segunda-feira, 25 de novembro de 2019
Nº. 5927 - Portal Comunalista
1. Acabei de ler o apontamento de Luís Gonçalves no blogue da União Monárquica do Brasil, em que este faz a apologia de um rei laborioso e propulsor de actividades inerentes à comuna.
2. Como é óbvio, a comuna é o agrupamento de pessoas que residem em determinado espaço geográfico, identificando-se com as práticas e usanças locais, tendo por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício.
3. Por outro lado, a administração pública digitalizada, e a produção industrial automática - obviando a burocracia a primeira e o trabalho penoso a segunda - satisfará plenamente as necessidades de subsistência individuais, bem como a optativa dedicação aos problemas sociais e culturais.
4. Logo, a figura do rei é o garante que eventuais caudilhos jamais serão o elo de ligação das comunides afins, dispensando o regime partidocrático, contrário à doutrina cooperativista da autogestão.
5. Todo o mundo tem presente que a instrução pública apenas pretende formatar diferentes e conflituosas classes sociais, ao contrário do espírito cooperativo que assegura a formação contínua, de acordo com a fome de saber individual.
6. No entanto, ainda há indivíduos que, de entre as oitocentas e tal religiões existentes, pretendem ser a sua fé a única verdadeira; logo, todos aqueles que não comungam esse absurdo conceito deverão ser calados com anátemas ou extermínio radical.
7. O futuro pertence à juventude voluntariosa que não aos nefelibatas e passadistas.
Nau
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