sábado, 31 de agosto de 2013
Nº. 652 - Psyche
1. Darwin fundamentou a ideia de que os animais evoluem com o tempo, segundo a lei da selecção natural.
2. A excepção, para confirmar a regra, será a existência de certos republicanos (e até alguns monárquicos) que há muito se encontram parados no tempo.
3. O comportamento social da espécie humana tem por regra a sobrevivência e esta consolida-se na estabilidade adquirida, mantendo mum equilíbrio quase perfeito entre a competição e a cooperação.
4. A competividade estimula a aplicação das forças necessárias para a obtenção de uma melhor qualidade de vida, protegendo intuitivamente o homem, a si e aos seus, com maior acutilância.
5. A cooperação permitirá uma efificaz divisão do trabalho, logo, o aumento da riqueza comum, não só na família, como na comunidade.
6. Sem dúvida que a cooperação (mais do que a competividade gerada pela escassez e/ou ganância desmesurada) beneficiará as pessoas envolvidas.
7. A corrupção que persiste na distribuição da riqueza - tanto no capitalismo selvagem, como no centralismo burocrático - só poderá ser atenuada através do aumento em número dos comunalistas criteriosos.
Nau
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Nº. 650 - Luta Popular
1. Aqueles que combatem para alcançar certos objectivos - correr com o inimigo em tempo de guerra; granjear o sustento, para si e para os seus; difundir doutrinas políticas e/ou credos religiosos - sentem-se motivados a interagir com os que estão próximos.
2. Os diletantes, isto é, todos aqueles que exercem qualquer actividade como passatempo - tanto nas artes, como na vida profissional, na política ou numa via religiosa sem se preocuparem com uma adequada preparação - arvoram-se como radicais por mero aventureirismo.
3. Muitos outros há que cultivam sérias preocupações sociais, na persecução de melhores dias e de um bem-estar comum, este fruto de uma equilibrada distribuição da riqueza, maior equidade e robustecimento do espírito de justiça e solidariedade.
4. Os socialistas advogam a propriedade colectiva dos meios de produção, da supressão das classes sociais e de uma distribuição mais igualitária das riquezas por via de leis que promovam a extensão das vantagens particulares à sociedade inteira.
5. Na mesma sintonia, os marxistas-leninistas sustentam que tal processo deverá ser levado a cabo através do controlo do poder político pelo proletariado num Estado musculado concebido por Karl Marx como a forma parlamentar dos iluminados da Comuna de Paris (1871).
6. O marxismo-leninismo-maoista (ou linha do pensamento de Mao Tsé-Tung) sustenta que a reeducação e a persuasão apresentam maiores benefícios para o povo do que a sistemática eliminação dos opositores, tal como se verificava na antiga União Soviética.
7. Nós, na capacidade de cooperativistas monárquico-comunalistas, apostamos na cooperação - trabalho de grupos em concorrência de auxilio, de forças, de meios para enfrentar tanto o capitalismo selvagem, como o capitalismo burocratizante e centralizador.
Nau
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Nº. 651 - Fim de Semana 35
1. De facto, a memória acumulada surpreende e avassala, tanto a nível pessoal, como na vivência comum.
2. O retorno da Monarquia ao Brasil pelo qual o IBEM se bate carece - à semelhança do que acontece em Portugal - do aumento em número de comunalistas criteriosos.
3. A via cooperativista é uma boa aposta, mas esta apenas se consolida com a prática continuada, não bastando a simpatia pelos fundamentos em questão.
4. O movimento cooperativista aposta na investigação da tecnologia de ponta, conforme os exemplos da semana transacta, esta votada no socorrer de necessidades que não o mero consumismo.
5. Conjecturar acerca das doutrinas políticas em voga é uma obrigação de todos nós, dado que as simpatias cultivadas soam a falso perante a realidade dos factos.
6. A maçonaria que, por distorção deliberada, muitos pretendem ter origens remotas, não passa de associações destinadas a proteger interesses particulares - que o diga José Relvas.
7. Entretanto, nas próximas eleições importa votar: nas autárquicas, em Joana Miranda; nas legislativas, em Garcia Pereira.
Nau
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Nº. 649 - Prelo Real
1. Vamos lá a uma pequena reflexão acerca de certas personagens, tidas por simpatizantes do moderno conceito de Monarquia, que deambulam pelos espaços internauticos.
2. Começo por José Adelino Maltez que, na linha de Agostinho da Silva, procura chocar o desprevenido interlocutor com atitudes surpreendentes, o primeiro mais na veia do espectáculo, enquanto que o segundo, com experiência da política do silêncio da salazarquia, limitava-se a tocar a rebate para o despertar das consciências.
3. Abro aqui um parêntesispara sublinhar que o novo conceito de Monarquia nada a ver com uma sociedade hieraquizada de senhores e subordinados, pois todos nós nascemos, crescemos e morremos com necessidades, logo, somos todos iguais.
4. As diferenças - físicas, temperamentais ou de capacidade - são inerentes à natureza humana (e até de seres de outras espécies) mas não eternizam o jogo de uns se alçapremarem como os senhores e os outros como os subordinados.
5. Todos nós temos que nos exercitar no diálogo franco e aberto, extravasando o núcleo da família que vai minguando nesta sociedade de multidões, criando células mais alargadas - cooperativas, associações, uniões com fins e interesses comuns - para contrabalançar a fome de poder de minorias ganaciosas.
