Entre as pedrinhas dormes , flor absorta, ó pobre Ofélia! Mas quem sabe? - Sobre a dor e a loucura , sobre a morte, intransparentes, mudas, esquecidas, correm p'ra sempre, Ofélia doce, as águas.
E o teu sono é uma alga impresumível!...
Sebastião da Gama
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