso, a concorrência de forças e meios - fundamento cooperativista - aos esquemas eleitoralistas do agrado da plutocracia dominante.
3. Monárquicos somos todos nós quando participamos, activamente, no núcleo cooperativo destinado a satisfazer as nossas necessidades económicas, sociais e culturais.
4. Monárquicos somos todos nós quando pugnamos pela reforma da mentalidade burguesa impante, sendo tal possível ao assumir, de modo determinado, as responsabilidades cooperativistas inerentes.
5. Monárquicos somos todos nós quando rejeitamos os esquemas de classes dirigentes e dirigidos dado que tais funções intrinsecamente nos pertencem.
6. Monárquicos somos todos nós quando reconhecemos que os soberanos a prazo apenas servem para apoiar ou contrariar as decisões de inspiração sectária.
7. Monárquicos somos todos nós ao ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, governo e administração do Povo, servindo a figura o Rei para obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
Nau
domingo, 17 de maio de 2015
Nº. 1277 - Portal Comunalista
1. Aparentemente, o espaço internáutico tem permitido uma maior confraternização entre aqueles que, por norma irrequietos, se aventuram a botar discurso, num arremedo de pôr as ideias em ordem.
2. Porém, o número de participantes activos limita-se ao subscrever de comentários que imortalizarão o seu nome ou a transcrever textos, imagens, conceitos, etc., que fazem parte do anedotário intelectual e sectário luso.
3. Os mais habilidosos avançam com esquemas de sucesso idênticos à extracção de números em jogos de azar que, por sorte, contemplam desconhecidos, sendo mais palpáveis do que os idílicos paraísos oferecidos pelas doutrinas políticas e/ou religiosas.
4. Num mundo de atropelos constantes - vingançazinhas soezes, expectativas goradas - ser feliz é desejo que obriga a muito trabalho e de alcance imprevisto, embora motivo bastante para a prática cooperativista.
5. Juntos seremos uma força capaz de ultrapassar obstáculos aparentemente intransponíveis, dado que a mundialização impõe padrões medíocres dando azo a mentes ociosas e minorias que apenas ambicionam o disfrutar do trabalho alheio.
6. O poder de decisão é inalienável - o sufrágio universal um embuste cultivado pela plutocracia dominante - e o que importa é a multiplicação de células de espírito cooperativo em que o diálogo e o concerto das actividades resultam decisões, de facto, responsáveis.
7. Viajar pelo espaço internáutico é diferente do viajar de comboio em que a sucessão de paisagens é previsível. Logo, o que importa é estar atento e participar - participar em debates; levantar questões; lutar por um futuro mais racional e aprazível.
Nau
sábado, 16 de maio de 2015
Nº. 1276 - Psyche
1. Pensar é ser alertado para várias realidades pelo encadeamento lógico - ou aparentemente lógico - de juízos.
2. Forma de raciocínio que nos é proveitosa, evitando o que nos pode ser prejudicial, baseado nos processos e estruturas de armazenamento e recuperação de experiências.
3. A aquisição ou codificação da memória consiste no processo de selecção das informações "armazenáveis", isto é, perceptíveis pela associação de sons, cores, cheiros. etc., a determinadas "imagens".
4. O depósito da memória consiste num sistema complexo, mutável com o exercício e a experiência, consoante o interesse que a disponibilizada informação desperta num dado momento - fracção de segundos ou largos períodos.
5. Pensar poderá traduzir expectativa; intenção; lembrança; emoções, etc., provocado por imagens; sugerindo acções, verbalizadas por sons que logo avivam memórias, tornando possível a comunicação e o concerto de ideias que, por mais abstractas que se apresentem, estão no cerne do pensamento inteligente.
6. A capacidade de pensar rapidamente - na interpretação de comportamentos; na exposição de ideias; na compreensão de problemas - sugerem excelência, porém a velocidade mental e a inteligência não são da mesma natureza.
