sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Nº. 298 - Equívocos, deliberados ou ..., III
1. Recapitulando: a forma de governo em que o povo exerce a soberania por intermédio de delegados por ele eleitos só pode significar Democracia.
2. Logo, res publica, isto é, a coisa pública significa apenas que os assuntos particulares não têm audiência no trato público por, normalmente, serem do âmbito judiciário.
3. Assim, República é o sistema de constituição e organização política em que o soberano é eleito e a prazo, tomando este a designação de Presidente da República.
4. Por outro lado, Monarquia é o sistema de constituição e organização política em que o soberano é hereditário e vitalício, tomando este a designação de Monarca, correntemente Rei.
5. Abre-se aqui um parêntesis para salientar que soberano é aquele que ocupa o primeiro lugar na jerarquia política; termo igualmente utilizado para designar o poder popular exercido por delegação.
6. Falar destas picuinhas torna-se necessário a fim de evitar o emaranhado da propaganda republicana que se apresenta como a campeadora da res publica, esta tida como sinónimo de República para, num segundo passo, se insistir que, na Democracia, só o eleito é democrata.
7. Porém, 'um homem, um voto' nada tem de democrático atendendo a que só os cidadãos criteriosos estarão habilitados a defender os seus interesses - a massa ignara, por norma, suporta apenas os demagogos.
Nau
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Nº. 297 - Equívocos, deliberados ou ..., II
1. Certamente por inocência, os apaniguados republicanos confundem a instituição política do seu agrado com Democracia, à semelhança dos seus mentores franceses que alardeiam as liberdades republicanas esquecendo que estas são comuns - tanto à República como à Monarquia.
2. Tal facto não é devido à baixa formação política visto que os doutrinadores desta praça se empenham a fazer passar a ideia que a instituição republicana vigente é a segunda, escamoteando a ditadura salazarenga que teve 3 ou 4 Presidentes da República.
3. Para os referidos doutrinadores, República é uma forma democrática de governo em que, em geral, o povo exerce a soberania, por intermédio de delegados eleitos por ele e por um tempo limitado, claro está, abjurando a definição possível de governo desordenado e/ou desregrado, com que são apodados os recentes executivos.
4. Os doutrinadores atrás referidos não serão propriamente inocentes, apenas distraídos ou de fraca memória, dado que, por muito boa vontade que exista da parte do cidadão comum, poucos esquecem que a República Hitleriana, bem como numerosas repúblicas dos nossos dias, dificilmente poderão ser tidas como democráticas.
5. Sendo a Monarquia um Estado governado por um Monarca hereditário, a República será um Estado governado por um Presidente da República a prazo, embora este, por engenharia eleitoral, possa esticar o mandato de acordo om os interesses do partido que o colocou no poder.
6. A única via para colmatar tais dislates será a emergência de bastantes cidadãos criteriosos que, em associações criadas para esse fim, com agilidade poderão enfrentar as investidas dos especuladores capitalistas, bem como daqueles que pretendem impor um centralismo radical, transformando o cidadão comum em pensionista do Estado.
7. Porém, a maioria dos monárquicos enfermam com a doença do sono, tomando o cooperativismo como uma fórmula mágica (eficaz por si só) que dá muito trabalho a implementar.
Nau
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Nº. 296 - Equívocos, deliberados ou ingénuos, I
1. Para alguns, Monarquia é um Estado regido por um monarca, identificando-se o poder político com a pessoa do rei, do qual emana uma autoridade de origem providencial.
2. Ora os negócios públicos - governo e administração - são da competência da grei, isto é, do conjunto de cidadãos que gozando dos mesmos direitos civis e políticos, vivem num determinado território de limites internacionalmente reconecidos.
3. Logo, a autoridade do rei é, de facto, providencial por dar azo aos melhores e necessários resultados, mas não tem nada a ver com doutrinas esotéricas que atribuem tudo o que acontece a forças ocultas apenas compreensíveis pelos bafejados pela crença, por eleitos pelos deuses ou por meros teólogos encartados.
4. Sem dúvida que o poder legítimo emana da comunidade, representada por agentes ou delegados do direito público - normas obrigatórias que disciplinam as relações da totalidade dos cidadãos - mas, a par deste, existe o direito tradicional, meramente consuetudinário, que é transmitido pelas gerações passadas e constituem o DNA dessa comunidade.
5. Assim, como o apelido dos progenitores designa o rebento - aceite ou rejeitado por este - a tradição também poderá ser compreendida ou dificilmente aceite pelos seus herdeiros, normalmente devido a ideias sem fundamento sério (preconceitos) assumidos por erro ou frustrações pessoais.
