terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nº. 1482 - RAC


1. Muitos são aqueles que se afirmam cooperativistas, pagando as quotas nas unidades em que se encontram associados, mas não tomando parte nas actividades destas.

2. A justificação normalmente avançada é a falta de tempo, devido a uma actividade profissional muito exigente e problemática vida privada.

3. Outros evidenciam ressentimentos por se terem incompatibilizado com alguns elementos da direcção e/ou frustrados por não fazerem parte esta, limitando-se a visitas esporádicas, mormente nas quadras festivas.

4. Afirmar-se cooperativista, nas condições acima será como afirmar-se futebolista por se ter meramente inscrito como sócio neste ou naquele clube desportivo, por diletantismo ou simpatia pela cor ou símbolos do mesmo.

5. O que importa não é ser membro de qualquer unidade cooperativa mas encontrar-se imbuído do real espírito cooperativista, procurando satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais nessa conformidade.

6. Escola de autogestão e autofinanciamento, a observação da prática cooperativista permitirá ao desajustado sócio reorganizar a sua vida privada que, por cansaço e/ou adiamento de decisões, se arrasta penosamente.

7. Racionalizar as nossas actividades é o primeiro passo para um bom adestramento - físico e psíquico - na preparação para as olimpíadas diárias.

Nau

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