terça-feira, 9 de agosto de 2016
Nº. 1726 - Doutrina cooperativista
1. Sem dúvida que o cooperativismo é a trave mestra da Economia Social.
2. Enquanto o capital expande o seu domínio através do ardil financeiro e a colecta inexorável de juros, a prática cooperativa ensina ao homem a controlar a sua própria economia.
3. Não é a produção de grandes séries que satisfazem as necessidades humanas, uma vez que estas apenas têm por objectivo alargar o consumo através do crédito avassalador.
4. As unidades cooperativas utilizam os recursos naturais - agricultura e indústria correlativa - disponibilizando-os aos associados para satisfação pontual das necessidades destes.
5. Os serviços praticados pelas células cooperativas - produção, comércio e consumo - além de corresponderem às reais necessidades dos seus associados não são corruptíveis por especulações do foro capitalista.
6. Eliminando intermediários e praticando o justo preço sem o ónus de encargos gravosos, as células cooperativas estimulam o retorno aos associados de créditos no final das operações, após a dedução das despesas verificadas.
7. O homem cooperativo é o catalisador dos recursos financeiros, o produtor, o fornecedor e a razão da Economia Social.
Nau
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