quarta-feira, 30 de junho de 2021

Nº. 7509 RAC 30/06/2021

1. Muitos são os que se afirmam monárquicos como se tal fosse uma opção clubista.

2. Outros radicalizam a sua convicção política fundamentada em credos religiosos e/ou ateístas também partilhados por não monárquicos.

3. Ainda há aqueles que, escamoteando o lado negro dos seus antepassados, verborreiam a importância dos mesmos, ostentando brasões e nomes sonantes.

4. Claro que a instituição monárquica fundamenta-se na figura do rei consensual, hereditário e vitalício, juiz dos conflitos entre interesses díspares do Reino de Portugal.

5. Obviamente, o regime republicano satisfaz plenamente o estratagema da burguesia dominante que na competição exponencia o sectarismo, dando largas ao grande capital.

6. Monarquia significa uma só autoridade - a vontade do colectivo - sendo a figura do rei consensual, hereditário e vitalício, como expressão de Portugal, esta havida como o espaço tradicional de residência optativa.

7. O anarco-comunalismo monárquico emparelha com a administração pública e distribuição dos bens essenciais, ambas electrónicas.

Nau

 

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