7. Logo o motivo - o pensamento central - justifica a causa, dá forma ao raciocínio e desperta a adequada memória.
Nau
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Nº. 1275 - Fim de Semana 20
1. A felicidades é um estado de alma que se esvai como o tempo; uma impressão fugaz proveniente dos órgãos dos sentidos, transmitida ao cérebro pelos nervos e percepcionada pelo eu.
2. Claro que a felicidade é a sensação de bem-estar; de disponibilidades materiais e de subsistência; de esperança de vida; de harmonia comunitária e, sobretudo da actividade sexual como fonte de prazer, embora igualmente fautora de muitos distúrbios e de frustrações pessoais.
3. As difusas e/ou continuadas frustrações; as prolongadas insatisfações não se verbalizam consistentemente, ora explodindo em manifestações de mau humor, ora imaginando esquemas de devastação indizível que, tal como se verifica na prática de actos anti-sociais ou pura destruição.
4. Repetir, repetir os princípios da doutrina cooperativista é uma hipótese, mas apenas o aumento em número das unidades cooperativas - o entretecer de redes nas associações com actividades afins e o normal robustecer de laços com as comunidades em que estão integradas - é a adequada resposta.
5. Ao serviço da Comunidade significa a determinação em contribuir para o bem comum através do confronto de ideias - no veicular de informação; no trabalhar para o aprofundamento de conceitos e propostas realistas - sem qualquer discriminação social, política, religiosa ou racial
6. Partilhar, com outros, direitos - sobretudo direitos - fazendo vista grossa às obrigações; evocando a justiça, quando convém, e a igualdade desde que não colida com os privilégios adquiridos, nunca abdicando da faculdade de praticar aquilo que entendemos por liberdade.
7. Abdicar de tudo que nos seja incómodo e/ou nos obrigue a assumir responsabilidades é um dos nossos direitos, delegando em outrem decisões que só a nós cabe tomar - esta é a incentivada liberdade burguesa.
Nau
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Nº. 1274 - Luta Popular
1. Há homens que não sabem o que querem. Vivem porque a vida dura.
2. Outros querem o que não sabem, limitando-se a papaguear: Liberdade, Equidade, Solidariedade.
3. Partilhar com outros direitos (sobretudo direitos) fazendo vista grossa às obrigações - mesmo quando impostas ou resultando interesses materiais próprios - é prato do dia.
4. A justiça (sempre evocada, quando convém); a rectidão, isto é, a integridade de carácter exigível aos outros; a igualdade (desde que não colida com os privilégios adquiridos) são a noção vaga da equidade.
5. Claro que o poder de fazer ou deixar de fazer alguma coisa por livre determinação; a faculdade de praticar aquilo que presumimos não ser proibido (ou, pelo menos, tolerado) é o conceito que interpretamos como liberdade.
6. De bom grado abdicamos de tudo que nos obrigue a assumir responsabilidades, delegando noutros decisões que nos são próprias e incontornáveis.
7. A luta popular é o assumir colectivo da necessidade de aprofundar os conceitos de Liberdade, Equidade, Solidariedade.
Nau
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Nº. 1273 - Prelo Real
1. Este espaço aqui arvora-se em prelo, máquina tipográfica para imprimir obras literárias; real ao pretender estar ao serviço da Comunidade, logo existindo de facto, de modo verdadeiro, e referente ao Rei por este ser o garante da almejada Democracia.
2. Ao serviço da Comunidade significa a determinação em contribuir para o bem comum, através de confronto de ideias, no veicular de informação, no trabalhar para o aprofundamento de conceitos e propostas realistas, sem qualquer discriminação social, religiosa, política ou racial.
3. Sendo os propósitos do Prelo Real tão amplos e trabalhosos, estes não poderão estar circunscritos a uma só pessoa, nem tão-pouco a grupos informais, sem qualquer tipo de agenda e/ou estrutura constante, no jeito tão do agrado dos tradicionalistas: aos deus-dará.
