terça-feira, 31 de outubro de 2017

Nº. 2174 - Doutrina Cooperativista


1. No apontamento de ontem, manifestamos o nosso agrado pelo facto de, perante uma globalização galopante, haver o bom senso de reconhecer as mãos untadas da burguesia republicana dominante no exacerbar de nacionalismos desajeitados.

2. Sempre que uma comunidade, graças aos seus recursos naturais e/ou à perseverança das suas gentes, atinge um excelso grau de autonomia económica e industrial, bom será esta partilhar a sua boaventura tanto a montante como a jusante.

3. O fundamento da União Europeia foi avançado a fim de obviar as querelas de lana caprina entre povos que partilham de espaços geográficos vizinhos, concertando uma harmoniosa e proveitosa cooperação entre si.

4. Claro que a rivalidade numa senda clubista apenas serve o interesse de particulares, mormente dos plutocratas e usurários que, estimulando a exacerbação sectária, vão desfrutando de maiores lucros.

5. Voltamos a sublinhar que tanto os partidários da liberdade política, civil, económica e religiosa, como os apologistas do centralismo burocrático, ambos apregoam uma democracia trapaceira baseada na delegação do poder de decisão a inimputáveis.

6. O agravamento da dívida pública (aumentando a dependência em relação ao grande capital) é invariavelmente atribuído aos governos antecedentes, ficando uns e outros garantidos com chorudas reformas por uma mera legislatura.

7. De facto, o cooperativismo é um sistema associativo que, tendo por base as unidades cooperativas, combate eficazmente o capitalismo avassalador.

Nau 

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