terça-feira, 31 de outubro de 2017
Nº. 2174 - Doutrina Cooperativista
1. No apontamento de ontem, manifestamos o nosso agrado pelo facto de, perante uma globalização galopante, haver o bom senso de reconhecer as mãos untadas da burguesia republicana dominante no exacerbar de nacionalismos desajeitados.
2. Sempre que uma comunidade, graças aos seus recursos naturais e/ou à perseverança das suas gentes, atinge um excelso grau de autonomia económica e industrial, bom será esta partilhar a sua boaventura tanto a montante como a jusante.
3. O fundamento da União Europeia foi avançado a fim de obviar as querelas de lana caprina entre povos que partilham de espaços geográficos vizinhos, concertando uma harmoniosa e proveitosa cooperação entre si.
4. Claro que a rivalidade numa senda clubista apenas serve o interesse de particulares, mormente dos plutocratas e usurários que, estimulando a exacerbação sectária, vão desfrutando de maiores lucros.
5. Voltamos a sublinhar que tanto os partidários da liberdade política, civil, económica e religiosa, como os apologistas do centralismo burocrático, ambos apregoam uma democracia trapaceira baseada na delegação do poder de decisão a inimputáveis.
6. O agravamento da dívida pública (aumentando a dependência em relação ao grande capital) é invariavelmente atribuído aos governos antecedentes, ficando uns e outros garantidos com chorudas reformas por uma mera legislatura.
7. De facto, o cooperativismo é um sistema associativo que, tendo por base as unidades cooperativas, combate eficazmente o capitalismo avassalador.
Nau
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Nº. 2173 - Portal Comunalista
1. Todas as formas de vida existente neste planeta consistem de inúmeras células com funções específicas.
2. O infinitamente grande e o infinitamente pequeno pascaliano - o primeiro constituído por planetas, estrelas e galáxias; o segundo por moléculas, átomos protões, quarks e electrões - são o universo do qual fazemos parte.
3. Segundo Jorge de Sousa Braga, somos feitos de pó de estrelas, à semelhança dos amores-perfeitos como sublinhara o poeta, não obstante a tendência de regredirmos às cavernas quando nos relacionamos, em actos e palavras, com eventuais antagonistas.
4. A globalização progressiva originada pela integração económica, social, cultural e política dos diverso povos é imparável, tornando estes mais iguais, embora todos diferentes.
5. O grito sublime dos catalães que se consideram espanhóis (ibéricos) e europeus, soou aos meus ouvidos como o apelo da razão à fome de poder da burguesia republicana dominante que não olha a meios para satisfazer protagonismos espúrios.
6. Logo, urgente é combater o espírito de competição imposto, tanto por liberais como por socialistas, que robustece o poder dos insaciáveis plutocratas, bem como os esquemas avassaladores dos capitalistas.
7. Paulatinamente sugerimos a multiplicação das unidades cooperativas e a consolidação do autêntico comunalismo apartidário, como verdadeira escola e praxe democrática.
Nau
domingo, 29 de outubro de 2017
Nº. 2172 - Psyche
1. Parágrafo primeiro.
2. Parágrafo segundo.
3. Parágrafo terceiro.
4. Parágrafo quarto.
5. Parágrafo quinto.
6. Parágrafo sexto.
7. Favor rescrever o texto dos seis parágrafos antecedentes.
Nau
sábado, 28 de outubro de 2017
Nº, 2171 - Fim de Semana 43
1. Razões culturais e políticas obrigam a que os problemas de saúde sejam varridos para baixo de tapetes, enleados em processos burocráticos e critérios de vida ou morte por alegado interesse científico.
2. Soluções formalistas ou organizativas são avançadas pelo poder central, este preocupado em satisfazer os interesses particulares e, sobretudo, a glutonaria dos actores principais e seus apaniguados.
3. A transformação rápida e significativa da comunidade devida a uma mudança profunda na opinião pública e na constituição política que a rege poderá ser tida como uma revolução.
4. Porém, a verdadeira revolução não consiste no bota-abaixo, mas no trabalhar juntamente com outros a fim de se libertar dos encargos respeitantes a lucros de intermediários, bem como dos usurários.
5. Todo o mundo tem presente que nas associações de cariz cooperativo as arregimentações políticas e/ou religiosas são descabidas, uma vez que as ditas unidades existem para satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos associados.
6. "Se um poder tirano. e um deus, às vezes extorquisse as liberdades, que presatva, de Razão, teu lume puro? Não foram corações as divindades; fado amigo não há, nem fado escuro: fados são as paixões, são as vontades". Bocage.
7. Sem dúvida que a luta que se impõe para combater os esquemas capitalistas gizados pelos plutocratas em conluio com a burguesia republicana dominante (tanto a liberal como a socialista) tem sido aqui sugerida pela real práctica cooperativa.
