segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Nº. 2271 - Portal Comunalista
1. Ao longo da minha penosa caminhada por este espaço tenho aflorado alguns temas controversos, deliberadamente avançados para eventuais debates mas, embora o número de visitantes seja razoável, os que por aqui peregrinam entram mudos e saem calados.
2. Claro que o pano de fundo tem sido a cooperação versus a apropriação doentia; a assumpção de responsabilidades em vez da delegação do poder decisório a desconhecidos; o repúdio de todos os credos religiosos; a consolidação do espírito de comunidade por objecção à obsoleta cidadania; a apologia do soberano, hereditário e vitalício, por oposição ao homónimo a prazo de génese partidária.
3. Frequentemente assumi posições políticas em consonância com as do PCTP/MRPP, por influência familiar de então jovens estudantes no tempo da salazarquia que se afirmavam simpatizantes do maoismo mas contra a ingerência "bolchevique", e na linha de um Garcia Pereira que, após o mau resultado das legislativas de 2015, se afastou, à semelhança de um Fernando Rosas, um Saldanha Sanches e outros de igual nomeada e por razões e tempos diferentes.
4. Também um José Manuel Durão Barroso e uma Maria José Morgado passaram pelas fileiras do PCPT/MRRP, o primeiro, entrando com uma carrinha de mobiliário apanhado a esmo, alcandorou-se a primeiro-ministro de Portugal e presidente da comunidade europeia; a revolucionária do tempo da salazarquia (presa e torturada pela PIDE) desencantou-se com a política revolucionária e passa para a Procuradoria-Geral Distrital a perseguir deliquentes.
5. A política será uma promoção social à força de pulso para uns; outros cedo a descartam optando por uma actividade profissional tão fatigante como a ciência pura, mas de grande mérito, sem a necessidade de se tornarem joguetes nas mãos das grandes potências mundiais.
6. Bom é não esquecer também aqueles que medram no berço da intriga partidária e acabam como administradores de grandes empresas público/privadas na qualidade de moços de fretes do grande capital.
7. Aqui só de graça trabalhamos por uma real comunidade mais sã e justa.
Nau
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