4. O plano alternativo envolvendo os mesmos de sempre - um passe-partout para abrir várias fechaduras supostamente herméticas - será hipótese de recurso desde que um número suficiente de interessados avance com propostas de trabalho concertado e acção meritória.
5. Entretanto, quer os nossos visitantes do Cruzeiro do Sul, quer os do Extremo-Oriente (os plumitivos de Timor Lorosae incluídos), poderão avançar com resenhas dos seus autores preferidos, sempre no esquema sugerido em anteriores apontamentos, isto é, os sete parágrafos da praxe.
6. A produção literária de uma determinada cultura partilhada num mercado mais vasto enriquece não só pelas afinidades, mas também pelas peculiaridades que evidencia, ajudando a uma melhor compreensão dos problemas existenciais que todos nós vivenciamos.
7. Mostre a sua; eu mostro a minha.
Nau
terça-feira, 12 de maio de 2015
Nº. 1272 - RAC
1. Embora a selecção das unidades cooperativas aqui apresentadas tenha sido aleatória, muitos foram aqueles que presumiram existir inconfessadas razões partidárias.
2. Convidamos os cooperativistas, por iniciativa própria, a relatarem as suas actividades e/ou novos projectos - tanto na optica da oferta de serviços/produtos, como no aliciamento de novos associados - mas as suspeitas de conotações partidárias parece terem refreado até os mais afoitos.
3. Sob falsa capa de cooperativista muitas organizações medram por aí fora como unidades de ensino; grupos de trabalho temporário; agremiações políticas, etc.; não passando - pelo tipo de gestão adoptado - de meras corporações, sem qualquer espírito cooperativo.
4. Procuramos incentivar as gentes da diáspora portuguesa - com saberes todos de experiências feitos e, sobretudo, sem os preconceitos cultivados no rectângulo do Velho Continente - a adestrar-se na prática cooperativista, estabelecendo unidades cooperativas nas comunidades em que se encontrem integrados; mantendo, por essa via, contactos com o seu torrão natal.
5. Mensagens de apreço têm chovido de todos os lados, mas os rodriguinhos do agrado da gente lusa parecem constar da bagagem dos emigrantes pelo que tem prevalecido mais a intrigalhada ao necessário empreendedorismo.
6. Voltamos a sublinhar que, na actividade cooperativista, discriminações raciais, políticas ou religiosas não têm razão de existir porquanto o objectivo dos associados é meramente de satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais, através da prática cooperativa.
7. O aumento em número das unidades cooperativas; o entretecer de redes nas unidades com actividades afins; o normal robustecer de laços com as comunidades em que estão integradas cedo provocará o regresso do Rei por este ser o garante da Democracia das gentes responsáveis.
Nau
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Nº. 1271 - Doutrina Cooperativista
1º. Princípio: Adesão voluntária e livre.
2º. Princípio: Gestão democrática pelos associados.
3º. Princípio: Participação económica pelos sócios.
4º. Princípio: Autonomia e independência.
5º. Princípio: Educação. formação e informação.
6º. Princípio: Intercooperação.
7º. Princípio: Interesse pela comunidade.
Nau
domingo, 10 de maio de 2015
Nº. 1270 - Portal Comunalista
1. Todo o Mundo fala compulsivamente, mas Ninguém atende ao que se diz.
2. Uma minoria residual saudosa do "botas" - os paralíticos mentais de então - sardonicamente afirmam que os silêncios de hoje correspondem às brilhantes ideias dos oposicionistas que os agentes pidescos neutralizavam por tais ideias serem meras bolas de sabão.
3. De facto, o que continuamos a assistir no espaço internáutico é um continuado desfile de vaidades ocas, mais de cariz clubístico do que doutrinário, a que uma massa de seguidores se limita a murmurejar por desfastio.
4. Claro que o som mal distinto de presumido murmurejo não passa do "porreiro, pá!"; "é isso mesmo!"; "o que falta é uma carga de porrada!" ou outras palavras e gestos que, por comedimento, aqui não são reproduzidos, nem tão-pouco esboçados.
