segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Nº. 1725 - Portal Comunalista


1. Lembramos uma vez mais que este espaço encontra-se reservado para o debate de ideias, a exposição de conceitos, apelativamente designado pelo imodesto substantivo Portal.

2. A designação comunalista nada tem que ver com seitas religiosas, apenas apontando para um espaço geográfico delimitado onde residem naturais e cooperadores, estes mormente provenientes de comunidades afins.

3. Por comunidades afins entendemos aquelas ligadas por um direito consuetudinário e fortes laços tradicionais, bem como as pessoas provenientes de outras comunidades estrangeiras que, embora minoritárias, contribuem para o bem-estar da comunidade de acolhimento.

4. Repudiamos o emparelhamento de comunalismo com comunismo por considerar todas as religiões fraude e nefastas ao género humano, não esquecendo as fortes raízes burgesóides da religião marxista que não dispensa uma cúria dirigente com funções ditas consultivas em assuntos de carácter administrativo, judicial e político.

5. A comuna aqui preconizada distancia-se do municipalismo vigente - sectário e tendencioso - opondo a este  fundamento e a prática cooperativista que, através da multiplicação das células cooperativas - estas articuladas pelas uniões, federações e confederações - vão dirimindo os ímpetos partidocráticos, consolidando uma gestão forense e consensual.

6. Logo, a Revolução ABC - Revolução Azul e Branca Cooperativista - disseminável pelo Planeta Azul uma vez que opõe a cooperação à apropriação viciante, apelando ao dialogo de todas as cores políticas, emerge como a hipótese mais válida às propostas tanto liberais como socialistas.

7. A apropriação como adequação de ferramentas e/ou artefactos ao exercício estritamente pessoal é prestimoso e aceitável. Porém, a apropriação (acumulação doentia) para exercer domínio sobre outrem é estratagema plutocrata, logicamente combatido pelo cooperativismo monárquico.

Nau

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