6. Ao reconhecer a autoridade do rei como soberano na jerarquia política por obviar disputas partidárias no topo da comunidade, o cidadão criterioso encontra-se em situação privilegiada para optar por qualquer sistema político - liberal, socialista, anarquista, etc. - do seu agrado, actuando em conformidade e segundo os preceitos democráticos.
7. A República persiste devido a preconceitos antimonárquicos e à incongruência daqueles que se afirmam realistas.
Nau
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Nº. 295 - A trabalhar é que a gente se entende
1. Aqui, ninguém se limita a dar 'Vivas ao Rei!' - trabalha.
2. Aqui, ninguém aguarda a intervenção divina para convencer os que do voto fazem fé democrática ou talvez púnica.
3. Aqui, a grei não se restringe a seguir angelicamente o parecer da multidão - pensa e trabalha.
4. Aqui, como em toda a parte, Monarquia é sinónimo de Democracia porquanto procuramos consensos e trabalhamos.
5. Aqui, o importante é ventilar ideias, construir projectos, motivar sinergias rumo ao futuro, i.e., trabalhar.
6. Aqui, o tempo escasseia para o lazer, por isso deixamos a intrigalhada habitual para os profissionais do costume e trabalhamos.
7. Aqui, como em toda a parte, o nosso Rei é o selo de garantia democrática; o cooperativismo o gládio com que enfrentamos os desafios - quer do capitalismo especulativo, quer do capitalismo estatal - trabalhando, trabalhando sempre.
Nau
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Nº. 294 - As Guerras Piedosas
1. A "irmandade muçulmana" cresce (em influência) no Egipto, estende-se pelo magrebe e toma fôlego no médio.oriente.
2. Fundamentalistas religiosos, fazem uma leitura muito particular do Corão que, para lá de ser tido como obra de inspiração divina, a par da Sharia, regula o comportamento dos crentes.
3. O livro sagrado dos Maometanos, cuja redacção definitiva se deve ao terceiro califa 'Utman B'Affan (656), é considerado como modelo da língua e literatura árabes.
4. Todo o movimento religioso excita multidões por ser de natureza irracional, tendo por substrato o medo do desconhecido e traumas ancestrais.
5. Alfobre de várias religiões, estas sempre conviveram no médio-oriente; apenas interesses económicos e geo-políticos europeus alimentaram guerras fratricidas, o desmembramento de impérios, bem como a imposição de condutas.
6. Para dar continuidade ao seu ambicioso programa de crescimento económico a China carece de crude oil; por outro lado, a administração estadunidense procura contrariar tal acesso a fim de enfraquecer um potencial concorrente.
7. A gula dos grandes é pantagruélica e a maralha que se entretenha - ora com o futebol, ora com a religião - mantando-se para maior glória dos seus apoderados espirituais.
Nau
domingo, 26 de agosto de 2012
Nº. 293 - A Família, V
1. As mudanças (para pior) verificadas, por décadas, no conceito de família são brutais.
2. O problema maior não reside no minguar - em número e espaço - da família, mas na desagregação desta.
3. Para isso têm contribuido as práticas educativas desadequadas, tanto no seio familiar, como no sector público.
4. É manifesta a impreparação dos pais, bem como o alheamento destes em relação aos problemas domésticos, incluindo o processo educativo dos filhos.
5. Nas famílias de baixos recursos económicos empurra-se a educação e o ensino para as instintuições oficiais, porquanto o resto é resolvido ao bofetão e ao tradicional encolher de ombros.
6. Como a desagregação familiar é um fenómeno em larga expansão, cedo os jovens - à semelhança dos pais - procuram colher benefícios de modo mais fácil, até na exploração das míseras pensões dos avós.
7. A comunidade está doente e o futuro que se avizinha será muito pior.
Nau
sábado, 25 de agosto de 2012
Nº. 292 - A Portuguesa
1. Afiançaram-me que a marcha patriótica de Alfredo Keil e versos de Lopes de Mendonça, conhecida como "A Portuguesa", foi originalmente dedicada ao avô do actual Duque de Bragança.
2. Tendo presente que Alfredo Keil foi várias vezes agraciado pelo monarca de então, D. Luis I, achei a hipótese pouco provável, embora tendo presente que as rivalidades entre os dois ramos bragantinos há muito que tinham acabado.
3. Por outro lado, a ascendência germânico-portuguesa do Keil e a formação cultural do mesmo foi realizada naquelas bandas onde os descendentes de D. Miguel haviam sido desterrados, pelo que a aproximação entre emigrantes tão distintos deve ter ocorrido nos círculos habituais.
4. Logo, estou em crer que a alegada amizade entre o ramo bragantino no exílio e o laureado músico-pintor foi uma realidade, pelo que é natural que a marcha patriótica "A Portuguesa" tenha sido, de facto, dedicada a um Príncipe ilustre de então.
