1. Segundo os teóricos da primeira metade do século XIX, a reforma social das comunidades deverá ser orientada para o combate ao lucro e à concorrência.
2. As unidades cooperativas, abarcando todas as áreas de actividade económica, seriam a prática adequada a uma progressiva reforma social, através da autogestão e financiamento a partir dos seus próprios réditos.
3. Como é óbvio, tal via não era do agrado da burguesia republicana dominante que, de imediato, avançou com uma série de regras burocráticas, enumerativas, inventários e registarias de alto coturno.
4. De imediato, sob o manto diáfano do capitalismo, foram criadas pseudo unidades cooperativas, limitando o apoio mútuo destas a grupos de interesses, tanto na formação académica, como na área bancária.
5. Por outro lado, procurou-se arregimentar em sectarismos de esquerda o real sentido da cooperação sob a capa do anarco-sindicalismo atribuindo aos sindicatos um papel relevante na luta pela emancipação da classe operária.
6. Ora o fundamento do anarquismo nada tem a ver com reivindicações políticas, ou económicas de trabalhadores, mas pura e simplesmente o fim do reduto da burguesia, isto é, a erradicação do estado, tido como nação politicamente organizada.
7. Uma vez mais a vossa atenção é chamada para o facto de Monarquia significar autoridade de um só, isto é, do Povo, sendo a unidade cooperativa a távola redonda do anarquismo
Nau
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