domingo, 22 de junho de 2014
Nº. 948 - Portal Comunalista
1. Claro que em Espanha também há muitos políticos diletantes que asseveram que Filipe VI não deveria ocupar o trono por este ter sido cedido por Juan Carlos, monarca imposto pelo ditador de serviço.
2. Num raro momento de introspecão, certos monárquicos recomendam não a aclamação (reconhecimento do soberano pela voz do povo e da respectiva assembleia política), mas a eleição do rei de entre um reduzido número de pretendentes.
3. Na Alemanha antiga, o imperador era eleito por uma assembleia de príncipes ou bispos que regiam os seus territórios com a dignidade de eleitores, prática pouco diferente da República Romana em que os cônsules eram maioritariamente eleitos pelos patríios, classe privilegiada daquele tempo.
4. Habilidosos historiadores contemporâneos, descaradamente, dão a entender que o fim da Monarquia Etrusca teve origem numa insurreição contra Tarquínio, o Soberbo, dando origem à democracia, isto é, à Repúlica Romana, no esquema salientado no parágrafo anterior.
5. Como é óbvio, a universalidade dos eleitores, compreendendo tanto o voto criterioso como aquele facilmente manipulável, não é a expressão de uma racional Democracia, mas recurso doutrinário dos republicanos.
6. A celebrada democracia estadunidense não passa de uma mascarada timocrática; a democracia iraniana é a versão teocrática pouco diferente da verificada naRepública Norte-coreana... . Em suma: as Repúblicas são o aprazimento das minorias sedentas de poder.
7. Logo, a figura do Rei é indispensável por obviar disputas partidárias no topo da omunidade; a Democracia robustece-se através da prática cooperativa.
Nau
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