5. A marcha patriótica e antibritânica composta por ocasião do ultimatum inglês teve grande êxito no seu tempo pelo que a assembleia constituinte republicana de 1911 se apressou em a tornar hino nacional, até porque o autor falecera quatro anos antes.
6. Curioso é o facto de algumas estrofes de Lopes de Mendonça fazerem alusão à bandeira azul e branca, prontamente eliminadas pelos carbonários republicanos, juntamente com o dito símbolo, na sanha de substituirem as cores nacionais de então pelo verde-rubro iberista.
7. Este facto tem sido pouco ventilado, e bom seria que alguém pudesse pôr na internet cópia da pauta de "A Portuguesa" original, compreendendo a dedicatória em questão.
Nau
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Nº. 291 - A Família, IV
1. A família tradicional é ciosa dos seus pergaminhos, quer estes remontem a um passado longíquo, quer entronquem num Zé do Telhado qualquer, compreensivelmente imaculado.
2. Todas as comunidades têm (ou tiveram) os seus eupátridas, patrícios, fidalgos e outras coisas mais - supostos (de fresca data) ou autênticos - tidos como padrão, normalmente respaldados em sólidos cabedais sob um véu diáfono de hipocrisias.
3. São raros os casos em que, encontrando-se os bens materiais exauridos, a família tradicional mantém o panache doutrora pelo resíduo de simpatia que o prócero ilustre ainda desfruta ou pelo que o nome sonante angelicamente desperta.
4. A excepção confirma a regra pois a coesão da família tradicional (ou de fresca data) são os cabedais envolvidos, suportados por adequada legislação que os beneficiados procuram manter a todo o custo.
5. Logo, encontrando-se a família tradicional reduzida à expressão mais simples (pai/mãe/filho), em habitação igualmente limitada por modestas dimensões, o elo de ligação entre progenitores e descendente vai-se enfranquecendo com o progressivo afastamento deste último.
6. O fim da família tradicional e o conflito de gerações no seio de um lar de fracos recursos materiais dão azo, pelas várias frustrações possíveis, a atitudes anti-sociais motivadas pela baixa escolaridade, dificuldades de integração no mundo do trabalho, acentuados desníveis sociais, etc..
7. À progressiva decadência da família tradicional, o que nos reserva o futuro?.
Nau
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Nº. 290 - A Família, III
1. Tanto a monogamia, como a poligamia são esquemas sociais de um cinismo milenário.
2. As regras que contemplam os esquemas referidos no parágrafo anterior são, simultaneamente, normas de conduta do foro interno (moral) e de ordem jurídica (legal).
3. Como é sabido, a monogamia estabelece a forma de união em que um homem apenas pode desposar uma só mulher, ou uma mulher um só homem, mas as prevaricações de ambos são potenciais.
4. Um homem público, de fé inabalável e obra literária baseada em textos evangélicos - família bem tradicional - atira às malvas o casamento durázio para ir atrás de um palmito de cara geitoso.
5. Por outro lado, o casamento poligâmico que permite que o homem tenha mais de um cônjuge simultaneamente, também não está isento das prevaricações atrás referidas, embora com desfechos mais airosos - para o homem, pelo menos.
6. A relação macho-fêmea é muito complicada por envolver, para além do apetite sensual, problemas da mente ou experiências traumatizantes capazes de provocar perturbações somáticas e psíquicas, superáveis pela boa harmonia entre as partes.
7. Logo, a família é o conjunto de todas as pessoas que, sendo do mesmo sangue ou ligadas por laços de parentesco, vivem na mesma casa - este é o fundamento da família tradicional.
Nau
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Nº. 289 - A Família, II
1. O apetite sensual comum a todos os animais motiva a busca do adequado parceiro.
2. A manutenção de tal parçaria depende do espírito gregário (ou não) dos animais em causa.
3. Logo, a monogamia daqueles que vivem aos pares e cuidam juntos da sua prole tem sido a prática generalizada entre os humanos.
4. Sem dúvida que tal prática tem por fundamento salvaguardar a posse de bens materiais transmissíveis a eventuais herdeiros.
5. A faculdade de transmitir bens, direitos ou poderes verifica-se quando o sentimento comunitário se encontra deveras enraizado.
6. Porém, quanto mais complexas se tornam as regras na comunidade, menos compulsivas estas se apresentam, na senda de uma via intermédia, digamos, mais persuasiva.
7. O laxismo (comportamentos pouco cuidados ou permissivos) é uma caracerística dos sistemas que impõem um controlo administrativo e político centralizado.
Nau
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Nº. 288 - A Família, I
1. A fragilidade humana tem sido motivadora da agregação civilizacional.
2. Certo que outros animais também adoptam tais esquemas, embora de forma menos sofisticada.
3. A maioria, porém, mantém uma dependência espontânea, assim como temporária, com a progenitora e, logo que o rebento se encontre mais adestrado, segue o curso natural da vida.