Nau
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Nº. 2170 - Luta Popular
1. O esbatimento das fronteiras entre diferentes comunidades deve-se a uma interacção social, acentuada em finais do século transacto.
2. Hábitos ou costumes foram transmitidos de geração em geração num progressivo espaço geográfico em que as relações recíprocas dos fenómenos físicos, biológicos e sociais tiveram lugar.
3. A facilidade de comunicação - passar de um lugar para outro; transmitir som e imagem por meios electrónicos - deu azo a uma globalização que usanças, artes, festas de cor cor local saudosisticamente acentuam.
4. Fenómenos económicos, culturais e políticos foram padronizados, transformando as pessoas e mercadorias como meros bens transaccionáveis a fim de agilizar as práticas financeiras e a multiplicação dos negócios.
5. Da ocupação territorial com o objectivo da exploração das riquezas naturais alhures, impondo regras administrativas a povos num estado político, técnico, económico e cultural menos avançado, passou-se ao moderno neocolonialismo pela prática capitalista.
6. As grandes potências económicas e militares impõem a Estados soberanos regras de produção e consumo baseadas num suporte financeiro, este gerador de crescente dependência por várias gerações.
7. Logo, a luta que se impõe para combater os esquemas capitalistas gizados pelos plutocratas em conluio com a burguesia republicana dominante (tanto a liberal como a socialista) tem sido aqui sugerida pela real prática cooperativa.
Nau
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Nº. 2169 - Prelo Real
Livre Abítrio
Vós, crédulos mortais, alucinados
De sonhos, de quimeras, de aparências,
Colheis por uso erradas consequências
Dos acontecimentos desastrados:
Se à perdição correis precipitados
Por cegas, por fogosas impaciências,
Indo a cair, gritais que são violências
De inexoráveis céus, de negros fados:
Se um celeste poder tirano, e duro,
Às vezes extorquisse as liberdades,
Que prestava, oh Razão, teu lume puro?
Não forçam corações as divindades;
Fado amigo não há, nem fado escuro:
Fados são as paixões, são as vontades.
Manuel Maria Barbosa du Bocage
(1765 - 1805)
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Nº. 2168 - RAC
1. Sempre que avanço com a estância pedagógica rural a meio da semana, pressurosamente os vigilantes de serviço levantam questões acerca da oportunidade e/ou necessidade de tal matéria.
2. De facto, a seguir ao apontamento dedicado à doutrina cooperativa, seria curial a referência às unidades que singram naquelas agitadas águas e, embora o consenso tenha sido, frequentemente, reiterado, há sempre alguém que manifesta o seu descontentamento.
3. Porém a real actividade cooperativista jamais se poderá limitar à citação das unidades de sucesso existentes naquele campo a fim de evitar viciosas conexões políticas que, de facto, aqui nunca foram cultivadas.
4. Todo o mundo tem presente que nas associações de cariz cooperativo as arregimentações políticas e/ou religiosas são descabidas, uma vez que as ditas unidades existem basicamente para satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos associados.
5. Como é óbvio, o desenvolvimento que se dá por cuidados regulares às faculdades naturais, implícito no exercício da agilidade física e intelectual, fazem parte da cultura, nada tendo que ver com mesquinhas arregimentações partidárias.
6. Aliás, as facções políticas e/ou religiosas limitam-se a estimular a formação de grupos de indivíduos de pensamento único, determinados a contradizer outros grupos igualmente monocórdio, numa estratégia imposta pela burguesia republicana dominante.
7. Logo, sendo o cooperativismo o conceito social que, face à competitividade entre as pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo, lógico será fomentar os instrumentos para atingir os adequados efeitos. Voltaremos à estância pedagógica rural em momento oportuno.
Nau
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Nº. 2167 - Doutrina Cooperativista
1. O calendário político de António Costa passou a ser revisto ao minuto.
2. Sócrates não perdoa o distanciamento estratégico do seu antigo ministro e ex-presidente do município de Lisboa.
3. O BE considera seriamente a possibilidade de mudar a sua sigla para BM, sendo o B de berreiro e o M de... malta lá do bairro - vozeirão a pleno pulmões e uma coisa nada de cérebro.
4. Claro que o PCP também não se dá por muito satisfeito com o caminho que a geringonça está a levar o país e prepara-se para um distanciamento mais visível, tornando-se manifestamente mais reivindicalista.
5. O PSD continua a estrebuchar no plano inclinado de costas voltadas para as cristas, a fim de melhor suportar as bicadas nas costas, digo, dos Costas.
6. Porém, o apontamento de hoje terá que ser dedicado à doutrina cooperativista, o que levanta a seguinte questão: quem é que desconhece os fundamentos do cooperativismo?
