1. Comportamentos indesejáveis, como desobediência e agressividade infantil, por volta dos 4 - 5, apenas deverão ser contornados com afecto e amor.
2. Todavia há limites que não podem ser ultrapassados, tendo presente que a teimosia se relaciona com a auto-afirmação da criança, não dispensando a adequada disciplina.
3. A obediência infantil manifesta o desejo de chamar a atenção dos progenitores que, assoberbados pelos problemas do dia-a-dia, aparentemente negligenciam os interesses dos seus rebentos.
4. Branduras e/ou rigores inadequados apenas atrapalham as soluções, sendo preferível o diálogo ao eventual aprazimento de doces ou brinquedos de circunstância.
5. A hiperactividade manifestada pela criança é natural, embora cause ansiedade aos que a rodeiam, estes normalmente envoltos nos problemas dos adultos, pelo que a carência de um regular programa de actividades se torna imprescindível.
6. Criar hábitos positivos é salutar - tanto para a criança, como para o adulto - e justificam as eventuais alterações indispensáveis, reforçando os diálogos construtivos.
7. Já fomos crianças, mas as frustrações passadas são alertas que não desculpa para eventuais negligências.
Nau
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