4. O binómio pai-mãe resulta mais nominal do que efectivo, porquanto o macho limita-se ao complemento, sendo a função maternal o elo forte nas relações humanas.
5. Todo o rebanho com débil ligação com a progenitora tem um desenvolvimento menos equilibrado, com fortes tendências anti-sociais.
6. Ressalva-se o facto da descendência feminina em que as relações mãe-filha, sendo mais de emulação do que de complexo edipiano, se tornam singelamente matriarcais.
7. A crise que se agudiza nas modernas comunidades é o fim da família tradicional. Logo, é bom conjecturar: o que nos reserva o futuro, a curto e longo prazo?.
Nau
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Nº. 269 - A Conquista da Felicidade, I
1. Grassa o descontentamento na maioria da gente lusa.
2. Presumir que o crescimento económico é constante e o bem-estar atingível a curto prazo é uma falácia.
3. O corrículo académico poderá ser ferramenta inestimável mas depende daquele que se adestra no uso da mesma.
4. A comunidade enrobustece-se quando os seus elementos estão cientes dos pertinentes deveres e obrigações, bem como motivados na defesa dos seus próprios interesses.
5. A persecução do lucro fácil na linha de que tudo vale desde que seja para benefício próprio só encontra apoios nos especuladores e agentes corruptores tradicionais.
6. Sempre que os benefícios excedam o esforço aplicado na obtenção destes, o equilíbrio pessoal é atingível e a felicidade rondará as cercanias.
7. O cooperativismo é a via mais adequada para o confronto com especuladores ou com apaniguados dos centralismos redentoristas.
Nau
domingo, 19 de agosto de 2012
Nº. 268 - Mudam-se os tempos
1. "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança: todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades".
2. Aparentemente, alguns ficam parados no tempo por mais que este mude (esta observação é válida tanto para monárquicos, como para republicanos) sendo tal imobilidade sinónimo de falta de coragem para enfrentar o modo real.
3. "Muda-se o ser" perante esquemas aparentemente inocentes, mas todos se arrogam de impolutos, vociferando contra os mais. Porém, certo é que tanto a grande, como a pequena corrupção têm a mesma origem - a falta de verticalidade.
4. "Muda-se a confiança"... Será tal possível?. Depois do mal e da caramunha o arrependimento terá algum valor para o reatamento dos tratos sociais quando os laços existentes ficarem rotos! - desculpa, se o matei, isso basta?.
5. "Todo o mundo é composto de mudança", evolução singela porquanto nada se cria, tudo se transforma e a própria mudança compreende em si partículas fenexianas que prudentemente renovam, logo sendo mera continuidade.
6. "Tomando sempre novas qualidades", isto é, adaptando-se às necessidades dos tempos, pelo que o existir será transitoriedade numa caminhada inexorável que, por ser natural, nos pode fazer sentir felizes.
7. Deus disse que nos amássemos e não que nos amassêmos - lá está a busca da autoridade! - pois mudam-se os tempos...
Nau
sábado, 18 de agosto de 2012
Nº. 285 - O republicano
1. O republicano exalta o individualismo e pretende reviver a morte do Rei porquanto este é colectivo.
2. Apartando-se dos mais, o republicano apenas se projecta no partido da sua feição, tido à sua imagem e semelhança.
3. Se a anunciada morte de Deus paira no ar, o reiterativo individualista republicano louva a razão que desconhece e assume-se democrata por procuração.
4. Falar com Deus de igual para igual serve para massajar o ego republicanóide, abjurando a eternidade que lhe não é assegurada - afirma-se como mero sectário por profissão.
5. Logo, republicano não é aquele que acredita na democracia, mas o indivíduo que poderá ser Presidente da República, por muito remota que seja tal hipótese.
6. O inextricável cidadão republicano conta com a comunidade posto que esta não possa contar consigo pois ele é um todo já comprometido com a sua pessoa.
7. Assumindo uma natureza individual/negativa o republicano actua com independência em relação à colectividade - preconceituoso e antimonárquico.
Nau
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Nº. 284 - Atreve-te, II
1. Aqui procura-se enunciar, de modo singelo, os elementos da doutrina monárquica.
2. Condena-se o fideísmo, porquanto a opção política sugerida é lógica, fundamentada e corresponde à tradição lusa.
3. Reprova-se a atitude nefelibatesca daqueles que propõem a substituição de debates - francos, abertos - por cruzadas contra infiéis, i.e., todo aquele que não comunga dos seus ideais.
4. Desprezam-se os jogos de bastidores em que muitos se enredam para dar nas vistas, carentes de bom-senso e de mérito pessoal, fruto de ambições incontidas ou meramente excêntricas.