7. Na dúvida, bom será consultar a CASES - Cooperativa António Sérgio para uma Economia Social.
Nau
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Nº. 2166 - Portal Comunalista
1. A Transformação rápida e significativa da comunidade devida a uma mudança profunda na opinião pública e na constituição política que rege poderá ser tida como uma revolução.
2. Porém transformar significa assumir uma outra forma - tomada de consciência, do espírito sobre si mesmo, examinando o seu próprio conteúdo pela via da razão - agindo de modo concertado e responsável.
3. Os excessos praticados em nome da revolução contrários às normas enunciadas no parágrafo anterior são meras explosões de maus humores, de pessoas temperamental e facilmente excitáveis, logo pouco equilibradas.
4. Claro que em todas as circunstâncias há largo campo para os oportunistas, aproveitando estes ao máximo o estado das coisas para, em favor de um grupo ou de si próprio, surripiar tudo o que venha à mão, desfrutando de um poder que, por si só, jamais atingiria.
5. A capacidade de fazer algo de bom para a comunidade em que se encontra integrado só é louvável pela concorrência de auxílio, de forças, de meios, opondo a cooperação à competitividade entre as pessoas.
6. Logo, a verdadeira revolução não consiste no bota-abaixo, mas no trabalhar juntamente com outros a fim de se libertar dos encargos respeitantes a lucros de intermediários, bem como do jugo dos usurários.
7. A Economia Social é o objecto do cooperativismo, possível através da auto-organização e autogestão, única via para sustar os ímpetos avassaladores da burguesia republicana dominante.
Nau
domingo, 22 de outubro de 2017
Nº. 2165 - Psyche
1. Frequentes são as sugestões centradas na dependência de alguém por causas patogénicas e/ou idade avançada.
2. Conforme salientado em recente apontamento, a construção de uma adequada relação de paciente e familiares ou outros cuidadores é o recurso para enfrentar tal embaraço.
3. A insuficiência de de meios familiares e sociais dão azo ao abandono de pessoas carenciadas, tanto em tugúrios, bem como em estabelecimentos públicos terceiro-mundista.
4. Razões culturais e políticas obrigam a que os problemas de saúde pública sejam varridos para baixo de tapetes, enleados em processos burocráticos e critérios de vida ou morte por alegado interesse científico.
5. Soluções formalistas ou organizativas são avançadas pelo poder central, este preocupado em satisfazer os interesses partidários e, sobretudo, a glutonaria dos actores principais e seus apaniguados.
6. A carreira profissional obriga a uma pesada contribuição durante largos anos (cerca de 40 anos) embora esta possa ser assegurada ao político em duas legislaturas, isto é, entre 6 a 8 anos.
7. Logo, o procedimento daqueles que pretendem vencer na vida sem olhar a meios é o padrão da burguesia republicana dominante.
Nau
sábado, 21 de outubro de 2017
Nº. 2164 - Fim de Semana 42
1. Acima dos 70 anos, muitas pessoas apresentam significativas perdas de memória - a República vigente torna-se imemorável.
2. Comuna: organização política, social e económica da população numa determinada extensão territorial em que a administração é exercida por vereadores aleatoriamente nomeados.
3. Reino: conjunto de populações estabelecidas em comunidades súbditas do rei, este hereditário e vitalício, bem como par dos mais.
4. Os não alinhados timbram em supostas aristocracias, confundindo estas com títulos nobiliárquicos de duvidosa autenticidade.
5. Painéis solares, turbinas eólicas, cursos de água, etc., isto é, tudo o que possa mover as pás e accionar rotores a fim de produzir energia eléctrica, necessita prioritária atenção.
6. "E mil anos que leve a Providência a dar-me este degredo por cumprido, por acabada já tão longa ausência, ainda nesse instante apetecido será meu pensamento essa existência..." João de Deus, 1893.
7. A verdadeira Democracia tem por fundamento a auto-organização e a auto-gestão, rumo a uma Economia Social, doutrina aqui defendida pelo CMC.
Nau
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Nº. 2163 - Luta Popular
1. Partindo do princípio que toda autoridade emana do povo, a facção política é apenas um grupo de indivíduos arregimentados contra outros grupos da mesma comunidade.
2. Claro está que, por maior que seja o número de grupos de indivíduos arregimentados, as facções políticas obviamente não se identificam com a totalidade da população.
3. Limitar o número de votantes àqueles que se encontram registados e residentes numa determinada circunscrição, evidencia o propósito do legislador, na era avançada da cibernética, trapacear o conceito democrático.
4. Alheando-se da renúncia dos eleitores, as maiorias partidárias são, por norma, cozinhadas a partir de uma base em que a autoridade não emana do povo mas dos dirigentes partidários.
