1. Atribuindo ao homem uma natural capacidade de diálogo, a doutrina cooperativista é a única via para uma real concertação de interesses.
2. Obviamente que a solidariedade fortalece a cooperação entre os associados da unidade cooperativa, assegurando a funcionalidade desta e a superação das dificuldades iniciais ou ocasionais.
3. Livre e espontaneamente, os associados da cooperativa participam nos empreendimentos de interesse comum, sem rebuscadas regras tão do agrado da burguesia republicana dominante.
4. A participação de todos os associados interessados em dado projecto dispensa a intervenção de terceiros que mais se dedicam a criticar do que assegurar um bom resultado.
5. Claro que a oportunidade de trabalhar e de realização pessoal é concretizada através da promoção das pessoas no sector da educação, formação e cultura por essa via facultados.
6. Embora sendo um animal gregário, a cooperação ajusta, enquanto a competição divide ou afasta qualquer hipótese de diálogo, com muito suor e lágrimas.
7. Promover o desenvolvimento económico, cultural e científico dos cooperadores, é passo de gigante no anarco.comunalismo monárquico.
Nau
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