quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Nº. 6328 - Prelo Real 31/XII/2020

                          ANO NOVO 


                         Recomeça...

                    Se puderes

                    sem angústia

                    e sem pressa.

                    E os passos que deres,

                    nesse caminho duro

                    do futuro

                    dá-os em Liberdade.

                    Enquanto não alcances

                    não descanses.

                    De nenhum fruto queiras só metade.

                    E, nunca saciado, 

                    vai colhendo ilusões sucessivamente no pomar.

                    Sempre a sonhar e vendo

                    o logro da aventura.

                    És homem, não esqueças!

                    Só é tua a loucura

                    onde, com lucidez, te reconheças.


                                                            Miguel Torga

                    

                   


                    

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Nº. 6327 - RAC M,

1. Real por ser adequado ao fim por todos pretendido que, na ajuda mútua, orientam os seus passos.

2. Anarquista tendo como objectivo final a constituição de uma comunidade libertária fundamentada na cooperação.

3. Comunalista ao sublinhar a prática de serviços reciprocamente prestados no interesse individual e colectivo.

4. Monárquico por reconhecer uma só autoridade, i.e., a soberania do povo, esta aleatória e periodicamente indigitado para funções de acompanhamento da administração pública digital.

5. Emblemática é a figura consensual do Rei, hereditária e vitalícia, rosto do espaço geográfico onde as comunidades afins interagem e sustentam as tradições.

6. Portugal, país-arquipélago de residência optativa em que a subsistência e assistência individual é digitalmente orientada.

7. Neste espaço, o real anarco-comunalismo monárquico está aberto a avaliação pública.

Nau

 

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Nº. 6326 - Doutrina Cooperativista 29/XII/2020

 1. Tendo por fundamento o consenso, a cooperação exclui a concorrência e o conflito nas relações sociais.

2. A colaboração, por outro lado, admite o trabalho entre várias pessoas para uma operação comum, embora viciada no espírito hierárquico.

3. No cooperativismo, a autogestão e o apoio mútuo suscitam o diálogo entre os associados, ao redor da távola onde amesendam, sem o cerimonial burguesoide.

4. Trabalhar em comum, com uma ou mais pessoas numa empresa comercial, a responsabilidade dos que não pertencem ao quadro dirigente, é dos seus superiores.

5. A unidade cooperativa tem por fim libertar os seus associados dos encargos respeitantes a lucros de intermediários ou de capitalistas.

6. Sendo o ganho ou proveito que se obtém em qualquer actividade comercial a razão da existência da empresa, o capitalismo é o supremo mestre desta.

7. O anarco-comunalismo monárquico defende a faculdade do homem agir, de um ou outro modo, por seu livre arbítrio.

Nau

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Nº. 6325 - Portal Comunalista 28/XII/2020

 1. Sendo a economia a ciência que se ocupa da produção e da distribuição de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas, muitos são os iluminados que pretendem fazer o controlo da mesma.

2. Todavia a prosperidade económica não se limita à produção e distribuição de bens, encontrando-se condicionada pelo meio ambiente - tudo que nos rodeia, respiramos e nos alimenta - bem como pelas políticas que levianamente abraçamos.

3. O ramo das ciências que trata do espírito organizativo - condicionando a vida e o comportamento individual, este submetido a um mercado onde se compram e vendem mercadorias, sobretudo a força do trabalho - é súbdito de uma minoria dominante.

4. Quer o sistema liberal, quer o socialista, ambos alegadamente democráticos, encontram-se submetidos à vontade da dita minoria, esta caracterizada ora por um centralismo burocrático, ora por sectarismo piramidal.

5. Autoritarismos encapotados condicionam a vida social humana que as revoluções agravam através de caudilhos aventureiros e/ou chefes sectários, na linha do pensamento de Maquiavel, em que as desavenças e as discórdias seriam meios convenientes a quem pretenda governar.

6. Sem dúvida que o estado deplorável em que nos encontramos, reduto da burguesia republicana dominante, carece de uma radical supressão que apenas o anarco-comunalismo monárquico de fundamento cooperativo poderá proporcionar.

7. Quem quer usar da palavra antes do Ano Novo que se avizinha?

Nau

 

domingo, 27 de dezembro de 2020

Nº. 6324 - Psyche 27/XII/2020

 1. Finalmente o Reino Unido abandona o concerto do mercado Europeu para alegadamente abraçar um projecto intercontinental.

2. Pretendendo reforçar a libra esterlina a nível global, o governo de sua majestade britânica procura aliciar o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia em novo mercado comum.

3. Claro que as parcerias no campo científico europeu das novas tecnologias não será, provavelmente, abandonado, mantendo um pé dentro e outro fora, não vá o diabo tecê-las.