5. Delegar o poder de decisão a terceiros, estes autenticados por facções partidárias, não será a expressão da pluralidade social, nem garantirá as liberdades individuais, apenas fomentará a irresponsabilidade e a corrupção política.
6. Tanto liberais (defendendo uma moderada intervenção económica) como socialistas (adeptos do centralismo burocrático) são campeadores dos plutocratas que da produção e consumo apenas fomentam o que lhes proporcionar maior lucro.
7. A verdadeira democracia tem por fundamento a auto-organização e a autogestão, rumo a uma Economia Social, aqui defendida pelo CMC - Cooperativismo Monárquico-Comunalista.
Nau
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Nº. 2161 - Prelo Real
Ela não sabe a luz suave e pura
Que derrama numa alma acostumada
A não ver nunca a luz da madrugada
Vir raiando, senão com amargura!
Não sabe a avidez com que a procura
Ver esta vista, de chorar cansada,
A ela... única nuvem prateada,
Única estrela desta noite escura!
E mil anos que leve a Previdência
A dar-me este degredo por cumprido,
Por acabada já tão longa ausência,
Ainda nesse instante apetecido
Será meu pensamento essa existência...
E o seu nome, o meu último gemido.
João de Deus
in "Campo de Flores", 1893
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Nº. 2161 - RAC
1. Voltando à estância pedagógica rural estamos seguros que, adicionando duas gotas de lixívia por cada litro de água fervida, mitigaremos as bocas sequiosas.
2. Também por razões de segurança utilizaremos, igualmente, água fervida para lavar os vegetais que iremos consumir nas saladas, bem como a fruta que se pretende degustar com casca, expl.: pêras, maçãs, uvas...
3. Claro que, para ferver águas e fazer cozinhados, teremos que nos precaver com um fogão a lenha (pressupondo a existência desse recurso natural) ou a gás, obrigando-nos ao transporte de pesadas botijas que torna a alternativa pouco interessante.
4. Também a iluminação por velas e/ou candeeiros a petróleo poderá ser o recurso adequado no arranque do projecto, mas a queima do pavio e/ou da torcida deixa no ar um odor característico que facilmente se embrenha na roupa dos circunstantes.
5. A pouco e pouco vão aparecendo dificuldades que teremos de superar com determinação e baixo custo, excluindo os geradores accionados por motores de combustão interna devido ao custo do combustível - gasolina e/ou gasóleo - e ao ruído pouco agradável de tais máquinas quando estão a trabalhar.
6. Painéis solares, turbinas eólicas, cursos de água, etc., isto é, tudo que possa mover as pás e accionar o rotor (indutor electromecânico de energia) será por nós construído a fim de carregar um banco de baterias destinadas a produzir a energia eléctrica desejada.
7. Paciência e muito esforço será necessário para atingir o fim que se pretende mas, passo a passo, lá chegaremos.
Nau
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Nº. 2160 - Doutrina Cooperativista
1. Na óptica cooperativista o interesse das pessoas não se coaduna com a persecução doentia do lucro.
2. Conciliando teorias, práticas e técnicas administrativas com a doutrina cooperativista participamos na almejada revolução social.
3. Porém, repetir exemplos e transcrever normas expressas no Código Cooperativo vigente pouco ou nada tem motivado os fortuitos visitantes.
4. A maioria opiniática capricha apenas em subscrever o seu nome em intervenções avulsas, furtando-se a qualquer compromisso.
5. Os não-assimilados timbram em supostas aristocracias, confundindo estas com títulos nobiliárquicos de duvidosa autenticidade.
6. Numerosos também são aqueles que procuram infestar os espaços da Internet que lhes não são afectos com ataques cibernéticos.
7. Pare, escute ao seu redor e comente.
Nau
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Nº. 2159 - Portal Comunalista
1. Hoje vamos procurar respostas para questões simples através de definições pouco elaboradas. Quem quiser colaborar, avance.
2. Estado: área geográfica politicamente organizada.
3. União: associação de diferentes regiões ou Estados que, gozando de certa autonomia administrativa, estão subordinadas, todas elas, a uma administração ou governo central.
4. Federação: descentralização político-administrativa, tendente ao abandono da soberania dos Estados intervenientes em benefício de um poder comum.
5. Município: extensão territorial em que se exerce a jurisdição de uma vereação, isto é, o conjunto de administradores eleitos.
6. Comuna: organização política, social e económica da população numa determinada extensão territorial, em que a administração é exercida por vereadores aleatoriamente nomeados.
7. Reino: conjunto de populações estabelecidas em comunas súbditas do rei, este hereditário e vitalício, bem como par dos mais.
