terça-feira, 3 de julho de 2018
Nº. 2419 - Doutrina Cooperativista
1. Os primeiros passos da unidade cooperativa em cuja fundação participei não foram fáceis.
2. Muitos eram os neófitos que se lançavam à aventura, encabeçados por arrojados teóricos e dois cooperativistas com alguma prática naquelas lides: um na área agrícola; o outro na armazenagem e consumo.
3. A papelada da jovem unidade cooperativa - actas das assembleias dos sócios fundadores; registo do nome de baptismo e da correspondente actividade; contrato de aluguer e outras burocracias da mesma sorte - foi encaminhada por sócios com algum calo e valioso suporte da "CASES - Cooperativa António Sérgio para a Economia Social".
4. Planos para realizar vários tipos de actividade não faltavam e, pouco a pouco, foram seleccionados aqueles que melhor correspondiam às necessidades da maioria dos associados, i.e., o consumo, sem negligenciar as actividades de formação e informação.
5. Computadores, duplicadores e manuais técnicos foram disponibilizados em improvisadas salas de estudo aos associados a fim de que estes pudessem elaborar listas de actividades; de fornecedores; de cálculos de custos e de projectos a implementar a curto e a longo prazo.
6. O consumo exigiu a elaboração de longas listas e consulta aos associados dos artigos e quantidades pretendidas (semanal e mensalmente) de modo a serem obtidos recursos e espaços adequados à armazenagem destes.
7. No segundo ano de actividade da nossa cooperativa, projectos complementares de produção agrícola; de aproximação a unidades similares e novas oportunidades eram ensaiadas com a mesma verve e entusiasmo dos primeiros passos.
Nau
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