6. Viver porque a vida dura não significa cruzar os braços, mas esforçar-se por qualquer coisa: por mais conforto, para si e para os seus; por melhor qualidade de vida; por maior compreensão daqueles que o rodeiam.
7. Segundo parece José A. Maltez é apologista da persistência crimonosa das lojas maçónicas, esquecendo que estas existem para o conluio daqueles que se julgam superiores aos comum dos mortais.
Nau
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Nº. 648 - RAC: G.I.C.D.
1. Sendo a mão de obra barata uma das vantagens dos chamados "países emergentes", tal efeito não poderá ser, sem graves problemas, aplicado na Europa.
2. A produção de séries a custos relativamente baixos pela aquisição de tecnologias de ponta, encargos esses que, circunscritos a prazos fixos, serão compensados pela conquista de mercados de largo consumo.
3. Logo, o fadário da Europa é continuar a apostar na investigação e aperfeiçoamento de tecnologias de ponta, bem como a sofrear o consumismo impante, tendo presente que, tanto a baixa natalidade, bem como o envelhecimento populacional, prenunciam tempos muito difíceis.
4. Claro que a tecnologia de ponta que é mister desenvolver na Europa deverá ser adequada às necessidades locais, visto que a política assente na colecta de royalties tem os dias contados, porquanto cedo os discípulos ganham o estatuto de mestres.
5. O movimento cooperativista também aposta no sector da investigação, sendo um bom exemplo a G.I.C.D., criado em 1988 como Grupo Cooperativo de Cancro Digestivo e integrado na Associação Portuguesa de Investigação Oncológica (A.P.I.O).
6. Além das actividades de investigação a nível nacional, o G.I.C.D. integra o PETACC (Pan-European Trials in Adjuvant Colon Cancer) que é uma associação de Grupos Cooperativos reconhecidos pela E.O.R.T.C..
7. Q investigação pressupõe acção continuada e insistente - inquirição, indagação, pesquisa - em qualquer área, com o objectivo de facilitar a tomada de decisões no campo da ciência, indústria, administração, economia e social.
Nau
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Nº. 647 - Doutrina Cooperativa
1. Voltamos a siblinhar - a cooperação é o fundamento da doutrina cooperativista.
2. Não basta ser membro de uma cooperativa; o importante é agir como tal.
3. Aqueles que, desarrazoadamente, lamentam que certas cooperativas sejam apenas o quintal do Fulano e do Sicrano, apenas têm que passar à acção...
4. Bom é ter presente que a cooperativa não é facção política ou clube de futebol - não basta ser filiado ou simpatizante.
5. Delegar é transmitir poderes a alguém - qualquer pessoa que, por vezes, nem conhecemos - a fim de resolver problemas pessoais, bem nossos.
6. Porém, na cooperativa, o importante não é o voto da maioria, mas o consenso - o mais alargado possível.
7. Cooperar significa colaboração e solidariedade.
Nau
domingo, 25 de agosto de 2013
Nº. 646 - Portal da Cidadonia
1. O aniversário do Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos, IBEM, teve lugar há poucos dias, pelo que tomamos a liberdade de fazer alguns comentários acerca do mesmo.
2. Como é curial, IBEM pugna pelo retorno da Monarquia ao Brasil, na versão parlamentarista tradicional, alegando que a alternativa republicana (Chefe de Estado a prazo e Chefe de Governo em conluio e/ou antagonismos encapotados) articula interesses da mesma sorte.
3. Sublinha IBEM que a figura do Rei ou do Imperador é de génese apartidária, enquanto que o Chefe do Governo é eleito pelo povo, segundo as opções políticas de cada um, exercendo o primeiro uma função de consesnsos e, sobretudo, de continuidade na renovação geracional, enquanto que a administração inalienavelmente ao povo pertence.
4. Este conceito é exposto, com toda a clareza, por Sebastião Marques, num apontamento catrapiscado pelo IBEM em 26/6/2013, englobando substancial informação, exemplos e comentários do mesmo autor, apresentando em rodapé 'artigos relacionados' tais como "As 11 Maiores Mentiras da República", "Porque Defender a Monarquia no Brasil" e outras coisas mais.
5. Como monárquicos, aplaudimos IBEM pelo relevo dado ao apontamento de Sebastião Marques, acompanhando com muito interesse o contributo que Edite Paiva, Nuno Lourenço e Domingos Bragança dão ao moderno conceito de Monarquia, este enrobustecido pelo espírito comunalista de longa tradição.
6. A Democracia - que a figura do Rei ou do Imperador garante por obviar disputas partidárias no topo da instituição política - só é possível com o aumento em número dos comunalistas criteriosos e estes encontram na cooperativa a adequada plataforma para enfrentar tanto o capitalismo selvagem, como o capitalismo burocrático.
7. Num recente apontamento sublinhamos que "um bom cooperativista procura transmitir a sua mensagem de paz sem imposições de credos religiosos, filiações partidárias ou doutrinas políticas, porquanto na diversidade dos pensamentos e ideias é que floresce a riqueza da comunidade".
Nau
sábado, 24 de agosto de 2013
Nº. 645 - Psyche
1. No universo imagético frequentemente ocorrem imagens não conscientes.
2. Estas poderão ser estimuladas por memórias aparentemente adormecidas e/ou impulsos ambientais.
3. A libertação de hormonas na circulação sanguínea; as contrações musculares; a vocalização automática, etc., esboçam a imagem.