Nau
domingo, 15 de outubro de 2017
Nº. 2158 - Psyche
1. Acima dos 70 anos muitas pessoas apresentam significativas perdas de memória.
2. Tal facto é normalmente atribuído a fatiga devida a intensa actividade sem qualquer suspeita de eventual doença.
3. Provincianamente e ainda em fresca data, os lapsos de memória em pessoas idosas era tido como enfraquecimento do juízo - tonteria.
4. Hoje, a doença Alzheimer corre nas bocas de todo o mundo, embora os sintomas, há muito tempo já, tenham sido dados a conhecer à comunidade científica.
5. No exame patológico verifica-se uma atrofia difusa do córtex cerebral com aumento secundário do sistema ventricular, tema apresentado por Aloysius Alzheimer no 37º Congresso de Psiquiatria do Sudoeste da Alemanha em 1906.
6. Alterações da visão e de percepção são tidas como normais perdas de memória enquanto o comportamento do idoso não evidencia uma crescente dependência.
7. Não existem fármacos verdadeiramente eficazes. Apenas a construção de uma relação de pacientes e familiares ou outros cuidadores seja obviamente necessário.
Nau
sábado, 14 de outubro de 2017
Nº. 2157 - Fim de Semana 41
1. A consciência individual é o espelho dos hábitos e das opiniões do meio onde se movimenta. Claro que a antinomia entre o indivíduo e a comunidade onde este se encontra inserido resulta, mor parte das vezes, de razões estéticas, económicas e políticas.
2. Um douto jornalista português, candidato às benesses esportuladas por António Costa na sua campanha para segurar o leme governamental, comentou o recente deslize eleitoral da CDU como descrédito das posições marxistas e cooperativistas (sublinho, cooperativistas) daquele partido. Não há pachorra!
3. O cooperativismo é o conceito social que, face à competitividade desbragada, opõe a cooperação e o apoio mútuo. No cooperativismo, tanto a ciência como a tecnologia são o garante de uma emancipação racional.
4. A Europa continua nas suas jogadas caseiras alimentadas por uma inveterada burguesia republicana dominante. Disputas religiosas e separatismos de regiões são cultivadas e levadas a cabo por mentores com uma capacidade intelectual abaixo de cão.
5. "Temos cantos d'epopeias? Temos anseios d'amarguras? Tu tens também receios, ó mar cheio de esperanças e majestade!? Donde vem essa voz do Portugal amigo?... Talvez a voz do Portugal antigo, clamando por Camões numa saudade". Florbela Espanca, em 17-6-1916.
6. Sofisticados equipamentos são introduzidos nos mercados a um ritmo nunca anteriormente visto e a uma imediata aceitação. Conflitos regionais e intercontinentais estão com tendência a aumentar de modo alucinador. A robotização avança a passos de gigante.
7. A luta popular tende a limitar-se a conflitos entre facções políticas e/ou religiosas numa cultivada estratégia da burguesia republicana dominante.
Nau
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Nº. 2156 - Luta Popular
1. No país rural dos nossos avós a mecanização era muito primitiva e baseada na força braçal.
2. O operariado nos finais do século XIX, nos grandes centros populacionais de Lisboa e do Porto, era limitado a carroceiros e trolhas, porquanto tipógrafos e mão-de-obra especializada - relojoeiros, sapateiros, barbeiros, etc. - faziam parte da carenciada burguesia.
3. Ainda nos finais dos anos 40, os veículos motorizados eram reis nos transportes de passageiros e mercadorias, sendo as máquinas a vapor (centrais electricas, locomotivas, etc.) bem como os equipamentos movidos a electricidade muito limitada.
4. Certo é grande parte dos nossos empresários nos anos 50 serem eles próprios a movimentarem empilhadores, pás-carregadoras e gruas-torres por este tipo de equipamento exigir perícia e mão-de-obra qualificada, além de representarem um investimento em material de custo muito elevado.
5. A mecanização da agricultura pela introdução de motocultivadores, máquinas de vindimar, arrancadores de batatas, etc., embora mais adequada às grandes extensões agrárias, correspondem à forçada incorporação dos jovens nas forças armadas durante a guerrilha colonialista, bem como ao tradicional fluxo emigratório.
6. Sofisticados equipamentos são introduzidos nos mercados a um ritmo nunca anteriormente visto e a uma imediata aceitação. Conflitos regionais e intercontinentais estão com tendência a aumentar de modo alucinador. A robotização avança a passos de gigante.
7. A luta popular tende a limitar-se a conflitos entre facções políticas e/ou religiosas numa cultivada estratégia da burguesia republicana dominante. A luta que se impõe é de afirmação da responsabilidade individual e associação cooperativa.
