quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Nº. 649 - Prelo Real


1. Vamos lá a uma pequena reflexão acerca de certas personagens, tidas por simpatizantes do moderno conceito de Monarquia, que deambulam pelos espaços internauticos.

2. Começo por José Adelino Maltez que, na linha de Agostinho da Silva, procura chocar o desprevenido interlocutor com atitudes surpreendentes, o primeiro mais na veia do espectáculo, enquanto que o segundo, com experiência da política do silêncio da salazarquia, limitava-se a tocar a rebate para o despertar das consciências.

3. Abro aqui um parêntesispara sublinhar que o novo conceito de Monarquia nada a ver com uma sociedade hieraquizada de senhores e subordinados, pois todos nós nascemos, crescemos e morremos com necessidades, logo, somos todos iguais.

4. As diferenças - físicas, temperamentais ou de capacidade - são inerentes à natureza humana (e até de seres de outras espécies) mas não eternizam o jogo de uns se alçapremarem como os senhores e os outros como os subordinados.

5. Todos nós temos que nos exercitar no diálogo franco e aberto, extravasando o núcleo da família que vai minguando nesta sociedade de multidões, criando células mais alargadas - cooperativas, associações, uniões com fins e interesses comuns - para contrabalançar a fome de poder de minorias ganaciosas.

6.  Viver porque a vida dura não significa cruzar os braços, mas esforçar-se por qualquer coisa: por mais conforto, para si e para os seus; por melhor qualidade de vida; por maior compreensão daqueles que o rodeiam.

7. Segundo parece José A. Maltez é apologista da persistência crimonosa das lojas maçónicas, esquecendo que estas existem para o conluio daqueles que se julgam superiores aos comum dos mortais.

Nau

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