segunda-feira, 15 de abril de 2019
Nº. 5706 - Doutrina Cooperativista.
1. Alguns curiosos, aventurando-se a entrar neste espaço, ficam surpreendidos por não serem confrontados por um falso passadismo cultural.
2. Não há brasões, nem castelos altaneiros (os poucos que estão de pé foram recuperados nos finais dos anos 30 do século passado para justificar um nacionalismo espúrio) nem santinhos de estimação, exceptuando as referências a sua excelência o primeiro-ministro.
3. Por outro lado, a comuna aqui defendida nada tem a ver com as organizações políticas, sociais e económicas da população agrícola estabelecidas na República Popular da China desde 1958, no âmbito de propriedades colectivas.
4. O comunalismo, fundamenta-se na estrutura de um espaço geográfico e na dinâmica dos naturais e residentes, concertando estes as suas actividades na altiva prática dos transmontanos que, sem rodeios, afirmavam: para lá do Marão mandam os que lá estão.
5. Não tenho dúvida que caminhamos para uma administração electrónica global proporcionadora de uma distribuição da riqueza de acordo com as necessidades de cada indivíduo nos ditos espaços geográficos tradicionais.
6. Claro que muitas das comunidades atidas aos hábitos da sua região mantêm laços parentais com regiões afins, sob a égide de um soberano consensual, hereditário e vitalício.
7. A multiplicação das unidades cooperativas no espaço geográfico e âmbito cultural serão as comunidades da grande Comunidade, i.e., do Reino de Portugal.
Nau
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