terça-feira, 21 de agosto de 2012
Nº. 288 - A Família, I
1. A fragilidade humana tem sido motivadora da agregação civilizacional.
2. Certo que outros animais também adoptam tais esquemas, embora de forma menos sofisticada.
3. A maioria, porém, mantém uma dependência espontânea, assim como temporária, com a progenitora e, logo que o rebento se encontre mais adestrado, segue o curso natural da vida.
4. O binómio pai-mãe resulta mais nominal do que efectivo, porquanto o macho limita-se ao complemento, sendo a função maternal o elo forte nas relações humanas.
5. Todo o rebanho com débil ligação com a progenitora tem um desenvolvimento menos equilibrado, com fortes tendências anti-sociais.
6. Ressalva-se o facto da descendência feminina em que as relações mãe-filha, sendo mais de emulação do que de complexo edipiano, se tornam singelamente matriarcais.
7. A crise que se agudiza nas modernas comunidades é o fim da família tradicional. Logo, é bom conjecturar: o que nos reserva o futuro, a curto e longo prazo?.
Nau
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