4. A vantagem do mercado intercontinental do Reino Unido, aparentemente, seria uma barreira à agressividade comercial do Império Chinês, obviando igualmente os problemas linguísticos que na União Europeia se verificam.

5. O projecto intercontinental britânico nada tem de novo, pois fora, académico e politicamente, discutido em meados do século passado, quando a questão do bloco soviético batia à porta ameaçadoramente.

6. a eventual aproximação da União Europeia ao Império Putin é uma hipótese, mas tal não é do agrado do Tio Sam que não abdica da tutela sobre o Velho Continente.

7. Em suma: Europa, Europa para aonde ides, Senhora?

Nau

 

sábado, 26 de dezembro de 2020

Nº. 6323 - Fin de Semana 52 26/XII/2020

1. Comportamentos indesejáveis, como desobediência e agressividade infantil, por volta dos 4 - 5 anos, apenas deverão ser contornados com afecto e amor.

2. Ainda há quem associe o voto à liberdade de escolha, muito embora este se encontre limitado aos candidatos indigitados pelos demagogos das diversas facções políticas.

3. Muitos dos lugares, vilas aldeias etc. deste Portugal à beira mar plantado estão a ficar desertificados, aventurando-se os mais destros nas grandes urbes como pau para toda colher e como alternativa à emigração longe do país natal.

4. Ora o que faz falta é o espírito cooperativo dado que os vários ramos deste, sem dúvida, proporcionarão as adequadas respostas para satisfazer as necessidades básicas dos esclarecidos associados.

5. O mundo avança para uma digitalização ímpar (onde os aventureiros medram) arredando o homem, tanto da administração pública como da produção industrial.


6. "Natal: Evoco o verbo nestas palavras banais que em banalidades esgoto ... Eternidade do infinito incerta. Absoluto que se revitaliza por mor do relativo, se reduz e se cativa e, cativo, se liberta", José Travaços dos Santos dixit.

7. Democracia, sublinhamos uma vez mais, é a manta de retalhos que todo o cretinismo aconchega, doentiamente evocada por liberais e socialistas.

Nau


 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Nº. 6322 - Luta Popular 25/XII/2020

 1. O espírito sectário é, por norma, intolerante às opiniões contrárias, doutrinas políticas, religiosas ou filosóficas.

2. Monarquia significa uma só vontade, i. e., a autoridade do colectivo, fundamentada no poder tradicionalista dinâmico.

3. A ciência que se ocupa da produção e da distribuição de bens e serviços, progressivamente electónica, procura satisfazer as necessidades humanas.

4. Democracia, sublinhamos uma vez mais, é a manta de retalhos que todo o cretinismo aconchega, doentiamente evocada por liberais e socialistas.

5. O conceito social que, face à competitividade entre as pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo é, sem dúvida, o leitmotiv do progresso.

6. Concorrer com outrem na mesma competência (rivalidade perversa) poderá estimular a economia, debilitando-a por excessos.

7. O anarco-comunalismo monárquico pugna pela erradicação do estado, este reduto da burguesia republicana dominante.

Nau

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Nº. 6321 - PRELO REAL 24/XII/2020


                    Natal

            EVOCO O VERBO

            NESTAS PALAVRAS BANAIS

            QUE EM BANALIDADES ESGOTO

            NO DIA A DIA.


            O VERBO FEITO CARNE

            SUJEITA AO SOFRIMENTO

            DA MORTE AO NASCIMENTO

            DE TODOS OS MORTAIS


            ETERNIDADE NO INFINITO INCERTA.

            ABSOLUTO QUE SE REVITALIZA

            POR MOR DO RELATIVO,

            SE REDUZ E SE CATIVA

            E, CATIVO, O LIBERTA.


                              JOSÉ TRAVAÇOS SANTOS

             


quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Nº. 6320 - RAC 23/XII/2020

1. Tudo o que espírito e a alma concebem é controverso.

2. A parte imaterial do ser humano poderá entender e aceitar as coisas pela força das circunstâncias, adiando decisões por algum tempo.

3. Todavia, o que dá alento e força à maneira de estar é muito complicado - transigências, aliás expectativas proteladas.

4. O mundo avança para uma digitalização ímpar (onde os aventureiros medram)  arredando o homem, tanto da administração pública como da produção industrial.

5. Provavelmente, a subsistência humana será assegurada por sistemas automáticos que lhe proporcionarão o eventual singrar por áreas culturais de maior interesse.

6. Rivalidades de âmbito continental darão azo a disputas de tipo religioso, aumentando o sentimento que leva a crer na existência de entes supremos como causa, fim ou lei universal.

7. O camartelo do anarco-comunalismo monárquico será imparável na destruição de tais redutos da burguesia republicana dominante.

