quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Nº. 5915 - RAC


1. Para a maioria dos liberais e dos socialistas, a trilogia "Liberté, Égalité, Fraternité" da Revolução Francesa, continua aceitável.

2. Claro que os monárquicos progressistas aceitam sem reservas a versão mais racional de "Liberdade, Equidade, Solidariedade" .

3. Apenas os nefelibatas descendentes de Dom Brúcio de Brebúcio e Iça de Porra Rastaparta e Chiça continuam empalados no "Deus, Pátria, Rei"da primeira metade do século transacto.

4. Porém os anarquistas, cientes que não há duas sem três vão pela apologia da "Liberdade" pura, com o desembaraço e franqueza que lhes são peculiares.

5. Maçónica ou não maçónica, certo é a trilogia "Liberdade, Igualdade, Fraternidade e/ou Propriedade" apenas exprimir a preocupação da minoria burguesa perante a maioria alheada e os pobres de espírito.

6. Logo, a autogestão, alicerce do cooperativismo, permite a articulação dos projectos que orientarão as actividades dos associados, apoiados pelas uniões, federações e confederações, servindo estas de padrão para a sustentabilidade das modernas comunas.

7. Certo é a cleptocracia de hoje vingar por todas as administrações, públicas e privadas, impunemente. Logo, urge pugnar pelo concerto anarco-cooperativista rumo ao futuro Reino das comunidades afins.

Nau

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