domingo, 25 de agosto de 2013

Nº. 646 - Portal da Cidadonia


1. O aniversário do Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos, IBEM, teve lugar há poucos dias, pelo que tomamos a liberdade de fazer alguns comentários acerca do mesmo.

2. Como é curial, IBEM pugna pelo retorno da Monarquia ao Brasil, na versão parlamentarista tradicional, alegando que a alternativa republicana (Chefe de Estado a prazo e Chefe de Governo em conluio e/ou antagonismos encapotados) articula interesses da mesma sorte.

3. Sublinha IBEM que a figura do Rei ou do Imperador é de génese apartidária, enquanto que o Chefe do Governo é eleito pelo povo, segundo as opções políticas de cada um, exercendo o primeiro uma função de consesnsos e, sobretudo, de continuidade na renovação geracional, enquanto que a administração inalienavelmente ao povo pertence.

4. Este conceito é exposto, com toda a clareza, por Sebastião Marques, num apontamento catrapiscado pelo IBEM em 26/6/2013, englobando substancial informação, exemplos e comentários do mesmo autor, apresentando em rodapé 'artigos relacionados' tais como "As 11 Maiores Mentiras da República", "Porque Defender a Monarquia no Brasil" e outras coisas mais.

5. Como monárquicos, aplaudimos IBEM pelo relevo dado ao apontamento de Sebastião Marques, acompanhando com muito interesse o contributo que Edite Paiva, Nuno Lourenço e Domingos Bragança dão ao moderno conceito de Monarquia, este enrobustecido pelo espírito comunalista de longa tradição.

6. A Democracia - que a figura do Rei ou do Imperador garante por obviar disputas partidárias no topo da instituição política - só é possível com o aumento em número dos comunalistas criteriosos e estes encontram na cooperativa a adequada plataforma para enfrentar tanto o capitalismo selvagem, como o capitalismo burocrático.

7. Num recente apontamento sublinhamos que "um bom cooperativista procura transmitir a sua mensagem de paz sem imposições de credos religiosos, filiações partidárias ou doutrinas políticas, porquanto na diversidade dos pensamentos e ideias é que floresce a riqueza da comunidade".

Nau

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