terça-feira, 27 de novembro de 2018
Nº. 5566 - Doutrina Cooperativista
1. Terminámos o apontamento de ontem com os fundamentos do cooperativismo.
2. Como é óbvio, no seio da unidade cooperativa haverá sempre opiniões contraditórias, mas o que prevalecerá é o interesse dos associados satisfazerem as suas necessidades económicas, sociais e culturais.
3. Sem dúvida que as várias unidades cooperativas existentes em uma vasta comunidade poderão associar-se em uniões, federações e confederações, porém o objectivo destas não será a conquista do poder político do Reino.
4. Abro aqui um parêntesis para sublinhar que o fim da burguesia republicana dominante avizinha-se e o soberano, hereditário e vitalício, sujeito a aclamação, i.e., consenso geral, reina mas não governa.
5. Por outro lado, o Reino - conjunto de comunidades afins - terá uma gestão administrativa computadorizada sendo esta, progressivamente, centralizada para uma eficiente gestão do Planeta Azul.
6. As Monarquias em que o soberano vitalício é eleito sempre existiram, sendo o número de eleitores muito reduzido, à semelhança do que actualmente se verifica na República Popular da China.
7. Claro que, arredada da produção e da gestão das comunidades, a unidade cooperativa será o reduto do ser humano e plataforma para as relações sociais e culturais - sem circulação fiduciária; sem facções partidárias.
Nau
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