domingo, 20 de dezembro de 2015
Nº. 1494 - Portal Comunalista
1. Os substantivos nação e pátria, tidos como sinónimos de país ou Estado em que cada indivíduo nasceu, foi o estratagema usado pelos mentores revolucionários franceses de 1793.
2. Contornando a ideia de reino - comunidade de residentes que geralmente falam o mesmo idioma num delimitado espaço geográfico sob a mesma Coroa - a pátria foi reduzida ao país em que cada um nasceu e de que é cidadão.
3. Logo, o patriotismo designa a qualidade de patriota - pessoa que ama e deseja servir a sua pátria - ideia por demais conveniente aos emburguesados republicanos que, por essa via, procuravam defender os seus interesses políticos e/ou materiais.
4. Para os que herdavam privilégios dos antepassados e/ou subsistiam através de um direito consuetudinário, o soberano - por direito de sucessão e destinado a durar em tais funções a vida toda - era garantia bastante para a existência das comunidades e defesa do reino.
5. Volto a sublinhar que a ideia de reino como comunidade de território, de gentes, de história, de costumes e outras coisas mais é distinta da grande comunidade humana possível numa globalização sem nacionalismos gloríolas, alimentados por ódios e imperialismos espúrios.
6. O cooperativista não é patriota porquanto defende uma plataforma consensual em que a autogestão e o autofinanciamento são cultivados de modo responsável, sem discriminações raciais, políticas ou religiosas a fim de satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados.
7. Sendo a Monarquia o governo de um só, isto é, do Povo, somos comunalistas como fundamento do reino e abjuramos todos os extremismos, particularmente aqueles que glorificam a nação odiando os que não são do mesmo credo e/ou etnia.
Nau
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