1. Progressivamente as distâncias entre as pessoas são encurtadas, graças às novas tecnologias.
2. O carácter individual mantém-se por razões naturais (cultura, ocupação, capacidades físicas e intelectuais, etc.) vivendo enquanto a vida dura.
3. As equipas, apesar de as distâncias geográficas serem grandes, são mantidas, economizando tempo e palavras, abertas a sugestões construtivas.
4. O que importa é a multiplicação das távolas redondas em que a prática anarquista se robustece, superando ocasionais desajuizados.
5. Quem quer participa, quem não quer aguarda a sua oportunidade e/ou verbaliza o seu desacordo, além das expectativas pessoais.
6. Claro que o anarquismo não é uma facção política, mas o acúmulo de experiências individuais partilhadas.
7. O anarco-comunalismo monárquico motiva que não arregimenta.
Nau
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