quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Nº. 1561 - Luta Popular
1. Os afeiçoados a revoluções políticas normalmente prometem transformações profundas na comunidade, não passando estas de arruaças para mera descompressão das tensões sociais.
2. Na maioria dos casos, as revoluções bem-sucedidas, apenas deram azo à mudança de dirigentes políticos, sendo mantidas as práticas rotineiras, para gaudio da classe média bem instalada.
3. Alguns saem contusos, sobretudo os apaniguados do quadro dirigente apeado; outros refestelam-se com a oportunidade única de locupletação oferecida fortuitamente.
4. Porém, o que se pretende em Portugal não é uma revolução deste tipo (com propriedade, denominada como revolução clássica) mas uma mudança progressiva da mentalidade pequeno burguês.
5. O cooperativismo não é uma doutrina de exclusão, nem tão-pouco sectária, uma vez que não admite discriminações socias, étnicas, políticas ou religiosas.
6. Logo, a doutrina cooperativa exige uma real solidariedade entre os cooperadores associados, extensiva a células afins da comunidade onde se encontra integrada.
7. A rede cooperativista, embora alargada a todo o Planeta Azul, toma como símbolo a Coroa Real que todos abarcam, salientando o património comum.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário