terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Nº. 2286 - Doutrina Cooperativista


1. Ontem zurzi nos nefelibatas que almejam pelo regresso do soberano, hereditário e vitalício, como se este fosse o curandeiro das mazelas lusas, tanto liberais como socialistas.

2. Demagogos de rabo pelado e testa dura, em alvoroço frenético pretendem voltar à vaca fria, advogando um parlamentarismo monárquico a fim de manter o status quo tal como aconteceu em Portugal nas duas primeiras décadas do século passado.

3. Hoje a maçonaria apresenta-se com roupagens menos espectaculares e mais informais, legando a ostentação para aqueles que pretendam subir na classe social através de esquemas ínvios de apadrinhamentos e logros múltiplos.

4. Esquemas autocráticos sufragados na Coreia do Norte ou meramente timocráticos em vigor na pradaria do Tio Sam têm os dias contados, progressivamente substituídos por centrais robotizáveis que tornarão obsoleta a circulação fiduciária através de créditos individuais computadorizados.

5. A partidocracia - tanto a liberal como a socialista - baseada na competição e na apropriação doentia vai perdendo o seu motivo encantador através de esquemas corruptíveis e/ou corruptores.

6. Progressivamente o espírito comunitário se robustecerá tendo como referência as unidades cooperativistas; novas e abundantes fontes de energia; produtos alimentares à discrição; bem-estar e conservação das forças físicas e intelectuais até ao fim dos seus dias.

7. As ditas comunidades terão como referência um soberano, hereditário e vitalício, por aclamação dos seus pares (pois não haverá classes sociais) sem que seja necessário escrutínios espúrios.

Nau

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