quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Nº. 2245 - RAC
1. No coração imenso do Cruzeiro do Sul, IBEM - Instituto brasileiro de Estudos Monárquicos - confirma a sua vitalidade e recomenda-se.
2. Tempos problemáticos agudizam-se no Planeta Azul pela fome de poder dos bem instalados na vida e impaciência dos deserdados habituais.
3. A apropriação não exige a aquiescência dos mais, apenas a resignação destes perante o domínio daqueles que disponibilizam os recursos.
4. Logo, abdicar do poder de decisão a intercessores (medianeiros indigitados por dirigentes promovidos por interesses egoístas) é consolidar o predomínio de uma classe - a burguesia republicana dominante.
5. De facto, burgueses somos todos nós porquanto, como membros da classe média, ora nos guindamos a posições de destaque pela acumulação de cabedais, ora nos tornamos mais dependentes por falta de recursos para promover a própria subsistência.
6. Ao apoiar um parlamentarismo em que as diversas facções foram maioritariamente indigitadas por meros dirigentes políticos, apenas defendemos o stato quo, dado que o soberano, hereditário e vitalício, apenas obvia disputas partidárias no topo do Reino e/ou Império.
7. Por conseguinte, só a multiplicação das unidades cooperativas em que o voto do associado é uninominal e reponsabilizavel poderá dirimir os ímpetos avassaladores da burguesia e dos plutocratas, tanto liberais como socialistas.
Nau
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