1. Como é óbvio, a doutrina cooperativista da burguesia republicana dominante está por esta configurada aos seus interesses.
2. O corpo directivo - presidentes da assembleia, de direcção, de órgãos complementares e quejandos - apenas serve para uma maior dependência dos meros filiados.
3. Muitas das alegadas unidades cooperativas são apenas empresas privadas, revezando-se os dirigentes num fechado grupo de associados que põem e dispõem da cooperativa a seu (deles) belo prazer.
4. Por outro lado, os sócios apenas têm interesse de ser servidos, pouca atenção dando aos dirigentes profissionais, e estes vivem enquanto a vida dura.
5. Se há fundações culturais que apenas existem para dar "emprego" a uma família inteira, por que não desfrutar das vantagens proporcionadas por uma falsa unidade cooperativa?
6. Cooperar é trabalhar juntamente com alguém, actuando ao mesmo tempo e para o mesmo fim, todavia o que interessa à burguesia republicana dominante é manter-se no poleiro.
7. O anarco-comunalismo monárquico é cooperativista na real acepção da palavra.
Nau
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