5. As difusas e continuadas frustrações; as prolongadas insatisfações não se verbalizam consistentemente ora explodindo em manifestações de mau humor, ora cozinhando esquemas de devastação indizível, tal como se verifica na prática de actos antissociais e/ou de pura destruição.
6. Um acto de contrição não significa fraqueza, antes pelo contrário - força e determinação - dado que reflectimos acerca da possibilidade de, concertadamente, enfrentar os problemas que não são apenas nossos, mas da comunidade, através de diálogo construtivo.
7. Espaço, aqui, não falta; o que falta é a vontade dos visitantes porem as ideias em ordem e, simplesmente, cavaquearem.
Nau
sábado, 9 de maio de 2015
Nº. 1269 -Psyche
1. A felicidade é um estado de alma que se esvai como o tempo; uma impressão sensorial fugaz proveniente dos órgãos dos sentidos, transmitida ao cérebro pelos nervos e percepcionada pelo eu.
2. Em suma: a felicidade é a sensação de bem-estar; expectativas equilibradas quanto à saúde, ao conforto pessoal, à política, ao ambiente no lar, à vida na comunidade, ao clima, à realização profissional e muitas outras coisas mais.
3. Noutras coisas mais estão incluídas as disponibilidades materiais e de subsistência; a esperança de vida; a harmonia comunitária; os factores culturais e, sobretudo, a actividade sexual, fonte de prazer, bem como fautora de muitos distúrbios e frustrações pessoais.
4. O cérebro reage a mudanças bruscas, contemporizando nas situações quotidianas em que os neurónios se adaptam à constante evolução do mundo que nos rodeia, pelo que os comportamentos positivos - aqueles que não põem em risco a estabilidade optada - contribuem para a felicidade.
5. A dopamina - neurotransmissor monoaminérgico com múltiplas funções estimulantes na cognição, memória, controlo de movimentos, etc. - libertada por certos neurónios favorecem a sensação de êxito nos empreendimentos que se pretende efectuar, embora a felicidade se verifique apenas na realização final dos mesmos.
6. Tanto o álcool, como outros tipos de drogas, promovem a sensação de paraísos reais, mas estes duram enquanto os efeitos das substâncias excitantes se verifiquem, sendo a degradação desses estímulos progressiva, até à inexorável aniilação.
7. Sem dúvida que, de acordo com Bertrand Russell, a felicidade conquista-se, isto é, a Felicidade é adquirida pela força do trabalho.
Nau
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Nº. 1268 - Fim de Semana 19
1. As estratégias do mundo capitalista e dos pertinentes jogos de guerras apenas poderão ser contrariadas por um forte espírito cooperativista, apoiado numa Economia Social de rosto humanístico.
2. Nefelibatas tradicionalistas e radicais canhenhos apostam em aristocracias hereditárias ou autopromovidas, ambas supostas serem o escol indispensável para o governo da comunidade, tanto na versão do senhor e dependentes como na hodierna versão de dirigentes e dirigidos.
3. De facto, na luta pela sobrevivência actuamos como grupo porquanto não é possível cooperar sozinho, preocupando-nos com os outros (até com o infortúnio de desconhecidos) mesmo quando não são geneticamente próximos.
4. Por outro lado, o poder político não está nas mãos daqueles que presumem ser os protagonistas, devido às características apátridas dos centros decisórios, estes envoltos num véu diáfano de cretinice.
5. Somos monárquicos porquanto a figura do rei - hereditária, vitalícia e consensual - é o garante da Democracia, evitando disputas partidárias no topo da Comunidade, estas proporcionadas pelos soberanos a prazo de génese facciosa.
6. Provavelmente, os centros de decisão foram retirados das comunidades tradicionais e, de mão beijada, entregues a deuses temerosos, caudilhos temerários e apaniguados tenebrosos que, das altas esferas por onde pairam, dificilmente se apercebem das carências das populações jacentes.