Nau
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Nº. 2155 - Prelo Real
Quando o sol vai caindo sobre as águas
Num nervoso delíquio d'oiro intenso,
Donde vem essa voz cheia de mágoas
Com que falas à terra, ó mar imenso?...
Tu falas de festins, e cavalgadas
De cavaleiros errantes do luar?
Falas de caravelas encantadas
Que dormem em teu seio a soluçar?
Teus cantos d'epopeias? Teus anseios
D'amarguras? Tu tens também receios,
Ó mar cheio de esperanças e majestade?!
Donde vem essa voz, ó mar amigo?...
...Talvez a voz do Portugal antigo,
Chamando por Camões numa saudade!
Florbela Espanca
17-6-1916
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Nº. 2154 - RAC
1. Taco a taco Trump responde às aleivosias do seu homólogo norte-coreano.
2. Displicentemente, a Santa Rússia joga com cartas escondidas na manga.
3. O Império Amarelo faz jogo confuciano seguro de encher o papo em qualquer jogada.
4. A Europa continua nas suas jogadas caseiras alimentadas por uma inveterada burguesia republicana dominante.
5. Disputas religiosas são cultivadas por interesses geoestratégicos e levadas a cabo por mentores com uma capacidade intelectual abaixo de cão.
6. O neocolonialismo do Tio Sam, até no Novo Mundo, vacila e não cai graças ao futebol latino e às organizações criminosas que praticam actos delituosos tendo por mira o lucro.
7. Claro que o resto da população do Planeta Azul não conta - são meras repartições públicas centralizadoras que existem, mas não funcionam.
Nau
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Nº. 2153 - Doutrina Cooperativista
1. O cooperativismo é o conceito social que, face à competitividade desbragada, opõe a cooperação e o apoio mútuo.
2. A liberdade é a faculdade que permite ao associado participar e agir no interesse da unidade cooperativa.
3. Logo, os direitos e obrigações dos associados da unidade cooperativa são iguais para todos - dirigentes ou associados sem cargos administrativos.
4. A responsabilidade ou dependência mútua que se estabelece entre os associados da sua unidade cooperativa é a via para a consolidação de uma Economia Social.
5. No cooperativismo, tanto a ciência como a tecnologia são o garante de uma emancipação racional.
6. A unidade cooperativa é uma entidade jurídica de direito privado e legislação própria, isto é, objecto do Código Cooperativo.
7. Capital variável pelos importes dos associados, este apenas corresponde a um voto individual em qualquer tipo de assembleia ou órgão de decisão.
Nau
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Nº. 2152 - Portal Comunalista
1. Um douto jornalista português - alguém que não poderá ser apelidado de anticomunista primário - comentou o recente deslize da CDU como descrédito das posições marxistas e cooperativistas (sublinho, cooperativistas) daquele partido.
2. Embora o PS tenha obtido melhores resultado nas ditas eleições autárquicas não há dúvida acerca das simpatias deste partido pelo movimento cooperativista, pelo que somos levados a concluir que o douto jornalista é, acerca da Economia Social, de uma ignorância enciclopédica.
3. O cooperativismo é um conceito social que, face à cultivada e agressiva competitividade entre as pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo fundamentado no sistema associativo, com o objectivo de combater o capitalismo selvagem dos plutocratas inveterados.
4. Certo é, em regímenes autoritários, frequentemente as unidades cooperativas existirem como meras estruturas do poder político centralizador, alegadamente democrático e iniludivelmente republicano.
5. Logo, o douto jornalista terá que corrigir a ronhenta apontaria uma vez que, ao tentar subir nas graças dos quadros do PS, terá que estudar melhor a cartilha deste e o respectivo programa doutrinário, tendo (embora com algum esforço) a oportunidade de se aperceber da razão que leva os partidos políticos - tanto à esquerda, como à direita - de se colarem à sublime doutrina cooperativista.
6. Quanto à CDU, o denunciado deslize nas últimas autárquicas deve-se apenas ao facto desta organização política se encontrar ligada à juventude dos anos 60 que, pouco tendo ganho de substancial e no fim dos seus dias, vacila entre a abstenção e as fabulosas promessas, entendidas nas tradicionais e discretas negociatas do PS.
7. Quanto ao douto jornalista, melhor será este não se meter em coisas que não entende, deixando o cooperativismo apartidário para aqueles que, de facto, almejam por uma reforma da mentalidade da burguesia republicana dominante.
Nau
domingo, 8 de outubro de 2017
Nº. 2151 - Psyche
1. A consciência individual é o espelho dos hábitos e das opiniões do meio onde se movimenta.
2. Claro que a antinomia entre o indivíduo e a comunidade onde este se encontra inserido resulta, mor parte das vezes, de razões estéticas, económicas e políticas.
3. Divinizar ou anatemizar a comunidade são dois extremos lamentavelmente possíveis em indivíduos com dificuldade de se integrarem nos círculos sociais que frequentam.