4. Uma predisposição desconhecida, isto é, inconsciente, prepara o organismo para o choque e/ou prazer momentâneo.
5. Toda a memória acumulada, do nascituro ao climax, são potencialidades imagéticas que surpreendem ou avassalam.
6. O que não há dúvida é que o cérebro humano tem uma flexibilidade prodigiosa, embora sempre em consonância com as leis da natureza.
7. Em suma: a percepção íntima de si própria faz parte da inconsciência pessoal.
Nau
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Nº. 644 - Fim de Semana 34
1. A natureza humana nada tem de fantástico - Helvécio e Rousseau são meras conjecturas da puberdade.
2. Sem dúvida que a Democracia é possível, mas com o aumento em número de comunalistas criteriosos.
3. Logo, conforme afirmámos em anterior apontamento, a prática cooperativa aliada à função comunalista diligencia o regresso do Rei.
4. Claro que uma cuidada aprendizagem é essencial nos dias de hoje e, à semelhança da Escola Laser, em Lisboa, CESPU será a contrapartida no Porto.
5. Todo este meu arrazoado conduz ao "Henrique Sousa, Energia", espaço que é mister visitar regularmente.
6. Democracia (sempre a Democracia!, e tropeçamos, de novo, em Helvécio e Rousseau) porém as pessoas apenas estão interessadas no seu bem-estar que não em actos eleitorais.
7. Conjecturo, logo existo.
Nau
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Nº. 643 - Luta Popular
1. Segundo parece, as pessoas não estão interessadas na política - arte de governar os povos - dado que os eventuais benefícios resultantes desta não são perceptíveis para a maioria da população.
2. Logo, cada vez menos são aqueles que se deslocam até a uma secção de voto, sendo tal tendência maior nas autárquicas do que nas legislativas, demonstrando à saciedade que as pessoas não estão minimamente interessadas em actos eleitorais.
3. As próprias organizações partidárias - essenciais em qualquer democracia - têm que ser subvencionadas para manterem, inclusive, as suas estruturas administrativas a funcionar, visto que as contribuições monetárias dos filiados são meramente simbólicas.
4. Esta é a realidade e justifica o dramatismo de alguns políticos nas suas intervenções públicas, mais apostadas na imagem pessoal e no achincalhamento da dignidade dos seus antagonistas do que numa harmoniosa gestão dos complexos problemas da comunidade.
5. As pessoas apenas estão interessadas no conforto pessoal e, sobretudo, na sua subsistência: a maioria obrigada a trabalhar toda a vida para esse efeito, enquanto que poucos entesouram ou conseguem manter o património herdado por artifício legais.
6. Nos momentos de graves crises económicas, opressão política ou angústia geral, o confronto entre os desvalidos e possidentes na comunidade é inevitável, pois os gritos bradam mais alto do que as propostas que poderão oferecer hipóteses para contornar tais dificuldades.
7. Entretanto, nas próximas autárquicas, em Lisboa, vota Joana Miranda; nas legislativas, vota Garcia Pereira.
Nau
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Nº. 642 - Prelo Real: Henrique Sousa
1. O livro - volume com folhas impressas - guarda a informação que lhe prestaram, podendo esta ser relevante ou mera feira de vaidades.
2. As novas tecnologias - sobretudo a Internet - têm estado a empurrar os livros para as prateleiras de arrumos, tal como os pergaminhos doutrora, onde, perfilados, ganham pó.
3. Sendo a Iternet uma via de informação prática, impõe-se uma selecção cuidada dos textos disponíveis, porquanto a maior parte destes sofrem do mesmíssimo defeito de certos livros descartáveis.
4. A informação veícula o conhecimento adquirido e este é o tesouro da comunidade visto que, sem conhecimento, a consciência da própria existência não tem qualquer significado.
5. Encurtando razões: a perigrinação aos textos escritos ou videos de Henrique Sousa na Internet (Henrique Sousa, Energia) é muito estimulante pela informação disponibilizada, tanto para fins práticos, como para refrescar memórias.
6. Os apontamentos de Henrique Sousa contra as tropelias da EDP são de uma perenidade que surpreende e revolta, não se compreendendo o silêncio imposto a este assunto.
7. Divulgar a acção pedagógica de Henrique Sousa é obrigação de todos os cooperativistas.
Nau
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Nº. 641 - RAC: CESPU
1. A 'CESPU - Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário, CRL' é uma instituição privada sem fins lucrativos.
2. Esta cooperativa foi constituida em 27/8/82, tendo por objectivo a promoção de investigação científica e sua extensão universitária.
3. Tendo iniciado a sua actividade como Instituto Superior de Ciências Dentárias, no Porto, cedo alargou o leque da oferta de cursos, passando a designar-se, a partir de 1993, como Instituto Superior de Ciências da Saúde - Norte.
4. No ano lectivo 1997/98 a CESPU abriu duas escolas de ensino superior politécnico: a 'Escola Superior de Saúde do Vale do Ave' e a 'Escola Superior de Saúde do Vale de Sousa', ambas geridas administrativamente pelo 'Instituto Politécnico de Saúde do Norte'.
5. Contactos preliminares poderão ter lugar na Rua Central de Gandra, 1317, 4585-116 Gandra, telefones 224 157 100 / 224 157 102, ou por correio electrónico inf@cespu.pt.
6. Estudar na CESPU significa apoio ao aluno desde o ingresso; aprendizagem ao longo da vida; acesso a esquemas de financiamento a estudantes; acesso a Bolsas de Mérito e outras coisas mais.
