segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Nº. 6304 - Portal Comunalista 7/XII/2020

 1. O sectarismo político pouca diferença faz do doentio clubismo futebolístico, ambos tendo jornalistas e uma periclitante carreira profissional.

2. António Costa está agarrado com unhas e dentes à presidência do governo a fim de não perder a oportunidade de, nos próximos 6 meses, se pavonear por Bruxela, na esperança de um futuro tacho por aquelas bandas.

3. Claro que Freitas do Amaral e António Guterres foram convidados a participar em fóruns de alto gabarito devido ao facto de pertencerem a um país com pouco peso na política internacional, sendo ambos meros joguetes das grandes potências.

4. Honra seja feita a Freitas do Amaral que sempre manifestou desagrado das prepotências do Tio Sam quando este o tomava por lacaio ao seu serviço, algo que ainda não foi pormenorizado por razões óbvias.

5. Fatalmente, sempre que a esquerda chega ao poder, preocupada com a sua clientela, faz borrada, porém a alternativa, tal como se verificou na Monarquia Constitucional, é sempre a mesma coisa, aumentando-se a dívida pública e passando a batata quente às futuras gerações.

6. Urge pôr fim ao centralismo burocrático - tanto liberal, como socialista - enveredando pela multiplicação das unidades cooperativas, na expectativa de uma administração pública e produção industrial digitalizada que se avizinha.

7. Entretanto a tese anarco-comunalista propõe o apressado fim do estado lastimoso em que nos encontramos, sugerindo a prática da autogestão cooperativista.

Nau

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