4. Por norma, o indivíduo aspira à diversidade e ao poder, dificilmente resignando-se ao seguidismo, tendo como lenitivo a inspiração religiosa e/ou perspectiva de paraísos humanitários.
5. O homem nasce e cresce na comunidade onde desenvolve as suas capacidades intelectuais demarcando-se dos outros, não só por razões genéticas, mas pelo grau de aperfeiçoamento atingido.
6. A concordância entre as ideias e a realidade social nem sempre é pacífica, porém a expectativa robustece o espírito gregário, obvia antinomias e ganha valor científico.
7. De facto, a ciência resulta, incontornavelmente, de conquistas do espírito humano.
Nau
sábado, 7 de outubro de 2017
Nº. 2150 - Fim de Semana 40
1. Quando acordar de pernas e pés frios, a falta de erecção poderá verificar-se por insuficiência arterial e drenagem venosa excessiva... ou terá ouvido algum discurso de António Costa...
2. Embora o comunalismo possa ser confundido, por pessoas muito distraídas, com o municipalismo vigente, certo é o primeiro não assentar em esquemas partidários impostos pela burguesia republicana dominante.
3. Através de um processo aleatório, os residentes das futuras comunas serão convidados a efectuar a gestão destas, segundo programas computadorizados e estabelecidos de acordo com os dados estatísticos apurados.
4. Será o princípio do fim da partidocracia. Porém, nos dias de hoje, o passo seguinte, são as legislativas que António Costa procurará antecipar, esgotada que está a saca dos milagres financeiros e a verve da geringonça.
5. Não há dúvida que o capitalismo, sobraçando vigorosamente o sector industrial, destruindo a ruralidade senhorial d'antanho, impõe um novo mercado de escravos, isto é, um mercado de mão-de-obra barata.
6. "Vamos semear o pão, podar as uvas, pegar na enxada, descalçar as luvas, tendes bom corpo, Irmãos! Vamos cavar!" António Nobre, Coimbra 1889.
7. Porém, na sociedade capitalista - onde as classes sociais se distinguem pelo poder económico - urgente é fomentar o associativismo, abjurando partidocracias espúrias; estimulando a multiplicação de unidades cooperativas rumo a uma Economia Social.
Nau
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Nº. 2149 - Luta Popular
1. Não há luta popular; não há gentes para debates; não há nada para ninguém - o que importa é viver, enquanto a vida dura.
2. Aos mais afortunados, a família suporta os custos de uma formação técnica ou elevado grau académico que nem sempre garante um futuro seguro, isto é, uma carreira profissional airosa.
3. Outros sobem na vida a pulso, adiando o assumir de responsabilidades em relação a terceiros, procurando fazer um percurso social cómodo e, sobretudo, caprichando em esquecer o passado ingrato.
4. Claro que há saídas profissionais (nobres ou menos nobres) para todos os gostos, aventurando-se alguns em investimentos especulativos, empreendedorismos aleatórios ou carreirismos políticos - tanto como padrinhos, como meros afilhados.
5. Duas coisas agradam a todo o mundo - o prazer e a eternidade - o primeiro conotado com a posse argentária; o segundo com a sobrevivência, mesmo quando a qualidade de vida seja duvidosa.
6. Porém, na sociedade capitalista - onde as classes sociais se distinguem pelo poder económico - urgente é o associativismo, abjurando partidocracias espúrias; estimulando a multiplicação de unidades cooperativas rumo a uma Economia Social.
7. Logo, a revolução que se almeja resume-se à instauração de um cooperativismo monárquico-comunalista.
Nau
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Nº. 2148 - Prelo Real
Soneto
Falhei na Vida. Zut! Ideais caídos!
Torres por terra! As árvores sem ramos!
Ó meus Amigos! Todos nós falhámos...
Nada nos resta. Somos uns perdidos.
Choremos, abracemo-nos, unidos!
Que fazer? Porque não nos suicidamos?
Jesus! Jesus! Resignação... tornamo-nos
No mundo, o claustro - pleno dos Vencidos.
Troquemos o burel por esta capa!
Ao longe, os sinos místicos da Trapa
Clamam por nós, convidam-nos a entrar:
Vamos semear o pão, podar as uvas,
Pegai na enxada, descalçai as luvas,
Tendes bom corpo, Irmãos! Vamos cavar!
António Nobre
Coimbra, 1889
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Nº. 2147 - RAC
1. A estância pedagógica de férias é o refúgio para uma sanidade mental; a aquisição de novos conhecimentos práticos; a via para uma sobrevivência ao caos que se avizinha.