5. À letra se desagrava os disparates, atoardas e dislates daqueles que põem em letra redonda ideias espatafúrdias acerca da Monarquia e da figura do Rei.
6. A comunidade é formada por numerosas etnias, grupos de pessoas com concepções políticas múltiplas e desvairadas gentes que, trabalhando de modo concertado, possibilitam a coesão, o progresso e, sobretudo, o bem-estar comum.
7. Somos cooperativistas porquanto, através de grupos de pessoas determinadas a defender os seus interesses, melhor nos protegemos do capitalismo especulativo, bem como do centralismo político em curso.
Nau
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Nº. 283 - Tempo de reflexão
1. Ao assumir uma dívida na boa fé que o reembolso da mesma será efectuado no prazo estabelecido, nenhuma contravenção poderá ser evocada.
2. Porém, se a falta de observância do termo ajustado para a regularização da dívida se verificar, esta será razão suficiente para o presumido credor exigir reembolso do montante em dívida, bem como reivindicar a aplicação das penalizações originalmente previstas.
3. Resta ao prevaricador justificar o atrazo em causa, negociando uma moratória ou declarando-se insolvente, o que provocará o eventual accionamento de garantias por terceiros, além da penhora de bens materiais (se for o caso disso) num processo judicial desonroso.
4. Claro que as dívidas contraídas por titulares de fartos cabedais terão sempre um tratamento muito especial por parte dos credores pois estes, sabendo dos recursos envolvidos, pretendem manter a galinha dos ovos de ouro bem nutrida a fim de dar continuade ao chorudo negócio.
5. O mesmo se passa com os países soberanos de vastos recursos naturais ou sólida produtibilidade que angariam fundos nos mercados ( internos ou externos) para obras públicas - edifícios, projectos urbanos, infra-estruturas, etc. - de ciclos replicativos, estes independentes dos ditos meramente eleitorais.
6. As dívidas dos Estados soberanos exigem um procedimento diferente da parte dos credores sem rosto, pois o objectivo destes é maximizar lucros jogando em rivalidades várias, de entre estas as cambiais.
7. Neste apontamento apenas se repetem lugares comuns a fim de sugerir uma reflexão mais profunda acerca dos mesmos.
Nau
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Nº. 282 - atreve-te!
1. Não é preciso ter coragem (apenas coerência) para se afirmar monárquico em público.
2. Não basta alardear convicções em forum privado, no seio de simpatizantes e/ou de amigos pessoais.
3. Não será conveniente afirmar-se monárquico sem previamente analizar as razões da opção assumida.
4. A Monarquia não é panaceia, apenas uma doutrina política lógica; não satisfaz ambições pessoais, nem produz, automaticamente, políticos virtuosos.
5. Os valores da Monarquia são os mesmíssimos da comunidade, logo o importante é a reforma das mentalidades tacanhas.
6. Pugnar pela instauração da Monarquia e contribuir para o bem-estar da comunidade em que nos encontramos inseridos é um dever inalienável.
7. O emblema esmaltado com a bandeira azul e branca, ostentando as armas do Reino de Portugal, é vistoso - atreve-te a usá-lo em público!.
Nau
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Nº . 281 - Monárquico & Comunalista
1. Perceber e imaginar são hipóteses reflexivas permitindo a primeira o entendimento e a segunda o devaneio inconsequente.
2, Se a disciplina mental - por norma ou distracção - estiver arredada dos actos políticos, todo agente é mero factotum, aplaudinte embevecido.
3. O alegado monárquico poderá dar vivas ao Rei, mas o mais importante é estar imbuido do espírito de comunidade que sobreleva o geral ao particular na motivação democrática.
4. Imaginar dinastias poderá ser interessante mas o curial é ter presente que o sentido comunalista impõe acção concertada que, no nosso entender, o cooperativismo satisfaz.
5. O sistema associativo que tem por base as unidades cooperativas exercitadas no combate ao capitalismo - monopolista ou estatal - não é uma doutrina totalitária.
6. O comunalismo enrobustece-se através do espírito de iniciaiva, combinado e harmonioso; pela prática do diálogo e consenso; pela diversidade de credos e opções políticas.
7. Os monárquicos poderão ser liberais, socialistas ou qualquer outra corrente política, mas autênticos res publicanos. Os outros, os alegados republicanos, serão meros preconceitualistas, i.e., antimonárquicos.
Nau
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Nº. 280 - Comunalismo & Agnosticismo
1. Os cooperativistas duros da nossa praça de imediato reagiram ao emparelhamento inovador.
2. Que haja uma conexão entre o cooperativismo e o comunalismo é compreensível porquanto ambos têm matriz associativa.
3. Com base na união entre produtores ou consumidores e o objectivo de libertar os motivados associados dos encargos respeitantes a lucros dos intermediários ou dos especuladores, as cooperativas apresentam-se como o escudo eficaz para o combate ao capitalismo monopolista e/ou estatal.
