1. Sem dúvida que o homem é um animal gregário (minoria criativa, dada à aventura; maioria indiferente e egocêntrica) vivendo porque a vida dura.
2. Uns estão convencidos de que nasceram para mandar (como sacerdotes, chefes sectários, quadrilheiros) outros resignam-se a ser pau para toda obra e sonham com paraísos em que a eternidade é garantida.
3. De facto, fomos terras, fomos mares, fomos nuvens, etc., porquanto tudo nasce, cresce e morre tão simplesmente que se torna caricata a ambição de uns e a insensatez de outros, pois viver e morrer é tão normal como a liberdade que negligenciamos.
4. A valia maior é a faculdade do homem agir por seu livre arbítrio; de imprimir sem censura prévia; de propagar as suas próprias ideias; de manifestar as suas opções políticas, sobretudo quando o sufoco impede o debate de algo de interesse geral.
5. O condicionamento da liberdade política é característica dos sequazes que se limitam apoiar um litigioso doutrinador, um reles político, um chefe que apenas pretende ter acesso às cadeiras do poder para mandar, preceituar ou determinar a conduta da maioria.
6. Destruidora da autoridade da burguesia republicana dominante, o anarquismo defende a liberdade total do indivíduo sem se socorrer de actos terroristas, do topo para as bases, tal como se verifica nos 'estados' autoritários, macaqueados em Portugal.
7. O progresso tecnológico e a robotização em curso, dentro em breve, demonstrarão a validade do anarco-comunalismo monárquico.
Nau
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