1. O real anarco-comunalismo monárquico é tão-somente a expressão de um futuro digitalizado.
2. Assegurada, de um modo racional, a subsistência das comunidades, estas prosseguirão o enriquecimento das suas tradições na linha acrata.
3. Como é óbvio, a acracia pugna pelo fim do centralismo burocrático, reduto da burguesia republicana dominante.
4. Sendo a produção de bens essenciais para a subsistência do homem, e a administração pública daquilo que a todos pertence, ambas digitalizadas, é modo de ser próprio dos humanos.
5. Recorrer à burla e à intrujice para subsistir à grande, é prática de religiosos e capitalistas, a fim destes acumularem grandes cabedais que lhes darão acesso ao poder.
6. O homem vive por que a vida dura numa sucessão de mudanças qualitativas dos nossos estados de consciência que se fundem sem contornos precisos e sem possibilidades de retorno.
7. A existência e a cessação desta é incontroverso; a liberdade é a faculdade do homem agir por livre arbítrio.
Nau
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