7. O lema da CESPU é simples e muito significativo: "Formamos profissionais competentes".
Nau
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Nº. 640 - Doutrina Cooperativa
1. Um bom cooperativista é aquele que procura reunir a acção de várias pessoas, numa concorrência de auxílio, de forças, de meios para a satisfação das necessidades económicas, culturais e sociais comuns.
2. Um bom cooperativista procura naturalmente persuadir os seus filhos a cuidar das suas higienes privadas, não só no aspecto corporal, mas também no curar do equilíbrio psíquico, prevenindo frustrações e traumas futuros.
3. Um bom cooperativistaprocura aliciar os que o rodeiam a concertarem entre si adequadas soluções para os problemas do dia a dia, sem imposições que, pelos maus exemplos, possam causar sofrimento a outrem, tanto na infância (bullying), como na idade adulta (violência doméstica).
4. Um bom cooperativista procura dialogar chamando a atenção para actos impróprios de outrem, sem admoestar provocatoriamente e sem protagonismos espúrios, isto é, sem se armar em cavaleiro andante, defensor da fé, da ordem, bem como dos desvalidos profissionais.
5. Um bom cooperativista procura na educação - processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral - manter-se informado acerca das necessidades e eventuais soluções para os problemas que se apresentam na persecução do bem-estar comum.
6. Um bom cooperativista procura transmitir a sua mensagem de paz sem imposição de credos, filiações partidárias ou doutrinas políticas, porquanto na diversidade dos pensamentos e ideias é que aumenta a riqueza da comunidade.
7. Em suma: um bom cooperativista sabe que a ligação da prática cooperativa com a função comunalista motiva o clamar pelo regresso do Rei.
Nau
domingo, 18 de agosto de 2013
Nº. 639 - Portal da Cidadonia
1. Aplaude-se o corifeu ocasional por simpatia, hábito, míngua de tempo e/ou falta de capacidade para uma opção mais ponderada.
2. Os partidos políticos, à semelhança dos clubes de futebol, têm apoiantes indefectíveis; homens do aparelho partidário; videirinhos profissionais; meros filiados por insensatez ou conveniência.
3. Quer a partidocracia, quer o centralismo - timocrático, oligárquico e/ou teocrático - jamais poderão conduzir qualquer comunidade a uma democracia.
4. Sem ovos não se fazem omeletas; sem comunalistas criteriosos é praticamente impossível criar uma sociedade harmoniosa e justa.
5. A percepção que tem qualquer pessoa de si própria - capacidades, obrigações intuitivas e função social - não se constroi com base em normas rígidas porquanto estas apenas servem as minorias e respectivas capelinhas.
6. Logo, não é a penalização mas a persuasão que poderá tornar a comunidade mais harmoniosa e justa; não é o bacalhau a pataco ou 'monarquias redentoras' que dirimirão as frustrações e ódios cultivados.
7. Cada indivíduo é uma célula numa associação de células votadas à cooperação, abjurando todo o tipo de confrontos e/ou discussões estéreis.
Nau
sábado, 17 de agosto de 2013
Nº. 638 - Psyche
1. Saídos do berço, gatinhamos ensaiando o controlo dos nossos movimentos.
2. A comunicação com os outros é apenas expressão da nossa fragilidade através do choro ou de gritos de presumível satisfação.
3. Imitamos gestos e palavras dos que nos estão próximos e prosseguimos as descobertas de modo aleatório.
4. Duvidar e contestar serão, mais tarde, práticas recorrentes, apenas mitigadas pela inevitável satisfação de necessidades fisiológicas.
5. Somos uma espécie animal predadora, contidos pelas jornadas do acaso, com um fim inexorável.
6. Energias mutáveis e irrepetíveis - de temporalidade dependentes de acontecimentos fortuitos - são de memória curta entre os mais.
7. O bicho homem nasce para morrer, gatinhando na vida enquanto esta dura.
Nau
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Nº. 637 - Fim de Semana 33
1. De facto, a prática cooperativa só é eficaz quando os associados desta são os protagonistas da acção que a caracteriza, como judiciosamente afirmava José Travaços Santos no seu opúsculo "Para Uma Emancipação Económica eSocial".
2. Porém, uma formação e prática adequada facilmente dirimirão as várias diferenças intelectuais, emocionais e económicas que existem até entre os membros de qualquer cooperativa.
3. A cooperativa é, sem dúvida, um alfobre onde se cultiva a liberdade, a equidade e a solidariedade, única via para a reforma da mentalidade narcisista, isto é, o egocentrismo português.
4. Exemplos de unidades cooperativas onde os seus membros estão determinados a resolver problemas dos nossos dias - desemprego, necessidades culturais, sociais, etc. - não faltam perante a apatia lusa.
5. "Nicha" publica a sua nova obra - "O Livro da Revelação" - cheio de promessas porquanto a esperança é a última coisa a morrer.
6. À luta popular tradicional (do voto no escuro) clamam os cooperativistas no deserto que uma das hipóteses de luta será a concorrência de auxílio, de forças, de meios para defesa dos interesses comuns.
7. Conjecturando ficamos: gatinha-se na presunção de uma verticalidade fortuita.
Nau
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Nº. 636 - Luta Popular
1. Lutar é bater-se por qualquer coisa; logo, na frase luta popular, o adjectivo relativo povo pressupõe combate popular.
2. Porém, em nome do povo - nome colectivo dos indivíduos da mesma Comunidade - se cometem todas as barbaridades, para satisfação de minorias possessivas.