Nau 


terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Nº. 6319 - Doutrina Cooperativista 22/XII/2020

 1. Sendo uma associação autónoma de pessoas, a cooperativa é a plataforma ideal para o diálogo e a prática de uma salutar cooperação.

2. A agricultura, o artesanato, a comercialização, o consumo, o crédito, a cultura, o ensino, a habitação e construção, as pescas, a produção operária, os serviços e a solidariedade social são os ramos cooperativos básicos.

3. Muitos dos lugares, vilas aldeias, etc. deste Portugal à beira Atlântico plantado ficam desertificados, aventurando-se os mais destros nas grandes urbes como pau para toda colher e, como alternativa, a emigração para longe do país natal.

4. Ora o que faz falta é o espírito cooperativo dado que os vários ramos deste, sem dúvida, proporcionarão as adequadas respostas para satisfazer as necessidades básicas dos esclarecidos associados.

5. Basta gizar um contrato de exploração agrícola onde o acesso e/ou habitabilidade seja assegurada à maioria dos associados, sendo as outras carências satisfeitas de acordo com o projecto meticulosamente preparado, evitando o afastamento do território que lhe é familiar.

6. Possivelmente, alguns dos associados terão que diversificar as suas actividades, jamais descurando a consolidação dos alicerces básicos que assentam no ensino, na assistência e apoio aos jovens e/ou idosos, de modo a construir uma comunidade mais sã e justa.

7. Em suma: uma comunidade robustece-se através do espírito verdadeiramente anarquista, defendendo a liberdade integral do anarquismo.

Nau

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Nº. 6318 - Portal Comunalista 21/XII/2020

 1. Democracia é a manta de retalhos que toda a cretinice aconchega.

2. Como é sabido, doença crónica devida à disfunção da tiróide, o cretinismo encontra-se associado à idiotia e surdez dos nossos políticos.

3. Na lógica da compaixão e do eufemismo, o retardo daqueles que tratam dos negócios públicos deriva do étimo cristão (chrétien) porquanto todos são filhos... de Deus.

4. Possivelmente esta é a razão pela qual a palavra democracia é doentiamente evocada por liberais e socialistas, tanto nas paródias eleitorais do Tio Sam, como na versão piramidal chinesa.

5. Ainda há quem associe o voto à liberdade de escolha, muito embora este se encontre limitado aos candidatos indigitados pelos demagogos das diversas facções políticas.

6. Baseado na ciência que estuda as condições formais, Monarquia significa a autoridade de um só, i.e., do Povo, colectivo de todos os indivíduos do espaço geográfico tradicional de residência optativa.

7. O anarco-comunalismo monárquico aposta na multiplicação das unidades cooperativas tendo por objectivo a destruição do Estado, reduto da burguesia republicana dominante.

Nau

domingo, 20 de dezembro de 2020

Nº. 6317 - Psyche 20/XII/2020

 1. Comportamentos indesejáveis, como desobediência e agressividade infantil, por volta dos 4 - 5, apenas deverão ser contornados com afecto e amor.

2. Todavia há limites que não podem ser ultrapassados, tendo presente que a teimosia se relaciona com a auto-afirmação da criança, não dispensando a adequada disciplina.

3. A obediência infantil manifesta o desejo de chamar a atenção dos progenitores que, assoberbados pelos problemas do dia-a-dia, aparentemente negligenciam os interesses dos seus rebentos.

4. Branduras e/ou rigores inadequados apenas atrapalham as soluções, sendo preferível o diálogo ao eventual aprazimento de doces ou brinquedos de circunstância.

5. A hiperactividade manifestada pela criança é natural, embora cause ansiedade aos que a rodeiam, estes normalmente envoltos nos problemas dos adultos, pelo que a carência de um regular programa de actividades se torna imprescindível.

6. Criar hábitos positivos é salutar - tanto para a criança, como para o adulto - e justificam as eventuais alterações indispensáveis, reforçando os diálogos construtivos.

7. Já fomos crianças, mas as frustrações passadas são alertas que não desculpa para eventuais negligências.

Nau 

sábado, 19 de dezembro de 2020

Nº. 6316 - Fim de Semana 51 19/XII/2020

 1. Prevenir doenças ou detectá-las o mais cedo possível é um dos objectivos da assistência médica. A triagem e a prevenção de doenças são proporcionadas por regulares exames médicos, baseados em técnicas pouco dispendiosas.

2. Caminhando para uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas; a assistência da população será assegurada de acordo com as necessidades individuais.

3. Doutrina cooperativista: autogestão; neutralidade política e religiosa; prestação de serviços; satisfação das necessidades básicas dos associados;  educação e formação técnica; empatia anarquista.

