1. Sublinhamos, uma vez mais, que o comunalismo advoga uma organização social e económica assente na propriedade colectiva e no fundamento cooperativista.
2. Bom é não confundir comunalismo com municipalismo uma vez que este se resume a uma administração pública sectária local, enquanto a primeira, graças à progressiva digitalização, assegura o almejado livre arbítrio.
3. Por outro lado, o comunalismo é robustecido pela multiplicação das unidades cooperativas em espaços geográficos de residência opcional e tradições seculares, sendo a produção de bens essenciais e a administração pública ambas digitalizadas.
4. A massificação social e cultural é apenas uma tendência, adaptável às disparidades continentais, regionais e ambientais, tornando os rodriguinhos, tanto os religiosos como as modas, de duração relativamente breve.
5. Obviamente que a doutrina político-social destruidora da autoridade, i.e., o anarco-comunalismo, pretende erradicar a burguesia republicana dominante, bem como o despotismo daqueles que utilizam o poder em benefício próprio ou de sequazes da mesma igualha.
6. Sem dúvida que a multiplicação das CCA (Condomínios Comunalistas Acratas) são um passo de gigante para a administração pública digital que se perfila no horizonte.
7. O real anarco-comunalismo monárquico tem como representante consensual, a figura de Dom Duarte Pio, Duque de Bragança.
Nau
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