7. Bom é ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, Governo e Administração do Povo, pelo que é urgente preparar o regresso do Rei por este obviar disputas, no topo da Comunidade, de génese partidária.
Nau
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Nº. 1267 - Luta Popular
1. Aqui, a luta, é apelo ao despertar individual; ao tomar consciência da realidade que, na multiplicação do conhecimento do que se passa ao nosso redor, se torna popular.
2. Súbditos de minorias que capricham em desfrutar do trabalho alheio, somos forçados a alienar o nosso poder de decisão, através de actos eleitorais de irresponsabilização colectiva, a favor de demagogos patologicamente sôfregos de poder.
3. Progressivamente, os centros de decisão foram retirados das comunidades tradicionais e, de mão beijada, entregues a deuses temerosos, caudilhos temerários e apaniguados tenebrosos que, das altas esferas por onde pairam, dificilmente se apercebem das carências das populações jacentes.
4. Audaciosos plutocratas sem fronteiras, estimulados por uma mundialização que, adequadamente, os torna invisíveis, controlam a produção e circuitos dos bens essenciais, financiando e especulando (sobretudo o segmento do consumo) impondo padrões de vida ecologicamente prejudiciais para o Planeta Terra.
5. Só a determinação e empenhamento de cada um na satisfação das suas necessidades próprias - económicas, sociais e culturais - pela via e prática da autogestão, bem como do autofinanciamento, poderá consolidar uma economia verdadeiramente social, dirimindo os ímpetos liberais (mercados pantagruélicos) e/ou socialistas (mercados burocratizados).
6. A regeneração da Grande Comunidade das múltiplas comunidades só poderá ser realizada pelas nossas próprias mãos, na concorrência de auxílio, de forças, de meios, a fim de tornar a vida no Planeta Azul mais sã e equilibrada.
7. Bom é ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, Governo e Administração do Povo, pelo que é urgente preparar o regresso do Rei por este obviar disputas, no topo da Comunidade, de génese partidária.
Nau
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Nº. 1266 - Prelo Real
1. Este é um espaço dedicado à produção literária e, à boa maneira portuguesa, está sempre para arrancar, mas não passa disso.
2. Dado que os mais voluntariosos se contentam em que seja dada à estampa as suas promissoras obras, não hesitem em nos facultar a adequada informação - título da obra, resumo do texto, biografia do autor, etc. - em sete parágrafos que, inseridos como comentários no Prelo Real da semana corrente, serão transcritos, integralmente, na semana seguinte.
3. Os apontamentos, diariamente, aqui apresentados são da autoria dos responsáveis deste espaço - escritos ao longo de viagens mecanizadas; às mesas dos cafés; durante a pausa de reuniões e/ou nas folgas das actividades profissionais. Somos verdadeiros cooperativistas: trabalhamos para a realização de uma autêntica Economia Social.
4. Não somos liberais (economia de mercado), nem tão-pouco socialistas (economia burocratizada); somos comunalistas pugnamos pela descentralização administrativa, assente no voto responsável, tal como se verifica nas unidades cooperativas que existem para atender as necessidades e aspirações comuns - económicas, sociais e culturais - por meio de empreendimento de propriedade partilhada e gestão democrática.
5. "As unidades cooperativas estão abertas às pessoas com interesse em utilizar seus serviços e dispostas a aceitar a responsabilidade de sócios, sem discriminação social, racial, política ou religiosa", conforme exaustivamente temos proclamado neste espaço, sempre na linha da autogestão e do autofinanciamento.
6. Somos monárquicos porquanto a figura do rei - hereditária, vitalícia e consensualmente assumida - é o garante da Democracia, evitando disputas partidárias no topo da Comunidade, estas proporcionadas por soberanos a prazo de génese facciosa.
7. Os cooperativistas monárquico-comunalistas não delegam os seus votos a outrem - assumem as pertinentes responsabilidades como é prática aqui defendida.