4. A comuna é o agrupamento autonómico de pessoas em determinada localidade, urbana ou rural, onde os residentes satisfazem as necessidades sociais e culturais de feição cooperativista.

5. O anarco-comunalismo monárquico, através da multiplicação das unidades cooperativas, é a revolução que se avizinha, num Portugal sem rei nem roque.

6. "Já não há mordaças, nem ameaças, nem algemas que possam perturbar a nossa caminhada, em que os poetas são os próprios versos dos poemas e onde cada poema é uma bandeira desfraldada... Sidónio Muralha dixit.

7. Hoje a democracia é adequada a uma massa amorfa que dá o seu voto a alerquins indigitados por cabecilhas sectários, impondo estes aos seus discípulos o discurso da sua conveniência.

Nau

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Nº. 6315 - Luta Popular 18/XII/2020

 1. A luta popular é assaz capciosa.

2. Celebrada no Primeiro de Dezembro como um levantamento popular contra a hegemonia espanhola, em meados do século XVII, esta resultou da concertação de meia centena de conspiradores,

3. A intervenção popular foi estimulada pelo assédio às instalações da regente da coroa espanhola e pelo linchamento do secretário desta que, embora fosse de raça lusa, se comportava como a maioria dos politiqueiros dos nossos dias que só veem as vantagens que podem tirar das posições assumidas.

4. O fim da Monarquia Tradicionalista foi soprado pela minoria cata-vento que, subjugando-se a um capitalismo arrojado, pariu uma burguesia republicana dominante que, frequentemente, arrota a bostas de democracia por desfastio.

5. Na Grécia Antiga, sábios contemporâneos prescindiam da mulher, por esta veicular o pensamento do pai ou do companheiro; dispensavam o escravo subjugado pelo seu senhor, bem como o estrangeiro por eventuais ideias alheias.

6. Hoje a democracia é adequada a uma massa amorfa que dá o seu voto a alerquins indigitados por cabecilhas sectários, impondo estes aos seus discípulos o discurso da sua conveniência.

7. O anarco-comunalismo monárquico (monárquico por impor a disciplina do povo) ombreia com o cooperativismo por este opor a autogestão e o apoio mútuo à competitividade capitalista.

Nau

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Nº. 6314 - Prelo Real 17/XII/2020

 

                    Soneto Imperfeito da Caminhada Perfeita


            Já não há mordaças, nem ameaças, nem algemas

            que possam perturbar a nossa caminhada,

            em que os poetas são os próprios versos dos poemas

            e onde cada poema é uma bandeira desfraldada.


            Ninguém fala em parar ou regressar.

            Ninguém teme as mordaças ou algemas.

            - O braço que bater há-de cansar

            e os poetas são os próprios versos dos poemas.


            Versos brandos... Ninguém mos peça agora.

            Eu já não me pertenço: Sou da hora.

            E não há mordaças, nem ameaças, nem algemas


            que possam perturbar a nossa caminhada,

            onde cada poema é uma bandeira desfraldada

            e os poetas são os próprios versos dos poemas.


                                                                   Sidónio Muralha

            
            


     


        

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Nº. 6313 - RAC 16/XII/2020

 1. A comuna é o agrupamento autonómico de pessoas em determinada localidade, urbana ou rural, onde os residentes satisfazem as necessidades sociais e culturais de feição cooperativista.

2. O conjunto de comunas afins em espaços geográficos de hábitos e usanças transmitidos de geração em geração, exprimem o conceito sublime de Reino, tendo por referência a figura consensual do Rei, hereditário e vitalício.

3. As regiões geográficas soberanas que se regem por conceitos há muitos séculos adquiridos são designados por nomes próprios, tal como este rosto da Península Ibérica, à beira Atlântico plantado, que expressa um Portugal empobrecido.

4. Falho de recursos naturais, cedo os seus rebentos se lançaram em peregrinações pelo Planeta Azul, descobrindo novas rotas que os alheasse das intrigalhadas em que o continente europeu se desgasta.

5. Deslumbrado pelos avanços técnicos que a Revolução Industrial proporcionou e o sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, súbdita do grande capital, a pátria lusa encontra-se a saldo nas garras da burguesia republicana dominante.

6. Todavia, a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, a par de um conjunto do que é necessário para sustentar a vida, responderá, dentro em breve, à fome de liberdade do ser humano.

7. O anarco-comunalismo monárquico, através da multiplicação das unidades cooperativas, é a Revolução que se avizinha, num Portugal sem rei e sem roque.