4. Por outro lado, seguindo o padrão das populações medievais que se emanciparam do feudalismo assumindo um governo autónomo com o beneplácito do rei, as comunas, na sua origem, foram inspiração para as primeiras mútuas de socorro e auxílio então existentes.
5. Logo, ao esbatimento dos preceitos religiosos, à multiplicação e esvaziamento dos credos, é natural que o homem - sobretudo o homem comum - se encontre impossibilitado de alcançar um conhecimento absoluto.
6. O pensamento agnóstico será a ferramenta que não um termo às opções fideístas individuais, em tempo nenhum condicionando a vida da comunidade, tanto no foro espiritual, bem como no político.
7. Por conseguinte, Monarquia rima com Democracia e comunalismo com agnosticismo.
Nau
domingo, 12 de agosto de 2012
nº. 279 - Religiao, VII
1. Frequentemente tenho sido avisado que o tema religião deveria ser tabu neste espaço.
2. Claro que a doutrina e prática cooperativa têm por norma o alheamento da política e dos assuntos religiosos.
3. Porém, a via cooperativa aqui defendida está intrinsecamente ligada à tradição lusa, tendo por fundamento a liberdade da comuna garantida pela figura do Rei.
4. Ao falar da tradição, demasiadamente esta é associada à cultura religiosa que na pureza e unidade pretendem, aliás, pretendiam ser o timbre da instituição política.
5. Nos dias de hoje, a fé deixou de ser a base para a coesão social que, segundo Miguel Unamuno, se enrobustece na dúvida, mas a título pessoal.
6. A moderna comunidade consiste em comunidades de etnias, credos religiosos, opções políticas, etc., diferenciadas na persecuçaõ do bem-comum.
7. Logo, Monarquia rima com Democracia, assim como comunalismo com agnosticismo.
Nau
sábado, 11 de agosto de 2012
Nº. Religião, VI
1. Na Idade Média, a concepção dualista era flagrante - de um lado os eventuais pecadores; do outro os determinados virtuosos.
2. As inclinações naturais do homem deveriam ser moderadas, a fim de não cairem nas tentações do mafarrico.
3. Do outro lado insinuava-se a concepção piedosa, digamos ascética, carregada de moral e condenações infernais.
4. Os modernos ismos têm por fundamento a felicidade, a contrapor ao mal que será a pobreza, a doença e o sofrimento.
5. As correntes religiosas, aos valores negativos acima mencionados, contrapõem o Paraíso, não somente para o indivíduo, mas também para a comunidade no seu todo.
6. Jacques Maritain, nas semanas sociais de 1936, claramente analizou o problema: ou a fé religiosa; ou o ídolo estatal.
7. Já no seu tempo Francis Bacon alertara - "o Diabo ousa postar-se diante de Deus".
Nau
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Nº. Religião, V
1. Jamais os preconceitos poderão bloquear o conhecimento humano.
2. Aparentemente, o homem está limitado ao planeta Terra, mas há muito que o pensamento ultrapassa tal fronteira.
3. Porém, se o universo for infinito, o homem só poderá sentir o prazer sublime demonstrando-o cabalmente.
4. Suponho que apenas algumas seitas religiosas ainda defendam a possibilidade de vida para além da morte, mas tal já não motiva o comum dos mortais.
5. A fome de Felicidade é tão grande que facilmente se troca o Paraíso por um prato de lentilhas, servido a quente e regado por um bom vinho tinto.
6. Quer a teoria quântica, quer qualquer outra teoria de tudo que se possa formular não satisfará o teólogo do presente e do futuro porquanto a religião justifica a sua existência.
7. Segundo Bertrand Russel, "a reverência que os gregos sentiam pelos oráculos, e a Idade Média pelo Papa é concedida, nos Estados Unidos, ao Supremo Tribunal de Justiça".
Nau
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Nº. 276 - Religião, IV
1. Segundo todas religiões, o mundo é obra divina, embora Deus tenha sido criado pelo homem.
2. Há centenas de milhões de anos que os seres no planeta Terra têm evoluido, sendo uns mais gregários do que outros.
3. Apenas o homem presta homenagem a Deus, estando os outros animais dispensados da justificação da sua existência.
4. Tudo nasce, cresce e morre - sem se interrogar, sem procurar respostas - vivendo de acordo com a natureza das coisas.
5. A fome de conhecimento só pode ser atribuida a Prometeu, pois foi este que roubou o fogo aos deuses para o dar aos homens.