3. O governo popular não se cansa de encher a boca afirmando que a sua autoridade provem do povo que o elegeu, isto é, o escolheu por mor do povo.
4. Ao fim e ao cabo, o votante limita-se a apostar numa lista de pessoas que vagamente conhece, apenas (como soe dizer-se) por amor à cor da sua camisola.
5. Tanto o voto do cidadão criterioso, como o voto da massa ignara, no apuramento final, tem o mesmo valor pelo que é mero estratagema das minorias políticas.
6. Para atenuar tal logro, propõem os cooperativistas a concorrência de auxílio, de forças, de meios para defesa de interesses comuns.
7. Entretanto, nas próximas eleições autárquicas, em Lisboa, a demanda será por Joana Miranda; nas legislativas, resta a esperança derradeira - vota Garcia Pereira.
Nau
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
nº 635 - Prelo Real: O Livro da Redenção
1. Natural de Moçambique por incongruência geográfica, Nicha - Amândio José Janeiro Cardoso - é cidadão apátrida de uma civilização em vias de extinção.
2. O ensino básico de Nicha teve lugar em vários colégios particulares e a frequência universitária tem sido galopante por várias cadeiras, numa fome de saber descontrolada.
3. Presume-se que a capacidade mental de raciocinar - abstraindo ideias, compreendendo linguagens e transformando em substância própria factos e mitos - motiva a solução de problemas.
4. No entanto, numa civilização decadente - quando no campo espiritual não se encontram saídas e a ciência oferece hipóteses críticas - apenas é permitido navegar à bolina.
5. O segundo livro de versos de Nicha - o primeiro foi premiado pela Câmara Municipal de Almada como revelação de jovens poetas - é a saga continuada das descobertas, com um título cheio de promessas: "O Livro da Redenção".
6. Com o autógrafo do autor, a encomenda dos 10 primeiros exemplares (preço de capa 8Euros) serão enviados à cobrança postal bastando o pedido ser endereçado `"Novos Seniores - Cooperativa de Solidariedade Social, CRL", e.mail: novos.seniores@sapo.pt.
7. Encomendas de 50 ou mais exemplares beneficiarão de um desconto para revenda de 20%, na modalidade referida no parágrafo anterior.
Nau
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Nº. 634 - RAC: "O Bairro Português"
1. 'O Bairro Português' é uma cooperativa que tem por objecto a divulgação e venda de artesanato, num espaço criado para aquele efeito no centro histórico do Porto.
2. Mais do que uma loja de exposição de artesanato, esta cooperativa alberga 30 artesãos portugueses, dos 20 aos 50 anos de idade, e funciona num processo rotativo.
3. Cerâmica, escultura, ilustrações, encadernações, carteiras, joalharia com botões ou legos, rendas antigas ou cestaria em papel de jornal estão disponíveis no referido espaço.
4. As técnicas tradicionais, a reciclagem e produtos ecológicos são algumas das apostas de 'O Bairro Português', aberto à cooperação - ideias e obras - de outros artesãos.
5. Uma visita ao número 20 da Rua de Belmonte, na Capital do Norte, será uma boa oportunidade para a aquisição de peças únicas, lembranças estimáveis na diáspora portuguesa.
6. Caso não tenha possibilidade de se deslocar de imediato às instalações de 'O Bairro Português' poderá iniciar contactos preliminares através do e.mail: o.bairro.português@gmail.com.
7. Os artistas não precisam de apresentações - trocam experiências; falam dos seus problemas - sendo uma das responsáveis de 'O Bairro Português' Anabela Romano.
Nau
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Nº. 633 - Doutrina Cooperativa
1. A cooperação é o fundamento do cooperativismo.
2. A ajuda mútua - actuar ao mesmo tempo e para o mesmo fim - não pressupõe o questionar acerca do credo religioso e opção política de cada um.
3. A concorrência de auxílio, de forças, de meios para algum fim congraça vontades e estimula o espírito empreendedor dos participantes.
4. A comuna é uma forma tradicional de organização política, social e económica que urge estimular procurando sofrear o individualismo narcisista impante.
5. A cooperativa é a unidade fundamental, morfológica, fisiológica e reprodutora de outras células que motiva a sustentabilidade da comuna no seu todo.
6. A cooperativa é um autêntico alfobre onde se cultiva a liberdade, a equidade e a solidariedade que, na sua replicação, tornam a Comunidade mais próspera e harmoniosa.
7. A dinâmica cooperativista/comunalista aumentará o número de cidadãos criteriosos que proporcionarão o regresso do Rei.
Nau
domingo, 11 de agosto de 2013
Nº. 632 - Portal da Cidadonia
1. Há várias diferenças intelectuais, emocionais e económicas entre os homens, pelo que a maioria é obrigada a trabalhar a vida inteira; uma minoria tem assegurada a subsistência pelo entesouramento; uma outra minoria tem tempo suficiente para se dedicar à política.
2. Personificado - num homem, numa irmandade religiosa, num conjunto de majistrados, numa corporação militar, num patriciado possidente - o poder é, tendencialmente, arbitrário, contornando normas ou princípios, de acordo com as conveniências para o exercício deste.
3. Sem regras consensuais, as embrionárias comunidades não teriam grande hipótese de sobrevivência, e foram elas que limitaram o poder do mais forte, dando origem ao tal direito consuetudinário que chegou incólume até aos nossos dias.
4. Questionadoo poder sacerdotal e de outras minorias - patrícias, castrenses ou meramente administrativas - forçoso foi passar a letra redonda tais regras e daí a febre codificadora dos finais do século XVIII.
