quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Nº. 622 - Doutrina Cooperativa, III
1. Tanto a minoria dos dirigentes liberais (supostos defensores dos mercados desregulados), como a minoria dos dirigentes socialistas (nas versões redistribuitivas, burocratizantes e/ou centralizadoras) infantilizam os mais.
2. Em cada legislatura, os eleitores são motivados, demagogicamente, a votar nos seus partidos, funcionando estes como meras facções desportivas onde o racional anda naturalmente arredado.
3. Os cooperativistas, ao contrário dos sequazes das várias formações partidárias, não procuram tomar de assalto as cadeiras do poder, dado que as suas ambições políticas consistem em satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais de cada um.
4. De facto, o centralismo e a burocratização em curso impõe uma igualdade espúria em vez de reconhecer o direito de cada um; capciosamente alardeia justiça e, em nome desta, protege interesses particulares.
5. A burocratização - filha dilecta do centralismo - acalenta dependências, distribuindo sinecuras pelos apaniguados e coarctando o espírito de iniciativa dos mais, pois a sua função é proteger interesses instalados.
6. Pequenas unidades autónomas onde os princípios da equidade e solidariedade se estimulam é a resposta adequada aos centralismos impantes, única via responsável, motivadora do diálogo e do concerto.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista é a resposta correcta aos tecnocratas das torres de marfim.
Nau
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