6. Possivelmente, a soma de todas as teorias existentes, bem como as futuras, jamais satisfarão a curiosidade do homem.
7. Como Tântalo, permanecemos no seio da Felicidade com parcos meios para a conquistar racionalmente.
Nau
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Nº. 275 - Religião, III
1. A paz na comunidade é assegurada pela observação dos deveres e direitos comunais.
2. Os deveres comunais tornam duradoura a existência da própria comunidade.
3. Por outro lado, os direitos - à semelhança dos deveres - são as normas (por vezes não formuladas) que regem o comportamento humano.
4. Assim, tudo que é essencial para estreitar os laços na comunidade redunda num dever sagrado ou zelo obrigtório.
5. Logo, a religião justifica-se como a fé na via para a consolidação da unidade incontestável; todo o dissidente é descartável.
6. Perdida a força original, a religião de acatamento às coisas sagradas ou de interpretação do universo perdem qualquer encanto, sendo mera crendice inconsequente.
7. Às boas almas resta o fanatismo na senda das cruzadas, para o continuado poder de alguns e o encolher de ombros daqueles que não acreditam no Pai Natal.
Nau
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Nº. 274 - Luta Popular
1. A greve dos trabalhadores do Metro de Lisboa, a decorrer por todo o mês de Agosto, é provável que seja mais sentida no dia 15 por ter uma duração de 24 horas.
2. A recpção do governo aos emigrantes, segundo o Luta Popular será de "Bem-vindos, desde que paguem e não fiquem". Aliás, o texto completo (no sítio do costume) vale a pena ler.
3. No Serviço Nacional de Saúde (SNS) os trabalhadores administrativos estão a ser convidados a irem trabalhar para outras empresas que lhes oferecem salários inferiores mas, segundo parece, a coisa não está entusiasmar ninguém. Porque será?.
4. A privatização da TAP a preços de saldo é mais um disparate, numa estratégia de venda dos aneis com os respectivos dedos. Título do Luta Popular: "Triunal de Contas quer TAP a voar, mas... baixinho!".
5. Os trabalhadores das minas da Panasqueira recusaram-sea descer às galerias, lutando contra a míngua dos salários, bem como a redução do pagamento das horas extraordinárias.
6. Uma tribuna aberta para expor problemas e debater ideias. Não cruzes os braços!. Luta por aquilo que sabes ser importante para ti!.
7. Lê, discute e divulga o Luta Popular - www.lutapopularonline.org.
Nau
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Nº. 273 - Religião, II
1. Fautor de agregação, logo se tornou culto venerador, códice preceitual e alfobre de crendices.
2. Disposição afectiva em relação a coisas de ordem moral ou intelectual que leva a crer na existência de entes supremos como causa, fim ou lei abrangendo todo o universo.
3. Opiniões que adoptamos com a fé e convicção por cultura social; tradições da comunidade da qual o sujeito procede ou se encontra integrado.
4. Logo, a crença religiosa tem algo de irracional quando mero conjunto de doutrinas comuns a uma colectividade como, por exemplo, o comunismo.
5. Dogma inacessível à razão e apenas sustentada pela fé, a religião alimenta-se de mistérios e cerimónias públicas de ritos elaborados.
6. O zelo exagerado por uma religião em que o crente se julga inspirado pela divindade que venera é um absurdo, pois tal zelo, por norma, dá azo a práticas anti-sociais.
7. O poder corrompe e os actuais governantes sírios não deverão ser excepção a tal regra. Porém, a susbstituição de um Estado laico por uma confissão religiosa, i.e., o islamismo, é um retrocesso civilizacional.
Nau
domingo, 5 de agosto de 2012
Nº. 272 - Religião, I
1. A coesão nas primitivas comunidades era realizada através de práticas colectivas.
2. Tais práticas compreendiam a angariação do sustento, a defesa da comunidade, bem como o culto a entes superiores.
3. O conjunto de cerimónias pelas quais se venera um ente superior ou alguém muito próximo ganhou foro religioso.
4. Logo, após várias gerações, a religião tornou-se uma obrigação indeclinável; uma crença em que os fundamentos viraram em mistérios inacessíveis à razão.
5. Durante muitos séculos as religiões foram o código ético e legal, chegando estes a ser partilhados por comunidades distitntas, mas de interesses similares.
6. A coexistência das religiões foi o recurso imposto pela globalização do planeta e o Estado laico a solução política.
7. Porém, há quem veja no fanatismo uma via para satisfazer os institntos mais soezes; o escape para frustrações inimagináveis.
Nau
sábado, 4 de agosto de 2012
Nº. 271 - Cristóvão Colon: Prova Final
1. Em Junho do corrente ano foi dado à estampa um interessante livro de Fernando Branco - "Cristóvão Colon, Nobre Português".
2. Segundo a tese de Fernando Branco, a identidade do homem que deu ao mundo o Novo Mundo seria a de um nobre português - Pedro Ataíde.