5. À massa ignara resta, ao destorcionamento da aplicação das leis - por via governamental, majistratura pura, iniciativa castreja e/ou possidentária - o protesto pelo berro e pelas armas, tendente à anarquia e/ou à revolução, digo, rebelião formal.
6. Quando o poder cai na rua, pouco tempo depois volta tudo à vaca fria, dado que as minorias contestadas se unem em defesa dos seus estatutos e interesses particulares.
7. Apenas uma formação adequada poderá fomentar uma maioria criteriosa na comunidade, sendo a prática cooperativa a via mais coadunada para esse efeito.
Nau
sábado, 10 de agosto de 2013
Nº. 631 - Psyche
1. O cooperativismo monarquico-comunalista é uma ciência (economia racionalmente estudada); é uma filosofia (teoria do conhecimento); é uma política (sistema nuclear de governo).
2. O comunalismo monarquico-cooperativista, dando ênfase ao espírito comunal (que muitos confundem com algo que lhes é patologicamente abjecto) é do mesmo valor porquanto a cooperação é o fundamento da comuna.
3. "A economia é o estudo da forma como as sociedades utilizam recursos escassos para produzir bens com valor e de como os distribuem entre os vários indivíduos", segundo a definição sintética Samuelson-Nordhaus.
4. O conhecimento, numa aproximação teórica, será a consciência da própria existência - percepção pelo organismo do seu próprio ser e do seu ambiente - logo, função biológica crítica que permite interpretar imagens, formular pensamentos, exteriorizar sentimentos.
5. Como sistema nuclear de governo, a cooperativa é uma associação de indivíduos que tem por objecto a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, libertando estes dos encargos respeitantes a lucros de intermediários ou de capitalistas.
6. A prática cooperativa significa faculdade de agir por livre arbítrio; responsabilidade ou dependência mútua entre associados; disposição de reconhecer igualmente o direito de cada um, para lá dos credos religiosos, opções partidárias e afinidades particulares.
7. Porque - segundo o poeta batalhense José Travaços Santos no seu opúsculo 'Para uma Emancipação Económica e Social' - se associação é aquela em que os sócios têm rigorosamente os mesmos direitos e os mesmos deveres, ela só é integral quando os seus membros são os protagonistas da acção que caracteriza e a faz atingir a sua finalidade".
Nau
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Nº. 630 - Fim de Semana 32
1. De facto, não há doutrina política tão prostituida e degradada como a Democracia; porém, a massa ignara gosta que lhe façam tagatés, deliciando-se com promessas e míseras vitualhas.
2. O que caracteriza as diversas facções políticas são os seus diferentes programas de governo, mas todas com a mesmíssima ambição: chegar às cadeiras do poder, nem que tenham que vender a alma ao diabo.
3. Todo o mundo presume ter direitos, esforçando-se por esquecer as obrigações, delegando irresponsavelmente a faculdade de agir de um ou outro modo a estranhos, por um prato de lentilhas.
4. Quanto mais opções existirem, mais difíceis serão as decisões finais, atenuadas pela via cooperativa que elege o diálogo e o consenso como práticas incontornáveis.
5. Um cheiro de férias - pouco mais se poderá ter - anda no ar e talvez se apresente a oportunidade para pôr em prática alguns dos esquemas com que, amiúde, sonhamos - talvez ler os livros que vamos empilhando; percorrer os lugares do nosso magrado - sei lá - viver um pouco.
6. Dentro em breve as eleições - autárquicas e legislativas - terão lugar, estando todo o mundo já farto das campanhas partidárias do dizer e contradizer, ciente de que nada muda - isto é sem cura.
7. Hesitações, quem as não tem! Porém, nas próximas autárquicas, em Lisboa, a razão manda: vota Joana Miranda. Nas legislativas, urgente é pontaria certeira: vota Garcia Pereira.
Nau
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Nº. 629 - Luta Popular
1. Muitos têm sido aqueles que, em desabafo público ou privado, garantem não votar, nos próximos actos eleitorais, em qualquer dos partidos do chamado arco governamental.
2. O mal e a caramunha vem do consulado do PS que a rapaziada do PSD agravou, com rodriguinhos e experiências goradas, mas, como já é hábito, quem se lixa é o mexilão.
3. Confesso ter uma certa simpatia por Victor Gaspar, académico ilustre, e não pelo anterior ministro das finanças de Sócrates, Teixeira dos Santos que, embora com sobeja experiência política, se deixou enlear por esta.
4. Victor Gaspar, com tiques de professor catedrático, soube bater com a porta quando a mostarda lhe chegou ao nariz, reconhecendo expressamente a falência de algumas medidas por si tomadas.
5. No PS há quem tenha bem presente as dificuldades económicas do momento, tal como António Costa que deixa o protagonismo da liderança do partido a uma figura cinzenta, prevendo uma vitória fácil nas próximas eleições autárquicas.
6. Logo, àqueles que se dispõem não votar nos próximos actos eleitorais - sobretudo nas legislativas - apresenta-se uma boa oportunidade para fazer um protesto bem mais eficaz: votar em Garcia Pereira do PCPT/MRPP.
7. Quanto às autárquicas, basta ter presente que Joana Miranda, do PCPT/MRPP, à semelhança de outros candidatos, poderá não derrotar António Costa, mas será uma pedra no sapato deste.
Nau
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Nº. 628 - Prelo Real
1. A actividade editorial diminui e alguns dos livros já devorados, juntamente com os que aguardam a vez por falta de tempo, voltam à baila.