Nau


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Nº. 6312 - Doutrina Cooperativista 15/XII/2020

                              

                         Adesão livre

                         Autogestão

                         Neutralidade religiosa

                         Prestação de serviços

                         Satisfação das necessidades básicas dos associados

                         Educação e formação técnica

                         Empatia anarquista 


                         Nau

         

 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Nº. 6311 - Portal Comunalista 14/12/2020

 1. Monarquia significa uma só autoridade, i.e., a autoridade do Povo, a qual se consolida através da cooperação.

2. O anarco-comunalismo, procurando sustar a eventual tendência autoritária, continuará a incentivar a multiplicação das unidades cooperativas.

3. Por outro lado, o colectivo de todos os indivíduos do mesmo espaço tradicional e comunidades afins, definem o Reino de Portugal.

4. Localizado na parte mais ocidental da Península Ibérica, configurando um rectângulo disposto de Norte para Sul, compreende os arquipélagos da Madeira e dos Açores.

5. Caminhando para uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas; a subsistência da população será assegurada de acordo com as necessidades individuais.

6. As Cortes (assembleia onde se reúnem os procuradores do colectivo, estes nomeados periódica e digitalmente) espelham a opção residencial e compromisso de boa harmonia.

7. Todavia, a figura consensual do Rei, hereditário e vitalício, é o actual Duque de Bragança, Duarte Pio (D.Duarte II).

Nau



domingo, 13 de dezembro de 2020

Nº. 6310 - Psyche 13/XII/2020

 1. Prevenir doenças ou detectá-las o mais cedo possível é um dos objectivos da assistência médica.

2. A triagem e a prevenção de doenças são proporcionadas por regulares exames médicos, baseados em técnicas pouco dispendiosas.

3. Bioquímicas, no caso do colesterol; fisiológicas, na pressão arterial; radiológicas na mamografia, estas precedidas de amostragem de tecidos.

4. Os testes genéticos são igualmente muito importantes na detecção de riscos, com base na história familiar ou ascendência genética.

5. Uma avaliação rigorosa da sensibilidade do paciente, no impacto da doença e na razão custo/benefício, são factos a considerar.

6. A tomografia computorizada corporal, como método de triagem de vários distúrbios, nem sempre é aconselhada pelo elevado custo e dúbios resultados.

7. Cinco são as causas de mortalidade mais comuns: cardiopatias; neoplasias malignas; acidentes casuais; doenças vasculares encefálicas e doenças pulmonares.

Nau

sábado, 12 de dezembro de 2020

Nº. 6309 - Fim de Semana 50 12/XII/2020

1. Gregário como todas as outras espécies, o homem diligenciou pela sua subsistência em espaços confinados ou continentes, deslocando-se em grupos familiares. Nos nossos dias, ainda há quem prefira os paraísos além-túmulo do que um bem-estar social no amanhã.

2. O sectarismo político pouca diferença faz do doentio clubismo futebolístico, ambos tendo jornalistas a soldo e uma periclitante carreira profissional. A tese anarco-comunalista propõe o apressado fim do estado lastimoso em que nos encontramos, sugerindo a prática da autogestão cooperativista.

3. Segundo teóricos da primeira metade do século XIX, a reforma social das comunidades deverá ser orientada para o combate ao lucro e à concorrência.

4. Monarquia significa a autoridade de um só, isto é, do Povo, sendo a unidade cooperativa a távola redonda do anarquismo.

5. Como doutrina político-social destruidora da autoridade, defende o anarco-comunalismo a liberdade total do indivíduo sem as preocupações totalitárias quer da centralização do sector administrativo, quer da sobreposição de interesses partidários sobre a colectividade.

6. "Nirvana: Viver assim: sem ciumes, sem saudades, sem amor, sem anseios, sem carinhos, livre de angústias e felicidades, deixando pelo chão rosas e espinhos; poder viver em todas as idades; poder andar por todos os caminhos; indiferente ao bem e às falsidades, confundindo chacais e passarinhos; passear pela Terra, e achar tristonho tudo o que em torno se vê, nela espelhado; a vida a olhar como através de um sonho; chegar onde cheguei, subir à altura onde agora me encontro - é ter chegado aos extremos da Paz e da Ventura". Antero de Quental dixit.

7. O sectarismo trafulha tem na ponta da língua a palavra democracia, válida tanto para a Coreia do Norte, como para as terras do Tio Sam, onde o voto trapaceiro medra despudoradamente.

Nau


sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Nº. 6308 - Luta Popular 11/XII/2020

1. Superar a ordem social imposta pela burguesia republicana dominante é um dos objectivos do anarco-comunalismo.

2. Destruir o centralismo burocrático - tanto liberal, como socialista - bem como os conluios entre a dita burguesia e o grande capital, são o motivo incontornável da luta popular.

