domingo, 28 de janeiro de 2018
Nº. 2263 - Psyche
1. Toda enfermidade carece de um cuidadoso estudo, tendo em conta a sua etiologia; o modo como actua; os sintomas; a anatomia patológica; o diagnóstico; o modo de a combater e o tratamento profiláctico.
2. Doenças congénitas, do período pré-natal; hereditárias, transmitidas durante a gestação e/ou procedentes de causas externas são uma classificação possível e a ter em conta no historial do paciente.
3. Quanto à etiologia - doenças infecciosas, carenciais, etc. - a evolução poderá resultar em doenças agudas, crónicas, intermitentes ou periódicas, transmissíveis por contacto; meramente esporádicas e/ou epidérmicas.
4. O regime de tratamento poderá necessitar de simples assistência médica - regular ou ocasional - além de eventuais intervenções cirúrgicas.
5. Logo, diagnósticos sem a adequada observação ou a partir de opiniões conjunturais, fenómenos circunstanciais ou pareceres de mestres de renome ou longa prática, são muito arriscados.
6. Diagnósticos expressos e análises laboratoriais poderão servir de instrumento para novos pareceres, porém não são estes que, indubitavelmente, poderão curar, sem a adequada intervenção de técnicos qualificados.
7. Como é óbvio, não se trata de uma escapadela a responsabilidades, mas racionalização pura.
Nau
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