2. Ao dar relevo a algumas das unidades cooperativas lusas não nos preocupámos em previamente verificar as orientações sectárias dos seus dirigentes, embora alguns se tenham mostrado agastados com a mera relevância aqui prestada.
3. Claro que a tendência sectária, religiosa e/ou clubista de alguém que faça parte dos quadros dirigentes das unidades cooperativas é pouco importante desde que as suas opções pessoais não sejam impostas, tanto aos associados, como aos eventuais colaboradores do projecto em causa.
4. O anarco-comunalismo, como doutrina político-social destruidora da autoridade, defende a liberdade total do indivíduo sem as preocupações totalitárias, quer da centralização dos poderes administrativos, quer da sobreposição de interesses partidários na colectividade.
5. Sem dúvida que o avanço tecnológico dos nossos dias, dentro em breve, assegurará a subsistência individual da população do Planeta Azul que, embora faseada, será alheia aos sectores produtivos e administrativos.
6. Antevemos, para o homem de amanhã, uma subsistência, bem como uma assistência sanitária adequada às actividades que este abraçar, uma vez que o seu bem-estar será assegurado até aos últimos dias.
7. O anarco-comunalismo aposta nas novas tecnologias, de longe menos penosas do que o centralismo burocrático, uma vez que os impulsos electrónicos se encontram em franco progresso.
Nau
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