3. Obviamente que o sistema associativo do cooperativismo, enredado em leis estapafúrdias, não tem oportunidade de sarar as sequelas do sistema económico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção.

4. Só uma administração pública e uma produção industrial, ambas electrónicas, poderão dirimir o espírito do lucro máximo; a exploração da força braçal; o empresário glutão e o carácter monopolista do estado sectário.

5. A transformação social desejada pelos anarco-comunalistas assenta na autogestão e ajuda mútua proporcionada pelas unidades cooperativas integradas em espaços geográficos tradicionais de residência optativa.

6. O sectarismo doentio e trafulha tem na ponta da língua a palavra democracia, válida tanto para a Coreia do Norte, como para as terras do Tio Sam, onde o voto trapaceiro medra despudoradamente.

7. Jamais confundir anarco-comunalismo monárquico com doutrinas marxistas ou dos sectários das ditaduras comunistas.

Nau

 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Nº. 6307 - Prelo Real 10/XII/2020

 

                         Nirvana


     Viver assim: sem ciúmes, sem saudades
     Sem amor, sem anseios, sem carinhos,
     Livre de angústias e felicidades,
     Deixando pelo chão rosas e espinhos;

     Poder viver em todas as idades;
     Poder andar por todos os caminhos; 
     Indiferente ao bem e às falsidades,
     Confundindo chacais e passarinhos;

     Passear pela terra, e achar tristonho 
     Tudo o que em torno se vê, nela espelhado; 
     A vida a olhar como através de um sonho;

     Chegar onde eu cheguei, subir à altura
     Onde Agora me encontro - é ter chegado 
     Aos extremos da Paz e da Ventura!

                                               Antero de Quental

                                        


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Nº. 6306 - RAC 9/XII/2020

1. Voltamos à sigla inicial das terças-feiras, na bivalência de"Real Actividade Cooperativista" e "Real Anarco-comunalismo", ambos espelhando a prevalência de tais doutrinas.

2. Ao dar relevo a algumas das unidades cooperativas lusas não nos preocupámos em previamente verificar as orientações sectárias dos seus dirigentes, embora alguns se tenham mostrado agastados com a mera relevância aqui prestada.

3. Claro que a tendência sectária, religiosa e/ou clubista de alguém que faça parte dos quadros dirigentes das unidades cooperativas é pouco importante desde que as suas opções pessoais não sejam impostas, tanto aos associados, como aos eventuais colaboradores do projecto em causa.

4. O anarco-comunalismo, como doutrina político-social destruidora da autoridade, defende a liberdade total do indivíduo sem as preocupações totalitárias, quer da centralização dos poderes administrativos, quer da sobreposição de interesses partidários na colectividade.

5. Sem dúvida que o avanço tecnológico dos nossos dias, dentro em breve, assegurará a subsistência individual da população do Planeta Azul que, embora faseada, será alheia aos sectores produtivos e administrativos.

6. Antevemos, para o homem de amanhã, uma subsistência, bem como uma assistência sanitária adequada às actividades que este abraçar, uma vez que o seu bem-estar será assegurado até aos últimos dias.

7. O anarco-comunalismo aposta nas novas tecnologias, de longe menos penosas do que o centralismo burocrático, uma vez que os impulsos electrónicos se encontram em franco progresso.

Nau

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Nº. 6305 - Doutrina Cooperativista 8/XII/2020

 1. Segundo os teóricos da primeira metade do século XIX, a reforma social das comunidades deverá ser orientada para o combate ao lucro e à concorrência.

2. As unidades cooperativas, abarcando todas as áreas de actividade económica, seriam a prática adequada a uma progressiva reforma social, através da autogestão e financiamento a partir dos seus próprios réditos.

3. Como é óbvio, tal via não era do agrado da burguesia republicana dominante que, de imediato, avançou com uma série de regras burocráticas, enumerativas, inventários e registarias de alto coturno.

4. De imediato, sob o manto diáfano do capitalismo, foram criadas pseudo unidades cooperativas, limitando o apoio mútuo destas a grupos de interesses, tanto na formação académica, como na área bancária.

5. Por outro lado, procurou-se arregimentar em sectarismos de esquerda o real sentido da cooperação sob a capa do anarco-sindicalismo atribuindo aos sindicatos um papel relevante na luta pela emancipação da classe operária. 

6. Ora o fundamento do anarquismo nada tem a ver com reivindicações políticas, ou económicas de trabalhadores, mas pura e simplesmente o fim do reduto da burguesia, isto é, a erradicação do estado, tido como nação politicamente organizada.