2. Sem dúvida que o capitalismo, sobraçando vigorosamente o sector industrial, destruindo a ruralidade dantanho, impõe um novo mercado de escravos, isto é, um mercado de mão-de-obra barata.
3. Ao baixar os custos da produção e ao enfrentar a concorrência de unidades similares, necessário foi motivar o consumo indiscriminado a fim de permitir o rápido escoamento da vasta gama de artigos disponibilizados.
4. Os liberais reclamam para si a coroa da glória devida por uma alegada libertação das populações do jugo senhorial, embora apenas tenham dado azo ao aumento da dependência da mão-de-obra, isto é, do trabalhador em relação aos plutocratas.
5. À dependência partidocrática dos liberais procuraram os socialistas impor um centralismo burocrático, ambos de feição capitalistas e manobrados por uma burguesia republicana dominante, idêntica à classe patrícia da vetusta República Romana.
6. Claro que a ideia imperial - tendência de um Estado colocar outros povos ou Estados sob a sua dependência política ou económica - não é erradicada facilmente pelo que hegemonias espúrias continuarão a ser ensaiadas pelos travestirados burgueses.
7. Para trás mija a burra. Racional será ponderar os fundamentos do CMC na era da crescente robotização.
Nau
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Nº. 2146 - Doutrina Cooperativista
1. Conforme tínhamos previsto, o PS ganha vantagens nas autárquicas, embora perca a maioria em Lisboa.
2. O PCP afirma-se como o partido da terceira idade, posto que segure com mão férrea os movimentos laborais, graças à não-renovação dos quadros e vocação contestatária.
3. Claro que o CDS se mantém como o refúgio da direita e uma esperançosa Joana d'Arc que muito terá que cavalgar para não voltar a cair nos braços do PSD.
4. Os sociais-democratas, como é sabido, continuam na mão dos barões apostados no centrão que a ganância de alguns deles descredibiliza.
5. Por outro lado, o BE afirma-se como um partido periférico - sem garras e muita garganta - preferindo os eleitores desiludidos os movimentos efémeros com protagonismos da mesma sorte.
6. Dificilmente o PS abandonará a sua vocação para as negociatas - sobretudo as obras de fachada - excitadíssimo com a próxima distribuição de lugares à sombra do poder centralizador.
7. O passo seguinte são as legislativas que António Costa procurará antecipar esgotada que está a saca dos milagres financeiros e a verve da geringonça.
Nau
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Nº. 2145 - Portal Comunalista
1. Muitos foram os protestos daqueles que consideraram o apelo para a não-participação no recente acto eleitoral como descabido.
2. Segundo os protestantes, compreensível seria que tal estratégia fosse agressivamente implementada nas próximas legislativas a fim de fragilizar a política de engana tolos do António Costa.
3. Embora o comunalismo possa ser confundido com o municipalismo vigente, certo é o primeiro não assentar nos esquemas partidários impostos pela burguesia republicana dominante.
4. Através de um processo aleatório, os residentes das futuras comunas serão convidados a efectuar a gestão destas, segundo programas computadorizados e estabelecidos de acordo com os dados estatísticos apurados.
5. Também o Governo do Reino será conduzido por indivíduos designados pelo processo idêntico ao das comunas, limitando-se o soberano, hereditário e vitalício, a ser a referência da população.
6. Bom é ter presente que os Silvas e os Santos nominais são elos que ligam o passado ao futuro das respectivas famílias, independentemente das suas capacidades intelectuais e qualidades assertivas.
7. A circulação fiduciária progressivamente se tornará obsoleta visto que todos os residentes terão créditos para a sua subsistência baseado nos contributos prestados à comunidade.
Nau
domingo, 1 de outubro de 2017
Nº. 2144 - Psyche
1. A incapacidade do homem atingir uma erecção normal poderá ocorrer em qualquer idade.
2. Mor parte das vezes a causa poderá ser psicológica ou traumática, por lesões dos nervos de origem diabética; por recentes intervenções cirúrgicas.
3. Estados de ansiedade; perda de confiança durante algumas semanas; mau humor ou crises existenciais são pertença do foro psicológico.
4. A ingestão excessiva de álcool reflecte-se no rosto e nas mãos vermelhos, bem como na diminuição da libido que, sendo uma opção do paciente, poderá requerer uma adequada desintoxicação.
5. Claro que a incapacidade poderá ocorrer em situações críticas, porém, com erecções matinais razoáveis, logo susceptível da mera consulta médica.
6. Quando acordar de pernas e mãos frias, a falta de erecção poderá verificar-se por mera insuficiência arterial e drenagem venosa excessiva.
7. Erecções matinais raras ou inexistentes poderão ter origem no consumo excessivo de antidepressivos, tornando-se uma avaliação da medicação aconselhável.
Nau
Assinar:
Comentários (Atom)