2. O tema, o autor, o que está à mão (talvez o instinto) decide a ordem de escolha, embora esta seja mínima pela disciplina imposta.
3. Logo, passemos em revista apenas os livros que por aqui passaram, numa espécie de romagem para os que já os leram, mero incentivo à leitura aos desprecavidos.
4. No coração do Alentejo, ocorre-nos "O Grito do Gaio", de J. Pestana Teixeira, que nos traz à memória imagens, expressões, pessoas de carne e osso num encadeamento de situações que tornam aliciante a leitura de tal livro.
5. Quem esteja farto da chamada política lusa dos nossos dias, recomenda-se a leitura do livro "Segredos da Maçonaria Portuguesa", autor António José Vilela, que desvenda segredos da GOL e da GLLP/GLRP.
6. Do autor Miguel de Sousa Tavares, bom será reler "Rio das Flores" que na primeira edição de 2007 contou com uma tiragem de 100 mil exemplares.
7. E porque não "É Linda a Puta da Vida", de Miguel Esteves Cardoso que nos continua a desafiar com temas e palavras fortes, mas uma escrita mordaz, de muito bom humor.
Nau
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Nº. 627 - Beloficios
1. Um grupo de mulheres de Belmonte, distrito de Castelo Branco, fundaram há um par de anos uma cooperativa de artes e ofícios.
2. A Beloficios tem por objecto a criação de trabalhos artesanais, na área da confecção e bordados.
3. Peças de vestuário e acessórios com apliques de bordados; paineis para quadros decorativos; dobras costuradas (bainhas abertas) e outras coisas mais.
4. Tem a Beloficios como parceiros a Câmara Municipal de Belmonte, a Associação Nª. Srª. da Esperança e o Projecto de Luta Contra a Pobreza em Belmonte.
5. A Beloficios é uma autêntica escola de artes pelo que a visita a tal cooperativa é algo a incluir na agenda em qualquer deslocação a Belmonte.
6. Para além de uma finalidade económica, a cooperativa de artes e ofícios de Belmonte presta auxílio àqueles que apresentam dificuldades de inserção social.
7. O catálogo da Beloficios encontra-se disponível na Internet, devendo as eventuais encomendas serem endereçadas à Câmara Municipal de Belmonte.
Nau
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Nº. 626 - Doutrina Cooperativa
1. A doutrina cooperativa tem por fundamento a colaboração e associação de pessoas com o objectivo d satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais.
2. Reduzindo os custos de produção e/ou procurando obter as melhores condições de prazos e de preços, a cooperativa é uma verdadeira escola da arte de bem viver.
3. De capital variável, a cooperativa é um autêntico alfobre de projectos, deveras significativo para todos aqueles que neles participam.
4. O símbolo do cooperativismo são dois pinheiros, pela sua resistência e longevidade, contidos num círculo, figura geométrica que não tem princípio nem fim.
5. A bandeira do movimento cooperativo, adopatado em 1923 e modernizada em 2001, são as sete cores do arco-íris, em raios paralelos e ascendentes.
6. No cooperativismo monárquico-comunalista preconizamos a bandeira azul e branca, representando a primeira a cor do planeta Terra no espaço sideral e o branco a síntese das cores do arco-íris.
7. CECIM, porque não?.
Nau
domingo, 4 de agosto de 2013
Nº. 620 - Doutrina Cooperativa, II
NOTA:
Talves por lapso, o apontamento nº. 620 foi eliminado pelo que voltamos a inserir o mesmo, com os pedidos de desculpa ao autor.
AA
1. Duas intervenções de técnicos qualificados, distanciados no tempo e local, susciaram a nossa curiosidade pelo facto dos referidos técnicos terem tido uma formação em á reas distintas, mas na mesma unidade de ensino - Escola Laser.
2. O passo seguinte foi investigar na Internet a actividade formativa da Escola Laser que, para indivíduos com mais de 15 anos de idade, o 7º ano do ensino oficial, mas sem limite de idade, disponibiliza cursos técnicos-praticos de Electricidade, Energias Alternativas, Electrónica, Rádio, Circuitos Integrados, Televisão e muitas outras coisas mais.
3. Desde 1975 (despacho do Secretário de Estado da Administração Escolar de 16.03.76) a Escola Laser, ACREDITADA pelo"CIDES" Ministério do Trabalho e pelo Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional "CEDEFOP", é dirigida pelo Major Piloto da Força Aérea, M. Serôdio Pardal, Professor do Ensino Secundário, Formador há mais de 50 anos, Rádio Amador CT1KD.
4. Para uma informação mais completa, a Escola Laser está localizada na Praça Bernardo Santareno, 3B, 1900-098 Lisboa, telefones 218 491 215 - 218 405 801; a oito minutos do Metro (estação do Areeiro), com estacionamento automóvel sem limites, na parte de baixo da Torre de 20 andares, no eixo Areeiro-Olaias.
5. A Escola Laser tem por lema e incentivo: "Trabalhar por conta própria na Construção, Operação, Manutenção e Reparação de Equipamentos" o que, sem dúvida, é uma boa ferramenta no estabelecimento de cooperativas de serviços, adequadas a debelar a crescente onda de desemprego que ora se verifica.
6. As Carteiras Profissionais de Electricista de Baixa Tensão, Energias Alternativas, de Técnicos de Electrónica, Rádio e Televisão, curso anual, são válidas nos EUA, Canadá, Austrália e em todos os Países de Língua Oficial Portuguesa.
