1. Segundo alguns economistas, a competição modera os preços, embora possa afectar a qualidade.
2. O mais caro, sobretudo para os novos-ricos, poderá ser a expressão de qualidade, todavia o objectivo dos empresários é o lucro.
3. Claro que o preço dos bens essenciais apenas se agravam pela escassez, mas esta depende, sobretudo, de fenómenos naturais que não da iniciativa empresarial.
4. Avançando para uma administração pública e produção de bens essenciais, ambas electrónicas, a subsistência, bem como a assistência do bicho-homem serão, progressivamente, mais equilibradas.
5. Graves são as disputas pelas hegemonias regionais (e até global!) dado que estas são insufladas pelos corifeus da burguesia republicana dominante que, em nome do povo, almejam atingir o topo do poleiro.
6. Delegar o poder de decisão a terceiros é falta de verticalidade, corrigível através da função cooperativista que, face à competitividade entre as pessoas, opõe a concorrência de auxílio, de forças e de meios solidariamente.
7. A multiplicação das unidades cooperativas autogestionários e a imparável robotização, ambas são os alicerces da futura Monarquia - uma só autoridade, a do colectivo.
Nau
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