sexta-feira, 10 de junho de 2022

Nº. 7554 - Luta Popular 10/06/2022

1. A disputa (eu também digo quanto às reformas governamentais em curso que faz que anda, mas não anda, pautadas como subsídio dependências) alimenta tão-somente rivalidades.

2. Claro que a concorrência de duas ou mais pssoas que disputam a posse das cadeiras do poder, dando azo ao espírito sectário daqueles que se alimentam de vitualhas, em troca de mordomias ao longo da vida.

3. O estado deplorável que nos assiste, como mero reduto da burguesia republicana dominante, apenas serve para coarctar a fome de liberdade do ser humano que se verga à pulhice daqueles que, sob a capa do governo, se governam.

4. Cantam-se loas à liberdade e, embora esta se resuma à faculdade do homem agir por livre arbítrio, o espírito sectário disciplina a ordem aos interesses de minorias que apenas agem por instintos particulares.

5. Repetimos ad aeternum que o planeta Terra a todos aqueles que nela habitam pertence (seres, animais, plantas) existindo e movendo-se por interesses próprio, sem custódias divinas e sem formas de governo em que o poder público é detido por grupos de interesses.

6. O espaço geográfico de residência optativa (de espressão anarco-comunalista monárquica, quanto mais cedo melhor!) é expresso na figura do rei consensual, hereditário e vitalício, que não por interesses sectários.

7. Camões personifica o ideal patriótico português do passado; a figura do Rei, o presente conduzido inexoravelmente a um futuro digitalizado próprio - Viva Dom Duarte Pio, Rei de Portugal.

Nau

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