terça-feira, 20 de novembro de 2018
Nº. 5559 - Doutrina Cooperativista
1. Definir pátria como a comunidade social e política dos nossos antepassados, e nação o local onde nascemos poderá parecer redundante, mas uma realidade quando as distâncias verificadas sejam continentais.
2. O sentimento de pertença poderá definir a ambiguidade, sendo este válido até para os casos em que o indivíduo adopta um modo de vida distante, por razões profissionais, das origens paternas e do berço.
3. Como é óbvio, o nível de sociabilidade natural (família e vida cívica) poderá ser robustecido, aliás, condicionado pela via activa, tornando o homem um ser real, verdadeiramente humano e responsável.
4. Também a participação em conjunto de indivíduos com o objectivo de satisfazer as necessidades comuns - económicas, sociais e culturais - tornam o empreendimento, cooperativo e solidário, boa malha, no desenvolvimento da comunidade.
5. Logo, a grande comunidade será, em conjunto com as pequenas comunidades, a távola redonda para a incontornável robotização em que esta assumirá, progressivamente, a função governativa do Planeta Azul.
6. Arredado das actividades comerciais e produtivas, resta ao homem as disputas de lana-caprina e a penosa epopeia de sangue, suor e lágrimas para a conquista da felicidade.
7. O trabalho colectivo e de cada um de nós para trazer boas perspectivas para os dias de hoje e para o futuro, tem a cooperação como vasto campo de manobra.
Nau
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