7. Uma vez mais a vossa atenção é chamada para o facto de Monarquia significar autoridade de um só, isto é, do Povo, sendo a unidade cooperativa a távola redonda do anarquismo

Nau

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Nº. 6304 - Portal Comunalista 7/XII/2020

 1. O sectarismo político pouca diferença faz do doentio clubismo futebolístico, ambos tendo jornalistas e uma periclitante carreira profissional.

2. António Costa está agarrado com unhas e dentes à presidência do governo a fim de não perder a oportunidade de, nos próximos 6 meses, se pavonear por Bruxela, na esperança de um futuro tacho por aquelas bandas.

3. Claro que Freitas do Amaral e António Guterres foram convidados a participar em fóruns de alto gabarito devido ao facto de pertencerem a um país com pouco peso na política internacional, sendo ambos meros joguetes das grandes potências.

4. Honra seja feita a Freitas do Amaral que sempre manifestou desagrado das prepotências do Tio Sam quando este o tomava por lacaio ao seu serviço, algo que ainda não foi pormenorizado por razões óbvias.

5. Fatalmente, sempre que a esquerda chega ao poder, preocupada com a sua clientela, faz borrada, porém a alternativa, tal como se verificou na Monarquia Constitucional, é sempre a mesma coisa, aumentando-se a dívida pública e passando a batata quente às futuras gerações.

6. Urge pôr fim ao centralismo burocrático - tanto liberal, como socialista - enveredando pela multiplicação das unidades cooperativas, na expectativa de uma administração pública e produção industrial digitalizada que se avizinha.

7. Entretanto a tese anarco-comunalista propõe o apressado fim do estado lastimoso em que nos encontramos, sugerindo a prática da autogestão cooperativista.

Nau

domingo, 6 de dezembro de 2020

Nº. 6303 - Psyche 6/XII/2020

1. Gregário como tantas outras espécies, o homem diligenciou pela sua subsistência em espaços confinados (ilhas) ou amazónicos (continentes) deslocando-se em grupos familiares.

2. Sempre que a natureza proporcionava recursos alimentares e aquíferos, os grupos familiares de nómada passava a sedentária, procurando construir habitats mais confortáveis que os protegessem das diferentes estações do ano, bem como dos animais selvagens.

3. A caça e a pesca, além do cultivo de terras aráveis, proporcionaram o fabrico de ferramentas rudimentares adequados àquelas actividades, bem como à defesa e domesticação de animais selvagens e/ou grupos de nómadas que, pela curiosidade, procurariam desfrutar de experiências para eles desconhecidas.

4. Quando grupos primitivos se deslocavam por razões climáticas (incêndios, terramotos, etc.) ou pressão de tribos aguerridas, ao depararem com espaços habitáveis mais seguros, procuravam integrar-se nos mesmos.

5. Por vezes, a integração era realizada por minorias aguerridas e estas apresentavam-se como defensores do statu quo, passando, a curto prazo, a classe dominante exibindo novas técnicas de combate desconhecidas dos residentes, mas já enfrentadas pela dita minoria.

6. O sentimento que leva a crer na existência de entes superiores ou fantásticos, tanto pode ser incutido como curas milagrosas, bruxedo, vaticínios ou algo prodigioso.

7. Ainda nos nossos dias há quem prefira os paraísos além-túmulo do que um bem-estar social no dia de amanhã.

 Nau

sábado, 5 de dezembro de 2020

Nº. 6302 - Fim de Semana 49 5/XII/2020

1. A disfunção do sistema motor pode resultar de fraqueza, fadiga, mialgias, espasmos, cãibras, movimentos discinéticos, ataxia, instabilidade ou distúrbio no início de qualquer movimento.

2. Três padrões de fraqueza são normalmente assinalados no neurónio superior, inferior e miopático, todos eles carentes de acompanhamento por técnicos qualificados.

3. Escancarado o portal, continuam as visitas por falta de tempo e/ou para evitar comprometimentos pessoais. Todo o mundo esquiva-se a discutir ideias aconchegando-se àqueles que flutuam no seu inconsciente, conservando a  mudez por conveniência.

4. A Monarquia Constitucional pouca diferença fazia da República Maçónica que foi imposta nos finais da primeira década do século passado, uma vez que os deputados dos concelhos continuavam a ser indigitados pelos chefes das diferentes organizações partidárias.

5. A produção e distribuição de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas só poderão ser viabilizadas através de meios electrónicos.

6. "Olhar e Sentir: Olhar e sentir por dentro do corpo a massa que é feito o avesso dele. Ossos, músculos, nervos, veias, tudo que está no corpo e mundo, é a pintura, contém e depõe na tela e, se acaso aí o pintor deixou reservas, nesse, sem nada, o avesso do mundo se recolhe e mostra a face". Júlio pomar dixit.

7. A erradicação do centralismo burocrático terá lugar com a crescente administração pública e produção industrial, ambas progressivamente electrónicas.