7. Sem dúvida que um forte investimento financeiro poderá atenuar a presente recessão económica, mas uma boa e coninuada formação técnica é garantia de emprego para toda a vida.
Nau
Nº. 625 - Portal da Cidadonia
1. Todo o mundo quer ser servido e de pouco serve.
2. O que é comum a todos pertende e o que pertence exclusivamente a alguém raramente satisfaz a voracidade do mesmo.
3. As comunidades arregimentadas pelas minorias habituais agem por reflexos condicionados e, em descompressão acidental, não argumentam - Berram.
4. Fácil será a utilização do telemóvel para registar imagens dos prevaricadores - a estacionar a viatura sobre as zebras; a deixar o lixo fora dos contentores; a abandonar os dejectos do seu cão sem o evido tratamento, etc. - e promover de tais factos a publicidade adequada.
5. Aqui e/ou em qualquer espaço de maior visibilidade na Internet, o prevaricador em flagrante merecerá a condenação pública, sendo esta talvez mais contundente do que eventuais coimas aleatórias
6. Certo é que são as frustrações que dão azo a comportamentos anti-sociais. Porém, a persuasão é mais eficaz do que a eventual penalização, esta mor parte das vezes impossível por falta de comprovativos incontestáveis.
7. Para tal efeito não são necessárias cooperativas, mas o concurso de pessoas criteriosas, num passo de gigante para superar a ineficácia da justiça que acalentamos.
Nau
sábado, 3 de agosto de 2013
Nº. 624 - Psyche
1. No que diz respeito à Democracia, estamos conversados: não há doutrina política tão prostituida como esta e, talvez por isso, ronhosamente embrulhada em papel de seda e vendida como sinónimo de República.
2. Assim, os comunalistas afirmam-se como comunalistas - nem liberais, nem socialistas - defensores de reais autogovernos dentro das comunidades da Comunidade e, dentro das comunidades autogovernáveis, em células verdadeiramente autónomas.
3. Como células autónomas entende-se cooperativas, estas - a par das associações cívicas - vocacionadas para satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos cooperadores, enquanto que as associações cívicas esmeram-se para manter o resto da população atenta e bem informada.
4. Bom é ter presente que comunalismo não é sinónimo de colectivismo porquanto, na comuna, o que é comum assim deve ser entendido, e o que é próprio, isto é, o que pertence exclusivamente a alguém, do mesmo modo se manterá.
5. No colectivismo, o sistema de produção e distribuição - eliminada que foi a propriedade privada - subsiste num emaranhado esquema burocrático, sendo as decisões superiormente tomadas pelos tecnocratas de serviço.
6. Volta-se aqui a sublinhar que as facções políticas são indispensáveis no comunalismo por funcionarem como autênticas bússolas orientadoras para os seus apoiantes e simpatizantes.
7. Logo, a figura do Rei torna-se indispensável no comunalismo por obviar disputas paridárias no topo da Comunidade.
Nau
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Nº 623 - Fim de Semana 31
1. Usada a torto e a direito, a palavra democracia é, na realidade, roupa de franceses, servindo apenas para encher a boca.
2. Entretanto, aqueles que muito têm para dizer e enchem espaços na Internet com esclarecimentos judiciosos, ficaram sem palavras ao desafio lançado pelo PCPT/MRPP.
3. Por outro lado, perante o agravamento do flagelo do desemprego, nós, cooperativistas, sugerimos o cerrar de fileiras e uma formação técnica continuada.
4. Hipóteses cooperativistas são várias - cooperativas de serviços, cooperativas de solidariedade social, cooperativas de ensino, etc. - acenando com a oportunidad oferecida pela Escola Laser.
5. A chamada de atenção acerca dos apontamentos de Henrique Sousa - Energias Renováveis vem na linha da formação técnica que ninguém - jovem ou já com muito calo nas mãos poderá descuidar.
6. A posse de bens materiais será um estimável recurso em tempos difíceis, mas o engenho e dinamismo de cada um é algo bem mais consistente.
7. O lembrete do cooperativismo monárquico-comunalista fecha a semana.
Nau
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Nº. 622 - Doutrina Cooperativa, III
1. Tanto a minoria dos dirigentes liberais (supostos defensores dos mercados desregulados), como a minoria dos dirigentes socialistas (nas versões redistribuitivas, burocratizantes e/ou centralizadoras) infantilizam os mais.
2. Em cada legislatura, os eleitores são motivados, demagogicamente, a votar nos seus partidos, funcionando estes como meras facções desportivas onde o racional anda naturalmente arredado.
3. Os cooperativistas, ao contrário dos sequazes das várias formações partidárias, não procuram tomar de assalto as cadeiras do poder, dado que as suas ambições políticas consistem em satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais de cada um.
4. De facto, o centralismo e a burocratização em curso impõe uma igualdade espúria em vez de reconhecer o direito de cada um; capciosamente alardeia justiça e, em nome desta, protege interesses particulares.
5. A burocratização - filha dilecta do centralismo - acalenta dependências, distribuindo sinecuras pelos apaniguados e coarctando o espírito de iniciativa dos mais, pois a sua função é proteger interesses instalados.
6. Pequenas unidades autónomas onde os princípios da equidade e solidariedade se estimulam é a resposta adequada aos centralismos impantes, única via responsável, motivadora do diálogo e do concerto.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista é a resposta correcta aos tecnocratas das torres de marfim.
Nau
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