domingo, 13 de dezembro de 2015

Nº. 1487 - Portal Comunalista


1. De certo não será por falta de temas que regulares debates andam muito esquivos deste espaço com pretensões comunais.

2. O único comentário registado até à presente data foi da lavra de um afoitado brasileiro que, de numerosa prole e parentesco multiforme, goza de visitas diárias, desvirtuando as estatísticas cá do burgo.

3. Porém, o que importa é discutir as doutrinas em confronto porquanto, dos princípios que servem de base aos ismos - liberal, social e cooperativo - apenas este último aposta no acto sublime e redentor: a cooperação.

4. Do cooperativismo - conceito social que, face à cultivada competitividade entre pessoas, opõe a cooperação e o apoio mútuo - temos sublinhado a autogestão e o autofinanciamento em espaço próprio, estes proporcionadores de uma real democracia.

5. O liberalismo - corrente intelectual que propõe a liberdade do homem em todas as circunstâncias - advoga a não intervenção estatal na economia, defendendo que os plutocratas são os principais geradores de riqueza, manipulando estes os demagogos e apaniguados, exploradores do trabalho alheio.

6. Claro que os socialistas, defendendo a propriedade colectiva dos meios de produção e da supressão das classes sociais, avançam com uma estatização faseada (via parlamentarista) através de uma burocracia clubística ou impondo uma ditadura em nome dos proletários, em que os interesses de um reduzido grupo dirigente se identifica com os de toda a comunidade.

7. O CMC, à ideia peregrina da cooperação alia o novo conceito de Pátria - totalidade dos residentes de um determinado espaço geográfico, sem discriminações sociais, políticas ou religiosas - bem como de Monarquia - governo de um só, isto é, do Povo - tendo a figura do Rei como garante da Democracia, por este obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.

Nau

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