Nau

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Nº. 6301 - Luta Popular 4/XII/2020

1. A erradicação do centralismo burocrático terá lugar com a progressiva administração pública e produção industrial, ambas electrónicas.

2. O estado, como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante ao serviço do grande capital, aproxima-se do fim.

3. Ritmos diferentes e resistências esporádicas poderão ocorrer por todo o Planeta Azul, porém o espírito comunalista prevalecerá dado que a alternativa será o confronto entre blocos económicos radicais.

4. A consolidação comunalista será ensaiada através da multiplicação das unidades cooperativas em que os associados procurarão satisfazer as suas necessidades culturais, quiçá originadas no espaço geográfico de residência optativa.

5. Progressivamente, a subsistência e a saúde pública serão asseguradas de acordo com as necessidades individuais, nos espaços geográficos de sólidas convicções tradicionalistas, de modo harmonioso, sem competições espúrias.

6. O aumento da esperança de vida e as novas tecnologias permitirão aos mais aventureiros ensaiar comunidades alternativas fora do planeta Terra, optando mais pela cooperação do que pela actual competição doentia.

7. Nada é eterno, tudo é transitório, sendo o bem-estar e o agrado comunalista o modus vivendi do homem de amanhã.

Nau

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Nº. 6300 - Prelo Real 3/XII/2020

 

                         Olhar e Sentir


          Olhar e sentir

          por dentro do corpo a massa de que é feito o avesso dele.

          Ossos músculos nervos veias

          tudo que está no corpo e mundo é

          a pintura contém e depõe na tela e

          se acaso aí o pintor deixou reservas

          nesse sem nada o avesso do mundo e

          recolhe e mostra a face.


                                                             Júlio Pomar

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Nº. 6299 - RAC 2/XII/2020

1. A produção e distribuição equitativa de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas só poderão ser viabilizadas através de meios electrónicos.

2. Claro que a circulação de cargas eléctricas, quer no vazio, quer nos gazes ou sólidos, poderá ser irradiada e captada por sofisticadas antenas.

3. Embora as energias renováveis sejam consideradas recursos inesgotáveis, caminhamos para uma captação de energia sem necessidade de armazenamento.

4. Os acumuladores de energia que transformam em corrente eléctrica a energia desenvolvida numa reacção química, não sendo inesgotáveis, são poluentes na sua constituição.

5. Embora os veículos eléctricos sejam menos poluentes do que aqueles accionados por motores de combustão interna, a solução será a captação de energia das ondas eléctricas.

6. As centrais eléctricas por reacção nuclear de substância de fissão, além de problemáticas na manutenção, apresentam riscos muito elevados.

7. Todavia, as cargas eléctricas naturais, dentro em breve, serão recapturadas e utilizadas com a máxima segurança.

Nau

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Nº. 6298 - Doutrina Cooperativista (1/XII/2020)

 1. Celebra-se hoje o Primeiro de Dezembro de 1640 como assunção da Liberdade, após uma longa ingerência estrangeira - 60 anos! - que voltou a verificar-se, embora por curtos intervalos, após as revoluções burguesas da Europa, no século XIX.

2. O fim da monarquia tradicionalista teve lugar com a extinção da "Casa dos 24" (organização corporativa de trabalhadores) e a emergência de um parlamento sectarista que, a grosso modo, compreendia representantes regionais, dispensando a vinda a Lisboa de delegado, para dar seguimento a petições junto de ministros do reino. 

3. A reunião das Cortes Tradicionais, de carácter consultivo e deliberativo da monarquia portuguesa, eram convocadas pelo rei e não eram regulares, compreendendo membros do clero, da nobreza e do terceiro estado, isto é, os procuradores do conselho.

4. Verdade, verdade se diga, nos diferentes concelhos do Reino de Portugal, mandavam os que por lá estavam, pelo que o recurso a delegados teria lugar em situações especiais, visando ministros que, como o próprio nome indica, eram os medianeiros do rei.

5. Obviamente que a Monarquia Constitucional pouca diferença fazia da República Maçónica que foi imposta nos finais da primeira década do século passado, uma vez que os deputados dos diferentes concelhos continuavam a ser indigitados pelos chefes das diferentes organizações partidárias.

6. Avizinha-se o fim do estado como nação politicamente organizada e reduto da burguesia, esta robustecida no modo de produção capitalista, sendo o dito estado substituído por uma administração pública e uma produção industrial, ambas digitalizadas, em vigor dentro em breve.

7. Entretanto, cumpre promover a multiplicação das unidades cooperativas uma vez que estas, promovendo a autogestão, se adequam às novas tecnologias, bem como às aspirações anarco-comunalistas.

Nau