Nau
terça-feira, 5 de maio de 2015
Nº 1265 - RAC
1. As catástrofes ditas naturais pela sua elevada frequência - inundações, transformações geológicas, derrocadas, etc. - verificadas nos nossos dias evidenciam continuadas e perniciosas acções antrópicas.
2. O poder político não está nas mãos daqueles que presumem ser os protagonistas, devido às características apátridas dos centros decisórios, estes envoltos num véu diáfano de cretinice.
3. Consistindo a mundialização no espalhar de certos padrões de vida (consumo incluídos) por todo o planeta, a anomia prevalece favorecendo as razões musculadas, bem como as nostalgias das origens míticas.
4. Fácil será confundir solidariedade com o processo de inidentidade que resulta da perda de consciência que uma pessoa tem de si própria, esta convertida em microchip tecnológico de referência.
5. A progressiva substituição de soberanos, herdeiros de dinastias seculares, por factotums de génese partidária cerceou a ligação de referência tradicional por meros instintos clubísticos de conveniência.
6. Claro que a mundialização em curso poderá ser equilibrada por comunidades alveolares, tipo casulo ou célula de abelhas - a primeira onde o homem se metamorsofeia; a segunda onde o homem deposita as suas esperanças.
7. As unidades cooperativas arvoram-se como os reais alvéolos do presente e do futuro.
Nau
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Nº. 1264 - Doutrina Cooperativista
1. Cooperar é uma forma de agir colectivamente.
2. Na luta pela sobrevivência actuamos como grupo porquanto não é possível cooperar sozinho.
3. Preocupamo-nos com os outros - até com o infortúnio de desconhecidos - mesmo quando não são geneticamente próximos.
4. A maioria tem uma consciência social e moral daquilo que é considerado justo - coopera.
5. Cooperamos deliberadamente com os outros dado que a comunidade espelha a cooperação.
6. Cooperamos em projectos que ultrapassam as nossas capacidades - físicas e/ou materiais.
7. Cooperamos nos objectivos comuns porquanto tal nos faz sentir bem.
Nau
domingo, 3 de maio de 2015
Nº. 1263 - Portal Comunalista
1. Segundo os bons amigos que, na qualidade de observadores, vigiam este espaço, há um apontamento que tem tido o condão de ser muito visitado - apontamento nº. 268, de 1 de Agosto de 2012.
2. O tema do referido apontamento limita-se à definição das palavras aristocracia e nobreza, sublinhando o arcaísmo de ambas na política dos nossos dias, tendo o dito apontamento merecido o único comentário dos visitantes que, diariamente, aqui entram mudos e saem calados.
3. Presumindo que a virgínea intervenção era motivada por interesses genealógicos, procurei dar o meu contributo alongando-me em sete apontamentos (nºs. 1095 a 1101) nos quais salientei que, tanto a classe presuntuosa dos melhores (aristocracia) como a dos cismados dirigentes (partidocratas) eram patologias recidivas do mundo da política.
4. aparentemente, o aspecto relativo à ciência ou arte de governar os povos ficou esclarecida porém, o interesse genealógico persiste e a família em questão parece ter numerosos ramos e descendentes, justificando-se a visita diária que os mesmos da dita fazem na expectativa de descobrirem laudatórios e/ou pecuniários valores.
5. Sem dúvida que o indómito contestante - aliás, concertante - apresentou insofismáveis qualidades, bastando dar o passo seguinte, isto é, justificar a importância e a técnica para a selecção dos melhores (aristocratas) que promoverão a reforma da tacanha mentalidade dos governantes que, até à data, se têm refestelado nas cadeiras do poder.
6. Claro que os homens, felizmente, nem todos são iguais - sendo justamente a conjugação dessas diferenças, em associações sob a sigla APC (amizade, proximidade, capacidade) que poderão formatar comunidades mais sãs e equilibradas.