3. Claro que existem várias teses acerca deste assunto, desde a genevesa à catalã, todas elas possíveis devido ao cultivado secretismo da personagem em questão.
4. A proposta de atingir a Ásia pelo ocidente - caminho aparentemente mais curto que o da rota do Cabo da Boa Esperança - não era perfilhado por D. João II.
5. Por outro lado, as exigências do ambicioso navegador eram demasiado grandes pelo que D. João II, não abrindo mão da informação que já possuia, limitou-se a tresvoltear.
6. A originalidade da tese de Fernando Branco, para lá de expor um trama histórico com muita garra, consiste em propor a comparação do DNA de um familiar de Pedro Ataíde com o do Diego Colombo.
7. Recomenda-se vivamente a leitura do livro em causa, da Chiado Editora, bem como o apoio para investigação do referido DNA, mediante mensagem alentadora endereçada ao pedro.ataide.colon@gmail.com.
Nau
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Nº. 270 - Nobreza & Aristocracia, III
1. O governo dos melhores subentendido na Aristocracia deixa no ar a seguinte questão: melhores para quem?
2. Por vezes a arrogância dos supostos iluminados é mais penosa para a população em geral do que um prático governante.
3. O que não deixa qualquer dúvida é o facto de, raramente, os melhores serem os mais eficientes num governo democrático.
4. A democracia real assenta em consensos alargados que não em o abaixar de braços ou o encolher de ombros - "outros que participem e nos deixem em paz com os anjos"
5. Se a apatia dos mais possibilitasse a emergência de autênticos aristocratas, talvez a paz com os anjos resultasse em benefício para a comunidade.
6. Porém, só os cidadãos criteriosos estarão habiltados a efectuar apreciações seguras acerca dos seus interesses particulares em harmonia com a colectividade.
7. Sendo o governo dos melhores um mito e a democracia utópica um campo fértil para especuladores e burocratas, a alternativa será o comunalismo, via o sistema cooperativista aqui repetidamente sugerido.
Nau
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Nº. 269 - Nobreza & Aristocracia, II
1. Conforme sublinhado no último apontamento, Nobreza e Aristocracia não são coisas sinónimas.
2. De facto, o adjectivo nobre subentende sentimentos elevados, brio, imponência, ânimo esforçado, etc. que nem sempre corresponderam aos titulados herdeiros.
3. A jerarquia militar - duque, marquês, conde, visconde, barão - foi a solução adequada na Idade Média para a defesa e administração de vastos territórios.
4. Porém, as contendas entre os senhores da guerra e os abusos sofridos pela população sob a alçada destes, justificaram o frequente recurso ao poder medianeiro do rei.
5. O engrandecimento do poder real teve como aliado o Povo que, por sua vez, ganhou maior autonomia proporcionada pel actividade mercantil, incentivando por tabela a incipiente índústria artesanal.
6. Perdida a função guerreira e aliviada do fardo administrativo, a Nobreza converteu-se numa classe meramente cortesã, procurando disfrutar das benesses esportuladas pelo rei.
7. Nas modernas monarquias, os títulos nobiliárquicos terão apenas um valor sentimental, pois maioritariamente nem para campeadores do Rei servem - por inépcia, apatia ou vaidades pessoais.
Nau
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Nº. 268 - Nobreza & Aristocracia, I
1. Há quem confunda (inocentemente) Nobreza com Aristocracia, ambas associadas à instituição monárquica, num misto de basbaque e antipatia.
2. Nobreza foi uma classe social castrense à qual fora reconhecida certas prerrogativas por um soberano, sendo estas suseptíveis de serem transmitidas por herança.
3. Esgotada a função militar e ultrapassada na gestão administrativa de vastos territórios pela aliança do Rei com o Povo, a partir do século XV, a Nobreza passou a ser apenas um título honorífico, eventualmente hereditário.
4. Muito boa gente capricha em ostentar títulos nobiliárquicos de duvidosa autenticidade e/ou valimento, à semelhança dos inflacionados graus académicos que por aí abundam.
5. Nas modernas monarquias os títulos nobiliárquicos são equivalentes à "Légion d'Honneur" distribuidos às pazadas em França nas festividades do '14 de Julho', celebrando a 'Tomada da Bastilha'.
6. De certo que Aristocracia é uma classe que sobressai entre as mais por qualquer circustância, mormente o empenho pelas cadeiras do poder político e/ou o controlo económico da comunidade.
7. Diziam os Antigos que a Aristocracia seria a forma de governo em que o poder era exercido pelos mais notáveis, tais como nos dias de hoje os Castros em Cuba, os Assads na Síria, os King Jong-Un na Coreia do Norte, bem como os Mussolini, os Hitler e os Estaline do passado.
Nau
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