sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Nº. 284 - Atreve-te, II


1. Aqui procura-se enunciar, de modo singelo, os elementos da doutrina monárquica.

2. Condena-se o fideísmo, porquanto a opção política sugerida é lógica, fundamentada e corresponde à tradição lusa.

3. Reprova-se a atitude nefelibatesca daqueles que propõem a substituição de debates - francos, abertos - por cruzadas contra infiéis, i.e., todo aquele que não comunga dos seus ideais.

4. Desprezam-se os jogos de bastidores em que muitos se enredam para dar nas vistas, carentes de bom-senso e de mérito pessoal, fruto de ambições incontidas ou meramente excêntricas.

5. À letra se desagrava os disparates, atoardas e dislates daqueles que põem em letra redonda ideias espatafúrdias acerca da Monarquia e da figura do Rei.

6. A comunidade é formada por numerosas etnias, grupos de pessoas com concepções políticas múltiplas e desvairadas gentes que, trabalhando de modo concertado, possibilitam a coesão, o progresso e, sobretudo, o bem-estar comum.

7. Somos cooperativistas porquanto, através de grupos de pessoas determinadas a defender os seus interesses, melhor nos protegemos do capitalismo especulativo, bem como do centralismo político em curso.

Nau

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