7. A figura do rei - indispensável numa almejada democracia - será a solução racional por esta obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
Nau
sábado, 2 de maio de 2015
Nº. 1262 - Psyche
1. Estratégia é uma palavra de origem grega conotada com a arte militar, visando alcançar determinados objectivos.
2. A fim de sustar a expansão comercial dos produtos alemães, tanto na Europa como noutros continentes, a velha Britânia, nos finais do séc. XIX, usou a tática do confronto indirecto, lançando a França contra o seu vizinho de Leste.
3. Embora tecnologicamente mais avançada e uma arte diplomática mais eficiente - desarticulando a tenaz franco-russa, literalmente, despachando Lenine de Berna para Moscovo, o que lhe permitiu o reforço de soldados na frente ocidental - a Alemanha sucumbiu à exaustão de recursos materiais.
4. As abusivas sanções impostas pela França e respectivos aliados à Alemanha, no conflito de 1914-1918, deram azo a que esta emendasse a mão reforçando a sua capacidade bélica, bem como gizando um plano em que, logo no início da segunda fase do confronto (1939-1945) criasse dificuldades aos eternos aliados na obtenção de ramas de petróleo através da tenaz germano-italiana no Sudão e na zona magrebina, esta comandada por Rommel.
5. Fácil foi convencer a Rússia Vermelha que o arsenal de ponta alemão - a famosa bomba atómica - teria por alvo preferencial Moscovo, pelo que aos "camaradas soviéticos" foram dispensados equipamentos bélicos em troca de carne para canhão e sabotagem do processo destinado ao fabrico da água pesada, consistindo este na união do oxigénio com o deutério empregado nos reactores nucleares para moderar a velocidade dos neutrões.
6. Por outro lado, o Blitzkrieg - guerra relâmpago ensaiada pelo III Reich - Tinha por base as importantes jazidas de petróleo romenas que foram, sistematicamente, neutralizadas procurando-se, através de um processo demolidor das fontes energéticas, parar a máquina de guerra alemã, pelo que, ao contrário do que se tinha verificado na primeira fase do confronto que teve lugar no início do século transacto, a Alemanha possuía grandes reservas de bombas em túneis dissimulados no seu território, bem como excelente tecnologia de ponta, sem meios energéticos para os utilizar.
7. Estas são as estratégias do mundo capitalista que apenas poderão ser contrariadas por um forte espírito cooperativista e uma Economia Social de rosto humano.
Nau
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Nº. 1261 - Fim de Semana 18
1. As palavras "citoyen" e "tutoyer" despertam em nós as imagens de um jacobinismo sectário e datado, isto é, um republicanismo intransigente e centralizador dos finais do século XVIII.
2. Claro que o "vossência", "eminência", "majestade", etc., são títulos honoríficos de embaixadores, ministros, figuras da igreja e do Estado que persistem por razões protocolares, embora arredados da vida social.
3. Hoje, a tentativa de implementar o tratamento por tu e o nome próprio, em vez do apelido de família, nas relações sociais não significa maior aproximação das pessoas, nem tão-pouco manifesta familiaridade.
4. Segundo parece, é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um monárquico romper pelo Portal Comunalista deste espaço adentro e/ou compreender que o movimento cooperativista torna, de facto, a vida das pessoas mais justa, equitativa e democrática.
5. O cooperativismo monárquico-comunalista continua a pugnar por uma Economia Social, através da implementação das unidades cooperativas que, por via da autogestão e do autofinanciamento, são um bom contributo para a progressiva reforma da mentalidade capitalista.
6. Renovo o apelo para todos aqueles que se exprimem na língua lusa façam constar neste espaço o título da obra, biografia do autor, resumo do tema, identificação da editora e respectivos contactos, se possível, em sete parágrafos da praxe cá do sítio.
7. Temos consciência que não somos liberais (economia de mercado, tendência plutocrática); nem tão-pouco socialistas (economia planificada, tendencialmente burocrática) porquanto somos cooperativistas (optamos por uma economia social) e nas próximas eleições sugerimos o voto expresso no PCTP/MRPP.
Nau
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